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Braço direito de Mandetta no Ministério da Saúde assume cargo no governo João Doria

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Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

João Gabbardo dos Reis apareceu ao lado do governador de São Paulo João Doria (PSDB) em coletiva sobre o combate ao coronavírus nesta quarta-feira (27). De acordo com o Bahia Notícias, o médico assumiu um cargo na gestão de São Paulo e deve coordenar ações dentro da secretaria estadual de saúde do estado após ter sido exonerado do Ministério da Saúde pelo ex-ministro Nelson Teich. Gabbardo era o número 2 do Ministério da Saúde quando Luiz Henrique Mandetta era ministro. Ele era secretário-executivo e era responsável por coordenar as políticas contra a Covid-19 no país.

França proíbe uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19

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Por G1

Foto: Reprodução/JN

Foto: Reprodução/JN

O governo da França proibiu nesta quarta-feira (27) oficialmente o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19 nos hospitais. A decisão foi tomada depois que duas entidades responsáveis pela saúde pública no país se declararam contrários à utilização da substância. Desde o fim de março a hidroxicloroquina, derivado da cloroquina (medicamento de combate à malária) era utilizada, de maneira excepcional, nos hospitais franceses para tratar casos graves do novo coronavírus. O uso em testes clínicos continua autorizado. “Seja em consultas ou no hospital, esta molécula não deve ser prescrita para pacientes afetados pela Covid-19”, afirmou o ministério da Saúde, após a publicação do decreto de proibição no Diário Oficial. O governo francês decidiu proibir a hidroxicloroquina depois que o Alto Conselho de Saúde Pública desaconselhou seu uso na terça-feira (26), com exceção dos ensaios clínicos, segundo a agência France Presse. A recomendação vai no mesmo sentido de uma recomendação da Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde (ANSM). A hidroxicloroquina, receitada geralmente para doenças autoimunes como o lúpus, é um dos medicamentos utilizados em testes clínicos desde o início da pandemia no planeta. Porém, um amplo estudo publicado publicado na semana passada pela renomada revista médica “The Lancet” destacou a ineficácia da hidroxicloroquina e a cloroquina no tratamento da Covid-19. O estudo com 96 mil pacientes indicou que, além de não favorecer a recuperação dos infectados, as substâncias provocam um risco maior de morte e de desenvolvimento de arritmia cardíaca.

OMS suspende testes com hidroxicloroquina contra a Covid-19

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Por G1

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A Organização Mundial de Saúde (OMS) suspendeu nesta segunda-feira (25) o uso da hidroxicloroquina em pesquisas que ela coordenava com cientistas de 100 países. A suspensão temporária foi tomada até que a segurança da droga seja reavaliada, já que estudos recentes mostraram que ela não é eficaz contra a Covid-19 e pode aumentar a taxa de mortalidade. A OMS diz que estão mantidos os demais testes dentro da iniciativa internacional batizada de “Solidariedade”. Além do medicamento agora vetado, os pesquisadores ainda avaliam em pacientes o resultados de três tipos de antivirais e de um remédio usado para tratar esclerose múltipla. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a suspensão foi determinada depois da divulgação dos resultados do estudo publicado na sexta-feira (22) na revista científica “The Lancet”. A pesquisa, feita com 96 mil pessoas, apontou que não houve eficácia das substâncias contra a Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca nos pacientes que as utilizaram. A OMS já havia anunciado que era contra o uso amplo da cloroquina para tratar a Covid-19. Quando o Brasil passou a orientar que pacientes com quadros leves pudessem usar o medicamento, os diretores da entidade ressaltaram que a droga só deveria ser usada dentro de “ensaios clínicos”, que são os testes dentro de pesquisas médicas. “Os autores reportaram que, entre pacientes com Covid-19 usando a droga, sozinha ou com um macrolídeo [classe de antibióticos da qual a azitromicina faz parte], estimaram uma maior taxa de mortalidade”, afirmou Tedros.

Medicamento antiviral melhora tempo de recuperação de pacientes com Covid-19, diz estudo

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Por G1

Foto: Ulrich Perrey / Pool / AFP

Foto: Ulrich Perrey / Pool / AFP

Um estudo publicado na sexta-feira (22) pelo ‘The New England Journal of Medicine’ afirma que o medicamento antiviral experimental Remdesivir melhora o tempo de recuperação de pacientes de Covid-19 hospitalizados e com infecção do trato respiratório inferior.

O estudo, patrocinado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos EUA, envolveu 1.063 pacientes em 10 países, durante um período de 58 países, que consentiram em participar dos testes recebendo o medicamento ou um placebo.

