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Guarda municipal que atuava em barreira sanitária na Bahia é baleado por dupla

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Por G1

Foto: Prefeitura Barro Preto / Divulgação

Foto: Prefeitura Barro Preto / Divulgação

Um guarda municipal de 58 anos, que trabalhava em uma barreira sanitária contra a Covid-19, em Barro Preto, na região sul da Bahia, foi baleado após homens armados dispararem contra a estrutura, na noite de quarta-feira (3). A informação foi confirmada pela prefeitura da cidade. O caso ocorreu por volta das 20h30. Dois homens armados chegaram a pé e dispararam contra a barreira sanitária. Não há informações sobre motivação e nem identidades dos suspeitos. Ninguém foi preso. A assessoria da prefeitura explicou que parte da rua onde a estrutura foi montada é escura. A dupla aproveitou a situação para chegar ao local por essa parte menos iluminada. Os funcionários da barreira estavam de costas para os homens na hora do crime. Dois outros funcionários, que também trabalhavam no local, não tiveram ferimentos. Um guarda-chuva e algumas paredes ficam com marcas dos tiros. O guarda foi socorrido por agentes da Polícia Militar e levado para o Hospital de Base de Itabuna, cidade da mesma região. Apesar do susto, ele passa bem. Ele recebeu alta e está em casa se recuperando. Desde quarta-feira (3) e até o dia 15 de junho, Barro Preto está com toque de recolher, das 19h às 5h, como medida de enfrentamento à Covid-19.

Governador do MT é diagnosticado com Covid-19 e fica em isolamento

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Por Bahia Notícias

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), foi diagnosticado com Covid-19. O político confirmou o resultado positivo do seu exame em sua conta no Facebook nesta quinta-feira (4) e declarou estar sem sintomas. “Bom dia a todos. Comunico aos mato-grossenses que passarei a trabalhar da minha residência, em razão de ter contaminado pelo coronavírus. Estou bem, sem nenhum sintoma. O resultado do exame saiu ontem e, de imediato, fizemos a contraprova, que também deu positivo”, escreveu. Mauro Mendes também fez um apelo à população para que o isolamento social seja respeitado. “Reforço para toda a população aquilo que estamos falando desde o início. Adotem as medidas de higiene e de isolamento social. Se puder ficar em casa, fique. Se tiver que trabalhar, tome todos os cuidados sanitários, de distanciamento e use a máscara”, completou. Mendes é mais um governador a se infectar pelo novo coronavírus. Além dele, os gestores de Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Pará e Rio de Janeiro também passaram pelo problema.

Coronavírus: Anvisa aprova teste rápido de empresa italiana

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Imagem: Getty Images

Imagem: Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um teste rápido para Covid-19 desenvolvido pela empresa italiana DiaSorin. Em comunicado ao mercado divulgado nesta quarta-feira (3), a companhia farmacêutica disse que a autorização foi concedida no último dia 25 de maio. De acordo com a agência Ansa, o teste sorológico tem o nome comercial de Liaison Sars-CoV-2 S1/S2 IgG e detecta a presença de anticorpos IgG desenvolvidos por pessoas já infectadas pelo novo coronavírus. Segundo a DiaSorin, o exame tem “97,4% de sensibilidade” (percentual de acerto de positivos) e “98,5% de especificidade” (percentual de acerto de negativos). O resultado demora 35 minutos para sair. “Estou profundamente convencido de que nosso teste vai ajudar no diagnóstico da Covid-19 e a avaliar o estado imunológico do paciente infectado, fornecendo indicações da presença de anticorpos IgG entre a população brasileira”, disse o vice-presidente de vendas da DiaSorin, Fernando Davico.

CNM e UPB debatem adiamento das eleições com deputados e prefeitos da Bahia

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Foto: Divulgação/CNM

Foto: Divulgação/CNM

Com a participação de mais de 50 prefeitos e quatro deputados do Estado, reunião da União dos Municípios da Bahia (UPB) e da Confederação Nacional de Municípios (CNM) na tarde desta terça-feira (2), tratou das Eleições 2020.

