WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
Home . Inicio






Laboratório Checap

drogaria_santana

:: ‘Destaque3’

Moro absolve esposa de Eduardo Cunha por falta de provas na Lava Jato

Share Button

Por G1 PR

Claudia Cruz, mulher do presidente suspenso da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, durante cerimônia no congresso em novembro de 2015 (Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo

Claudia Cruz, mulher do presidente suspenso da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha | Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo

A mulher do ex-presidente da Câmara de Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Cláudia Cruz, foi absolvida dos crimes de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas em ação relacionada à Operação Lava Jato. A sentença do juiz Sérgio Moro foi publicada nesta quinta-feira (25). Segundo Moro, não há prova suficiente de que ela teria agido com dolo. O Ministério Público Federal afirmou que vai recorrer da decisão. O MPF havia pedido em suas alegações finais que a Cláudia Cruz fosse condenada e cumprisse a eventual pena em regime fechado. Com a absolvição, ela não será presa. Este era o único processo criminal da mulher de Cunha na Operação Lava Jato. Ela ainda é ré em outra ação movida pelo MPF, em âmbito cível, na qual é acusada de improbidade administrativa. De acordo com as investigações da força-tarefa da Lava Jato, Cláudia Cruz foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de uma propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido – que foi condenado.

Às vésperas do julgamento de processo de cassação da chapa Dilma-Temer, pressão política chega ao TSE

Share Button
Foto: Lula Marques / AGPT/ 11/08/2015

Foto: Lula Marques / AGPT

A pressão política em torno do presidente Michel Temer, que teve seu mandato abalado após vir à tona parte do conteúdo da delação da JBS, chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Independente de outros movimentos, como eventual renúncia do peemedebista, a Corte tem o destino dele nas mãos: começa o julgamento do processo de cassação da chapa Dilma Rousseff – Michel Temer no próximo dia 6. Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, os ministros discutiram o caso nos bastidores do tribunal na última quinta-feira (18), quando foi deflagrada a Operação Patmos, baseada na delação da JBS. Segundo Painel, um membro do TSE questionou os colegas se aquele seria “o melhor momento” para o julgamento, dada a repercussão. Um colega o repreendeu, dizendo que quem tivesse dúvida deveria pedir vista. Os ministros afirmam também que há uma sensação de imprevisibilidade quanto ao resultado, que se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes, que não tem conversado com os colegas sobre o processo. No Congresso, os partidos que ainda compõem a base aliada esperam a decisão do tribunal para deixar de vez a aliança.

Partidos nanicos e médios querem Rodrigo Maia na Presidência da República

Share Button
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), começaram uma campanha em defesa do nome do parlamentar como candidato a presidente da República em uma eventual eleição indireta, caso o presidente Michel Temer renuncie, seja cassado ou sofra impeachment. Segundo o Estadão Conteúdo, a candidatura dele já é defendida publicamente por líderes de partidos médios e nanicos e, nos bastidores, por lideranças de grandes partidos da base aliada e pela oposição. “Defendo o Rodrigo como candidato. Ele tem conduzido a Câmara com tranquilidade e é a opção mais viável que existe hoje. Não tem outro nome”, afirmou o deputado Junior Marreca (MA), que é líder do Partido Ecológico Nacional (PEN). Uma eventual candidatura de Maia, que é alvo da Lava Jato, tem apoio até de deputados que já fizeram oposição ao parlamentar. “Se o presidente sair, acho que ele é uma boa alternativa. Ele tem condições de ser eleito”, disse o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), presidente do Solidariedade. Paulinho era um dos líderes do antigo “Centrão”, grupo de siglas médias que disputava espaço na base com o grupo de Maia.

Deputado retira PEC das eleições diretas da pauta de comissão da Câmara

Share Button
Foto: Jair Amaral/EM

Foto: Jair Amaral/EM

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), retirou da pauta desta quarta-feira (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 227, que estabelece eleições diretas para o caso de vacância da Presidência da República. Segundo o Estadão Conteúdo, o projeto de autoria do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) foi apreciado pela comissão nesta terça, mas acabou não tendo seu relatório colocado em votação. Isso porque a base aliada obstruiu um requerimento que buscava a inversão da pauta da CCJ. A iniciativa da oposição tinha o objetivo de colocar a PEC 227 como primeiro item para análise. Ao final da sessão, Rodrigo Pacheco convocou nova sessão da CCJ para esta quarta-feira, às 10h, mas não incluiu o item na pauta, o que irritou deputados do PSOL e do PT. 

