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Diretor da OMS na Europa alerta para segunda onda mais mortal do novo coronavírus

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Foto: Andrés Díaz

Foto: Andrés Díaz

A Organização Mundial de Saúde (OMS) vê possibilidade da Europa sofrer uma segunda onda – ainda mais mortal – de infecções pelo novo coronavírus. A informação foi revelada pelo diretor da OMS na Europa, Hans Kluge, em entrevista ao site britânico The Telegraph. Hans fez um alerta para os países que começaram a relaxar restrições para o convívio social. “Agora é hora de se preparar, não de celebrar”, ressaltou. A queda no número de casos da Covid-19 em lugares como Reino Unido, França e Itália, de acordo com Kluge, não significa que a pandemia caminha para um fim. Reportagem do site Uol destaca que o epicentro europeu das infecções está agora concentrado no leste do continente, com aumento de casos na Rússia, Ucrânia, Cazaquistão e Bielorússia. O conselho do diretor da OMS é de que os países devem passar esse momento com sabedoria e começar a fortalecer os sistemas públicos de saúde, além de capacitar hospitais, unidades básicas de saúde e unidades de terapia intensiva.

Eslovênia é primeiro país da Europa a declarar fim da epidemia de coronavírus

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Por RFI

Foto: Srdjan Zivulovic/File Photo/Reuters

Foto: Srdjan Zivulovic/File Photo/Reuters

O governo esloveno anunciou o fim da epidemia de Covid-19 em seu território nesta quinta-feira (14) e reabriu suas fronteiras. Algumas medidas preventivas continuam em vigor no país da Europa Central para evitar a volta de contaminações. A Eslovênia havia declarado a epidemia em seu território em 12 de março e é o primeiro país da União Europeia a anunciar o fim do surto. O primeiro-ministro Janez Jansa justificou a decisão afirmando, em discurso no Parlamento, que “a Eslovênia controlou a epidemia e hoje tem a melhor situação clínica na Europa” em relação à Covid-19. Todas as fronteiras do país serão reabertas. Os cidadãos europeus poderão circular sem entraves. Os outros viajantes deverão respeitar uma quarentena de ao menos sete dias quando chegarem ao país. A Eslovênia, localizada em parte nos Balcãs, tem divisas com a Áustria, Croácia, Hungria e Itália. A pequena nação, de dois milhões de habitantes, registrou ao todo 103 mortes e 1.500 casos de contaminação do novo coronavírus. Nos últimos dias, o número de novas infecções foi baixo. Apenas sete novos casos cotidianos diários ocorreram nas duas últimas semanas. Entre as medidas que permanecerão em vigor para evitar uma segunda onda de contaminações estão a proibição de reuniões públicas, o uso de máscaras e regras de distanciamento social em locais públicos.

‘Está apenas começando’, diz Mandetta sobre surto de coronavírus no Brasil

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Foto: Anderson Riedel / PR

Foto: Anderson Riedel / PR

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, acredita que o surto do novo coronavírus no Brasil está “apenas começando”. Em entrevista à americana CNN, o médico não descartou a possibilidade do país registrar mil casos por dia. Na última quarta-feira (13), foram 749 óbitos contabilizados. No total, são mais de 12 mil mortos. “Estamos no início”, disse Mandetta. De acordo com ele, o pico pode ter sido atingido em Manaus, mas continua a crescer em outras capitais. “E no Sul ele ainda não começou”, alertou. “A população não sabe para que lado ela vai”, lamentou ao citar as divergências de ideias com o presidente Jair Bolsonaro, contrário ao isolamento total. “Eu dizia uma coisa e o presidente dizia outra”. Mandetta também fez um alerta para a relação do Brasil com a China, que sofreu um desgaste durante a pandemia. Nas últimas semanas, o chanceler Ernesto Araújo passou a criticar a China por conta da crise internacional. “A impressão que eu tenho é que, num local cheio de pólvora, o Itamaraty entra fumando”, disse. “Cadê as máscaras? Estamos perdendo enfermeiros”, disse. “Respiradores não chegam”, lamentou.

Ministro do STJ nega pedido de adiamento do Enem

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Por O Globo

Concurso da Embasa visa preenchimento de 600 vagas (Foto: Divulgaçã

Foto: Divulgação

O ministro Gurgel de Faria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido da União Nacional dos Estudantes (Une) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) para adiar a data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na segunda-feira, as entidades entraram com um pedido de liminar no STJ solicitando a adequação do calendário do Enem à “realidade do atual ano letivo” e que o MEC consulte as secretarias de estado de educação sobre o tema. O ministro argumenta que o STJ não tem competência para julgar o mandado de segurança uma vez que ele diz respeito a atos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame. O magistrado citou também que não foi anexado o edital do exame no processo, o que impossibilitaria apreciação da ação. Nessa modalidade processual todas as provas devem vir junto com a petição inicial. No pedido, as entidades argumentaram que a suspensão de aulas em todos os estados do país pode aprofundar desigualdades e prejudicar os estudantes: “Considerando o contexto da falta de aula e reorganização dos períodos letivos em decorrência das medidas de isolamento derivadas da pandemia, que poderia colocar em uma situação de ainda maior desigualdade os estudantes de escola pública, que não vêm tendo aulas, em relação àqueles de escolas particulares que mantém a atividade letiva virtualmente”. As inscrições para o Enem 2020 começaram na segunda-feira. De acordo com o cronograma, as provas presenciais ocorrerão em 1 e 8 de novembro. A prova virtual, por sua vez, será aplicada nos dias 22 e 29 de novembro.

Centrão não quer ministérios para não correr risco de se queimar no governo

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Foto: Isac Nóbrega/PR

Foto: Isac Nóbrega/PR

O Centrão continua negociando com o Planalto a nomeação de seus indicados para cargos de segundo e terceiro escalões do governo. As nomeações devem ser feitas nos próximos dias. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, cargos em pelo menos 10 ministérios, ou seja, metade da Esplanada, estão sendo negociados com partidos como PL, PP, PSD e Republicanos. Ainda segundo a publicação, os líderes do Centrão têm dito nos bastidores que preferem cargos de segundo e terceiro escalões porque poderão ter mais recursos sem ter que mostrar a cara no governo. Ou seja, está descartada a participação do Centrão nos ministérios. Com a aproximação com os partidos do Centrão, o Planalto estima ter entre 200 e 250 votos para conter um eventual processo de impeachment.

Governo diz que auxílio emergencial não pode ser permanente

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Por Agência Brasil

Foto: Pixabay e Marcos Santos/USP Imagens

Foto: Pixabay e Marcos Santos/USP Imagens

O Ministério da Economia informou nesta terça-feira (12) que o auxílio emergencial não pode ser permanente para não comprometer a política fiscal. Segundo a nota, “as despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 e nem a trajetória sustentável da dívida pública”. “Sobre as notícias de que o programa de auxílio emergencial pode ser permanente, o Ministério da Economia esclarece que tem tomado medidas de caráter temporário para combater os efeitos da pandemia. O compromisso com o teto de gastos dá credibilidade e promove investimentos que criam empregos e faz com que o governo onere cada vez menos a sociedade”, diz o texto. Segundo a nota, neste momento, o governo está preocupado em preservar vidas e a atividade econômica. Na segunda-feira (11), o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, disse que o o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) poderá ser mantido após o fim da pandemia, num processo de transição para um novo modelo econômico. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se à possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre deste ano.

‘Estamos voltando a ser o país da fome’, diz Bolsonaro a apoiadores

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Por Bahia Notícias

Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro novamente defendeu que o país tem que se preocupar com os efeitos econômicos provocados pela crise do coronavírus e não só com as demandas de saúde. “Estamos voltando a ser o país da fome. Tem que tratar a questão do vírus juntamente com a questão do desemprego”, disse o presidente em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, nesta terça-feira (12). Ele ainda comentou a prorrogação da quarentena no estado de São Paulo até o dia 31 de maio. “O Supremo deu poderes pra ele (o governador João Doria) decidir sobre essa questão aí. Se fosse comigo, seria diferente”, falou.