Os resultados apontam que, entre os que se recuperaram, aqueles que tomaram Remdesivir o fizeram em um prazo médio de 11 dias, comparados com os 15 dias necessários para os que receberam placebo.

Os pacientes foram acompanhados diariamente durante o tratamento, usando uma escala com oito pontos, que variava da recuperação total à morte. Foram considerados recuperados aqueles que tiveram alta hospitalar ou foram avaliados pelos médicos como estando em condições físicas de deixar o hospital.

Houve também uma taxa de mortalidade menor entre o grupo que recebeu o Remdesivir, mas os pesquisadores afirmam que ela não é estatisticamente significativa. Em um prazo de 14 dias, foi de 7,1% entre os que tomaram a droga, contra 11,9% entre os que não tomaram.

O estudo apoia o uso do medicamento como terapia padrão para pacientes hospitalizados com Covid-19 e que necessitam de oxigenoterapia suplementar, de acordo com os autores. No entanto, ressalta que essa taxa de mortalidade de 7,1% em 14 dias indica uma necessidade de avaliar a associação a antivirais como outros agentes terapêuticos.

Estados Unidos vetam entrada de brasileiros no país por causa do novo coronavírus

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Foto: Alan Santos / PR

Foto: Alan Santos / PR

Após o presidente Donald Trump revelar que os Estados Unidos poderiam restringir a entrada de brasileiros, a medida foi confirmada, neste domingo (24). Segundo informações do G1, por meio de um decreto, ele veta, a partir do dia 29 de maio, a entrada de qualquer pessoa proveniente do Brasil em seu país. “Não quero que as pessoas venham aqui e infectem o nosso povo”, disse ele à época, explicando que a iniciativa se daria para conter o avanço do novo coronavírus.

“Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país [Brasil] durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos”, informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany, em comunicado.

“A ação de hoje irá garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil não se tornem uma fonte adicional de infecções em nosso país. Essas novas restrições não se aplicam aos voos comerciais entre os EUA e o Brasil”, acrescenta. Hoje o Brasil é o segundo país com maior número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos.

A medida, no entanto, não será aplicada a pessoas residentes nos EUA, pessoas casadas com cidadãos americanos ou que tenham residência no país. Ficam de fora também filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes, desde que sejam menores de 21 anos. Podem entrar ainda membros de tripulações de empresas aéreas ou pessoas que convidadas pelo governo dos Estados Unidos.

Morador de Conceição do Coité é flagrado dirigindo carro clonado em Retirolândia

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Foto: Notícias de Santaluz

Foto: Notícias de Santaluz

José Diego da Silva Santana, de 32 anos, foi encontrado com um carro clonado em Retirolândia, região sisaleira da Bahia, na tarde desta sexta-feira (22). De acordo com a Polícia Militar, uma guarnição do pelotão local fazia patrulhamento nas proximidades do povoado Tanque Novo quando abordou o veículo modelo Onix, cor prata, que estava sendo conduzido por ele. Durante a abordagem, conforme a polícia, os militares perceberam indícios de adulteração no chassi e na placa do automóvel, que possuía restrição de furto ou roubo. Ainda de acordo com a PM, José Diego relatou que comprou o veículo na cidade de Conceição do Coité, onde ele reside. O homem foi encaminhado à delegacia local para as medidas cabíveis. Na manhã deste sábado (23), José Diego procurou a reportagem informando que foi liberado mediante compromisso para retornar e prestar esclarecimentos na próxima terça-feira (26). O veículo ficou apreendido.

Notícias de Santaluz

América do Sul se tornou o novo epicentro da Covid-19 e Brasil é o país mais afetado, diz OMS

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Por G1

Foto: Nelson Almeida / AFP

Foto: Nelson Almeida / AFP

O diretor do programa de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, declarou nesta sexta-feira (22) que a América do Sul se tornou o novo epicentro da pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A entidade foi questionada se estava oferecendo algum tipo de assistência direta ao Brasil, que registrou um recorde de mortes diárias na quinta-feira (21), com 1.188 mortes em 24 horas, segundo balanço do Ministério da Saúde. Mais de 20 mil pessoas já morreram no país de Covid-19. “Em termos de resposta, nossos colegas na Opas [braço da OMS nas Américas] estão fornecendo ajuda direta ao governo e a muitos dos estados que estão sendo duramente afetados, incluindo o Amazonas”, afirmou Michael Ryan. “Mas em termos de taxas de ataque, as mais altas estão, na verdade, no Amazonas: cerca de 490 pessoas infectadas para cada 100 mil habitantes, que é uma taxa de ataque bem alta”, comentou. “De certa forma, a América do Sul se tornou um novo epicentro para a doença, vimos muitos países sul-americanos com aumento do número de casos, e claramente há preocupação em muitos desses países, mas certamente o mais afetado é o Brasil neste momento”, declarou Ryan. O diretor de emergências reforçou, também, que a organização não recomenda o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina para tratar a doença.