Por videoconferência, os prefeitos apresentaram entendimento de que não há condições para garantir a integridade do processo eleitoral em razão da pandemia da Covid-19 e pediram para que seja considerada, pelo Congresso Nacional e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a possibilidade de unificação de mandatos.

Entre os deputados presentes, três reconheceram que já existe uma tendência de realizar as eleições ainda neste ano. “A verdadeira discussão até o momento é de adiamento das eleições não passando de 31 de dezembro. Primeiro turno dia 6 e segundo dia 20. Mas vivemos momento de exceção mundial”, ponderou João Roma (Republicanos-BA).

Se posicionando a favor do pleito de unificar as eleições municipais com a geral, o deputado Sérgio Brito (PSD-BA) lembrou que uma vacina para o vírus só deve ser disponibilizada no segundo semestre do ano que vem. “Ainda não chegamos ao pico. Sou altamente favorável à unificação das eleições. Este é o momento de termos a responsabilidade de transferir para 2022”.

Sobre adiar as eleições para dezembro, o presidente da CNM, Glademir Aroldi explicou que, além de correr o risco de a própria campanha e votação provocar uma segunda, terceira onda de contaminação pelo coronavírus, haverá pouco tempo para transição.

Aroldi lembrou que são 150 milhões de brasileiros se dirigindo às urnas no mesmo dia e 2,3 milhões de mesários, que vão precisar de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). “Não realizar eleições neste ano é proteger a saúde da população brasileira”, concluiu.

Notícias de Santaluz

Moro não poderá advogar por 6 meses e receberá salário de ministro

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Por TV Globo

Foto: Reprodução/TV Globo

Foto: Reprodução/TV Globo

A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu nesta terça-feira (2) que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro deve cumprir período de quarentena. Pela decisão, Moro: receberá salário por seis meses; poderá dar aulas e escrever artigos no período; não poderá trabalhar como advogado durante a quarentena. A lei que dispõe sobre o conflito de interesse no serviço público diz que pessoas que tenham exercido cargo de ministro, entre outros no alto escalão do governo federal, devem respeitar a chamada “quarentena” de seis meses antes de assumir emprego no qual possam se valer de informação privilegiada. Sergio Moro tomou posse no cargo em 1º de janeiro de 2019 e anunciou a demissão há pouco mais de um mês, em 24 de abril. Na ocasião, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro havia interferido na Polícia Federal ao demitir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, e ao cobrar a troca no comando da PF no Rio de Janeiro. Bolsonaro nega as acusações.

Motorista é preso em Feira de Santana após simular acidente e roubo de carga avaliada em R$ 150 mil

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Na segunda-feira (1º), um homem de 57 anos procurou a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias (Decarga), em Feira de Santana, para registrar o suposto furto de uma carga de fios e arame, avaliada em R$ 150 mil, mas os policiais civis descobriram que ele estava tentando aplicar um golpe. De acordo com informações da polícia, via G1, a carga seria entregue no estado de Rondônia. O motorista descarregou 70% do material em um depósito, em Feira de Santana, e depois tentou simular um acidente, jogando propositalmente a carreta numa ribanceira da BR-242, para fraudar o seguro do veículo e simular um saque na carga, que foi recuperada e entregue ao proprietário. O condutor da carreta responderá por apropriação indébita qualificada e falsa comunicação de crime.

Após cessão de cargos, Centrão blinda Bolsonaro contra Moro, mas não contra STF

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Foto: Marcos Corrêa / PR

Foto: Marcos Corrêa / PR

Com a entrega de cargos importantes no governo, líderes dos principais partidos do Centrão garantem que o presidente Jair Bolsonaro vai ter blindagem política se ele precisar de apoio para sobreviver politicamente no Congresso em um eventual processo. No entanto, a situação é diferente em relação ao Supremo Tribunal Federal. De acordo com o blog da jornalista Andréia Sadi, os mesmo líderes garantem que ficarão com o Judiciário. De acordo com a publicação, esse é o limite do Centrão, avaliou o presidente de uma legenda. “Nosso compromisso é com Bolsonaro, mas ninguém vai embarcar na aventura de endossar ameaças ao STF. Jamais vamos enfrentar o STF. Aí você está falando de democracia, de instituições. Entre Bolsonaro e STF, ficamos com o STF”, disse. Por outro lado, o cenário é diferente quando se analisa de forma isolada as acusações de interferência política que saíram do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Aí nosso compromisso é total com Bolsonaro”, disse. Tanto no Executivo como no Legislativo, a avaliação é de que os inquéritos que correm no STF ainda não têm força para um processo de impeachment. No entanto, eles se preparam para cenários adversos, pois admitem que quem ditará o ambiente político nos próximos meses será a crise econômica pós-pandemia e o cenário de vítimas do coronavírus.