Rocha Loures entrega mala que estava desaparecida com R$ 500 mil à Polícia Federal

Share Button
Foto: Reprodução / Meio Norte

Foto: Reprodução / Meio Norte

Afastado da Câmara Federal, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) entregou uma mala com os R$ 500 mil na sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, ainda na noite desta segunda-feira (21). A informação foi confirmada pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Ainda ontem, o jornal divulgou que a mala estava desaparecida. A última vez que seu paradeiro foi detectado pela PF foi no dia 28 de abril quando Rocha Loures saiu com ela de um estacionamento, na capital paulista, e adentrou um táxi às pressas. De acordo com a delação da JBS, o deputado foi indicado pelo presidente Michel Temer (PMDB) para resolver os assuntos da empresa no governo. Em seguida, o parlamentar foi visto ao receber a mala com dinheiro de Ricardo Saud, lobista da JBS.

Ex-governadores do DF José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz e ex-vice Tadeu Filippeli são alvos de mandados de prisão

Share Button

Por G1 DF

Alvos são José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, além do ex-vice Tadeu Fillppeli. Operação investiga fraudes em obras do estádio Mané Garrincha.

Alvos são José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, além do ex-vice Tadeu Fillppeli. Operação investiga fraudes em obras do estádio Mané Garrincha | Montagem

A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (23) mandados de prisão contra os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz e o ex-vice governador Tadeu Filippeli. A operação é baseada em delação premiada da Andrade Gutierrez sobre um esquema de corrupção nas obras do estádio Mané Garrincha. Orçadas em cerca de R$ 600 milhões, as obras no estádio, que é presença marcante na paisagem da cidade, custaram ao fim, em 2014, R$ 1,575 Bilhão. O superfaturamento, portanto, pode ter chegado a quase R$ 900 milhões. A hipótese investigada pela Polícia Federal é que agentes públicos, com a intermediação de operadores de propinas, tenham realizado conluios e assim simulado procedimentos previstos em edital de licitação. Para recolher elementos que detalhem como operou o esquema criminoso que superfaturou a obra e lesou os cofres do Governo do DF e da União, os cerca 80 policias envolvidos na operação foram divididos em 16 equipes. Devem ser cumpridos, no total, 15 mandados de busca de apreensão, 10 mandados de prisão temporária além de 3 conduções coercitivas. As medidas judiciais foram determinadas pela 10a. Vara da Justiça Federal no DF, todas as ações ocorrem em Brasília e arredores.

Um a cada 3 eleitos no Congresso em 2014 teve dinheiro da JBS

Share Button
14mar2011-joesley-batista-um-dos-donos-da-jbs-em-foto-de-arquivo-de-2011-1495116495190_615x300

Joesley Batista gravou conversas com Temer e Aécio | Foto: Ayrton Vignola/Estadão Conteúdo

O dinheiro do JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014. As informações são do jornal O Estado de S. PauloEntre os documentos que os delatores do JBS entregaram à PGR (Procuradoria-Geral da República) está uma lista de deputados eleitos em 2014 e beneficiados por doações do grupo empresarial. Nela, há 166 nomes – 32% do universo de 513 deputados eleitos. No pacote de documentos também há uma relação dos atuais senadores, com um “OK” marcado ao lado do nome de cada parlamentar que recebeu recursos do JBS. A lista inclui 28 senadores, ou 35% do total de 81 parlamentares da Casa. Em números absolutos, o PP é o partido campeão de deputados eleitos conectados ao grupo empresarial: 27. Isso equivale a sete em cada dez eleitos. Em 2014, a legenda conquistou 38 vagas na Câmara. Em segundo lugar aparece o PT, com 20 financiados. O partido é seguido de perto pelo PR (19) e pelo PMDB (17). Naquele ano, o grupo empresarial ajudou a eleger bancadas majoritariamente alinhadas à então presidente, Dilma Rousseff (PT). Dos eleitos financiados pelo JBS, 92% integravam partidos da base dilmista. Vários desses partidos migraram para a base do atual presidente. Hoje, 75% dos eleitos com o apoio do JBS estão em legendas da base de Temer.