Celso de Mello envia à PGR pedidos de depoimento e de apreensão do celular de Bolsonaro

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Por TV Globo

Foto: Carlos Moura / STF

Foto: Carlos Moura / STF

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou para a Procuradoria Geral da República (PGR) três notícias-crime apresentadas por partidos e parlamentares que pedem novos desdobramentos na investigação sobre a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Entre as medidas solicitadas estão o depoimento do presidente, e a busca e apreensão do celular dele e de seu filho, Carlos Bolsonaro, para perícia. Em despachos enviados nesta quinta-feira (21) à PGR, o ministro ressaltou ser dever jurídico do Estado promover a apuração da “autoria e da materialidade dos fatos delituosos narrados por ‘qualquer pessoa do povo’”. Os pedidos chegaram ao STF logo após o ex-ministro da Justiça Sergio Moro deixar o governo afirmando que o presidente tentou interferir na PF e que Bolsonaro buscou informações de investigações em andamento na Corte. É praxe que ministros do STF enviem esse tipo de ação para manifestação da PGR, que é responsável por propor investigação do presidente perante o STF. Celso de Mello é relator do inquérito proposto pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, que investiga os fatos narrados por Moro. Aras já defendeu em outros pedidos feitos no mesmo inquérito por deputados que a competência para esse tipo de linha investigação cabe ao MPF. Celso de Mello enviou os casos para análise da PGR e ressaltou que compete ao PGR analisar os fatos colocados. Não há prazo para Aras decidir sobre os pedidos..

Eleições podem ser adiadas para 15 de novembro ou 6 de dezembro, diz Maia

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Por G1 e TV Globo

Foto: Najara Araújo / Câmara dos Deputados

Foto: Najara Araújo / Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira (21) que o Congresso Nacional estuda adiar o primeiro turno das eleições municipais deste ano para 15 de novembro ou 6 de dezembro – as duas datas caem em um domingo. A ideia é permitir que as eleições ocorram com segurança, sem riscos relacionados à pandemia do novo coronavírus, mas evitar também que os atuais mandatos de prefeitos e vereadores sejam prorrogados. “Você tem aí dois períodos que estão sendo discutidos. Seria 15 de novembro ou o primeiro domingo de dezembro para o primeiro turno. E o segundo turno em um período menor para dar tempo de fazer a transição, da prestação de contas. Essas são as ideias”, afirmou Maia. Pela Constituição Federal, o primeiro turno das eleições deve ser realizado no primeiro domingo de outubro e o segundo turno, se houver, no último do mesmo mês. Neste ano, as eleições estão marcadas para 4 de outubro e 25 de outubro, respectivamente. O presidente da Câmara, contudo, disse ser “radicalmente contra” a prorrogação de mandatos – algo que ele vê como “muito sensível” para a democracia e sem previsão na Constituição. “É muito sensível do ponto de vista institucional você abrir essa janela. No futuro, daqui a dois, três, quatro mandatos alguém pode se sentir muito forte, ter muito apoio no Parlamento, criar uma crise e prorrogar seu próprio mandato”, disse.

Auxílio emergencial pode ser prorrogado, mas com valor de R$ 200, admite Guedes

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Foto: Anderson Riedel/PR

Foto: Anderson Riedel/PR

Estimado inicialmente para três meses, o Auxílio Emergencial poderá ser prorrogado. A possibilidade foi admitida pelo ministro da Economia Paulo Guedes. De acordo com o economista, o benefício, voltado principalmente a trabalhadores informais, pode ser estendido por um ou dois meses. No entanto, Guedes defende que o valor de R$ 600 seja cortado para R$ 200. As informações são da Folha de S. Paulo. O valor de R$200 era o proposto inicialmente pelo governo. Após discussões entre o Congresso e o governo o valor foi definido em R$600. A reportagem da Folha ressalta que o fato do ministro admitir a possibilidade de prorrogação representa uma mudança de posição da equipe econômica, que antes era contrária à extensão da medida. Mesmo assim, a redução do montante concedido é defendida como fundamental. A justificativa de Guedes para a redução do valor, ainda conforme a Folha, é baseada nas limitações das contas públicas.



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