Otto afasta PSD da Bahia de indicação do partido para cargo no governo Bolsonaro

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Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

Foto: Edilson Rodrigues / Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) reagiu, nesta sexta-feira (29), a indicação do PSD para um cargo no governo de Jair Bolsonaro. O presidente nacional da legenda de Otto, Gilberto Kassab, emplacou Giovanne Gomes da Silva para a presidência da Funasa. A indicação foi mais um passo de aproximação entre o Planalto e o centrão. “O PSD da Bahia não tem qualquer ligação com essa indicação. Não indicamos e não vamos indicar ninguém para o governo. Agora o PSD é um partido muito grande, presente em todos os estados. Em Minas, o partido apoiou o Bolsonaro, então é até natural”, disse Otto ao Bahia Notícias. O senador e presidente do partido na Bahia já tinha afirmado com veemência que não iria aceitar fazer parte ou indicar cargos no governo de Jair Bolsonaro. A indicação é estratégia do presidente de se construir uma base no Congresso Nacional.

‘Intervenção militar não resolve nada, ninguém está pensando nisso’, diz Augusto Heleno

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Por O Globo

Foto: Jorge William / Agência O Globo

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, afirmou nesta quinta-feira que uma intervenção militar “não resolve nada” e que no governo “ninguém está pensando nisso”. Segundo Heleno, apenas a imprensa pensa nessa possibilidade. “Intervenção militar não resolve nada. Ninguém está pensando nisso. Não houve esse pensamento nem da parte do presidente, nem da parte de nenhum dos ministros. Isso só tem na cabeça da imprensa. A imprensa está contaminada com isso, não sei por que”, disse Heleno a jornalistas, no Palácio da Alvorada. De acordo com o ministro, os pedidos por uma intervenção das Forças Armadas, que ocorrem em protestos a favor do governo, são isolados e fazem parte do direito de livre manifestação. “Manifestações absolutamente irresponsáveis. Podem falar o que quiser, podem prever um regime soviético no Brasil. Não tem nada a ver. A manifestação é livre, espontânea, permitida”. Em relação à nota que divulgou na semana passada, dizendo que uma apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro traria “consequências imprevisíveis”, Heleno disse ter feito uma nota “genérica”. “Uma nota completamente neutra, colocando o problema em si, sem citar nomes. Não falei em Forças Armadas, não falei em intervenção militar. Teve gente que disse que aquilo ali era um preâmbulo da intervenção militar. Virou moda. Isso é um absurdo, ninguém está pensando nisso, ninguém conversa sobre isso”.

Bolsonaro veta reajuste a servidores e sanciona socorro a estados e municípios

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Por GAÚCHAZH

Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

Foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) o projeto que prevê ajuda financeira de R$ 60 bilhões a Estados e municípios. O texto, aprovado pelo Congresso para ajudar os entes federativos a enfrentarem os efeitos econômicos causados pela pandemia do coronavírus, foi sancionado com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro vetou dois trechos da proposta: o que abria exceções em relação ao congelamento dos salários do funcionalismo – com isso, não haverá reajustes para servidores até o final de 2021 – e outro que permitia a Estados e municípios suspenderem o pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais. O governo federal vai transferir R$ 60 bilhões para Estados e municípios, em quatro parcelas. São R$ 50 bilhões em compensação pela queda de arrecadação (R$ 30 bilhões para Estados e R$ 20 bilhões para municípios) e R$ 10 bilhões para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para Estados e R$ 3 bilhões para municípios).



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