Vou sair em 1º de janeiro de 2027, diz Bolsonaro ao ser indagado sobre impeachment

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Por Folhapress

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Confrontado sobre a possibilidade de renúncia ou impeachment, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que vai sair do Palácio do Planalto somente em 1º de janeiro de 2027, sugerindo que será reeleito em 2022. Bolsonaro não quis falar com a imprensa neste domingo (10), mas conversou com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente. Em meio ao público, um dos visitantes afirmou: a “democracia pede sua renúncia ou impeachment”. Surpreso com a declaração, o presidente disse: “Vou sair em 1º de janeiro de 2027”. Pedidos de impeachment de Bolsonaro foram apresentados à Câmara, mas o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ainda não decidiu sobre isso. Bolsonaro esteve em evento para revelação do sexo do filho de Eduardo Bolsonaro, deputado federal do PSL por São Paulo, e Heloísa Wolf. Nas redes sociais, Eduardo publicou um vídeo, no qual ele usa uma arma para estourar um balão, que revelou a cor rosa, indicativo de sexo feminino. Após o evento, Bolsonaro retornou ao Palácio da Alvorada. Questionado por alguns apoiadores sobre qual o sexo da futura neta, o presidente disse que não responderia para não gerar polêmica.

Ministro da Saúde diz que domingo foi marcado pela alegria do Dias das Mães e tristeza com as mortes por coronavírus

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Por G1

Nelson Teich | Foto: Reprodução GloboNews

Nelson Teich | Foto: Reprodução GloboNews

O ministro da Saúde, Nelson Teich, disse que este domingo (10) é marcado por uma “dualidade de sentimentos”, com alegria pela comemoração dos Dias das Mães, mas tristeza pelas 10 mil mortes provocadas pelo coronavírus. A mensagem de Teich foi publicada nas redes sociais. É a primeira vez que um integrante do governo Jair Bolsonaro se manifesta sobre os mortos pela doença, depois que o Brasil ultrapassou a marca de 10 mil vítimas. “Hoje, dia 10 de maio, amanhecemos com uma enorme dualidade de sentimentos, que por um lado nos traz a alegria de um dia tão especial como o dia das mães e por outro a tristeza e sofrimento de ter atingido a terrível marca de mais de 10 mil mortes por Covid-19 no Brasil”, escreveu Teich no Twitter. Neste domingo, o Brasil alcançou a marca de 11.123 mortes e 162.699 casos confirmados de coronavírus.

ACM Neto anuncia ‘lockdown setorizado’ em Salvador

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Salvador terá um lockdown setorizado. Ou seja: fechamento de alguns locais que possuem maior incidência de pessoas infectadas com coronavírus. De acordo com o Bahia Notícias, a informação foi divulgada pelo prefeito ACM Neto (DEM), em entrevista coletiva nesta quarta-feira (6). “Amanhã vamos apresentar a Salvador um plano, que vem sendo traçado desde o começo, que é promover a interdição completa de alguns pontos de Salvador (…) Nós queremos começar essa semana e a medida terá validade a partir deste sábado. Vamos fazer uma espécie de lockdown setorizado, que é o fechamento de determinados lugares, onde é maior a taxa de coronavírus, inclusive de comércio e ruas. Se essa medida não funcionar, vou defender o fechamento de tudo”, afirmou. A capital baiana havia registrado 2.599 casos confirmados de Covid-19 até o início da noite de terça-feira (5), com 95 óbitos, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde. Em números absolutos, Pituba e Brotas são as áreas que concentram o maior número de casos, enquanto Patamares apresenta o maior percentual de habitantes contaminados pelo novo coronavírus. Os dados separados por bairros da capital baiana, divulgados pelo secretário Leo Prates, apontam ainda uma curva ascendente de casos em áreas como Bonfim, Uruguai, Plataforma e Liberdade.



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