Kid Vinil morre em São Paulo aos 62 anos

Share Button

Por G1 SP

Kid Vinil posa em sua casa em São Paulo, em setembro de 2016 (Foto: Alessandra Gerzoschkowitz/EGO)

Kid Vinil posa em sua casa em São Paulo, em setembro de 2016 | Foto: Alessandra Gerzoschkowitz/EGO

O cantor, apresentador e radialista Kid Vinil morreu na tarde desta sexta-feira (19) em São Paulo, depois de passar mais de um mês internado. Ele passou mal depois de um show em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais, e foi levado a um centro médico daquela cidade. Depois, foi transferido de helicóptero para o Hospital da Luz, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Em seguida, foi para o Hospital TotalCor, onde morreu. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do TotalCor. Kid Vinil era diabético e sofreu uma parada cardíaca no dia 16 de abril. Ele chegou a ser colocado em coma induzido. Antes de passar mal, Kid Vinil participava de um projeto com outros cantores dos anos 1980, como Kiko Zambianchi e Ritchie, em um clube de Conselheiro Lafaiete. Nos últimos dias, amigos afirmaram nas redes sociais que o quadro do cantor tinha se agravado e pediram orações por sua recuperação.

Lula e Dilma receberam até US$ 150 milhões em propinas, afirma delação da JBS

Share Button
Foto Lula Marques/Agência PT

Foto Lula Marques/Agência PT

Além do presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves, a delação da JBS envolve os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff , ministros da atual gestão e governadores de estado. No caso dos ex-presidentes, o empresário Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud relataram pagamentos em contas no exterior tanto para Lula quanto para Dilma. Segundo O Globo, o saldo dessas contas em 2014 teria chegado a US$ 150 milhões. De acordo com Joesley Batista, o ex-ministro Guido Mantega era quem intermediava os pagamentos. Ele teria assegurado ao empresário que os ex-presidentes sabiam dos depósitos milionários. “Os depósitos foram em duas fases: uma do presidente Lula e outra pra Dilma. Foram US$ 70 milhões no de Lula e US$ 80 milhões lá na Dilma. Eu que controlava as contas. Eu tinha uma e depois abri outra. Foi quando a presidente Dilma ganhou”, explicou na delação a procuradores do Ministério Público Federal (MPF), segundo informou o Bahia Notícias. O procurador Sérgio Fernandes questiona se Dilma e Lula tinham ciência dos pagamentos, e Joesley responde que sim. “O Lula sabe disso? A Dilma sabe disso? Ele [Mantega] disse: ‘Não, sabe sim, eu falo tudo pra eles’. Passavam uns três meses, eu sempre tirava um extrato da conta pra mostrar pro Guido, e ele dizia que ia mostrar pra Lula e pra Dilma. Ele me dizia: ‘Isso aqui é do Lula, isso aqui é da presidente Dilma. Não me aprofundei se seria do Lula, ou do governo do Lula, do governo da Dilma”, relatou.

Fachin autoriza abertura de inquérito contra Temer e presidente passa a ser investigado formalmente na Lava Jato

Share Button
15/05/2017- Brasília - DF, Brasil- Presidente Michel Temer durante entrevista para o programa Frente a Frente da Rede Vida. Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito para investigar o presidente Michel Temer. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Com a decisão de Fachin, Temer passa formalmente à condição de investigado na Operação Lava Jato. Ainda não há detalhes sobre a decisão, que foi confirmado pela TV Globo. O pedido de abertura de inquérito foi feito após um dos donos do grupo JBS, Joesley Batista, dizer em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que, em março deste ano, gravou o presidente dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo”. A delação de Joesley e de seu irmão, Wesley Batista, foi homologada por Fachin, informou o Supremo nesta quinta-feira. Pela Constituição, o presidente da República só pode ser investigado por atos cometidos durante o exercício do mandato e com autorização do STF.



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia