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Por G1 Santos

"Eles são muito importantes na minha vida, não consigo mais imaginar a possibilidade de não tê-los comigo." | Foto: Arquivo pessoal

“Eles são muito importantes na minha vida, não consigo mais imaginar a possibilidade de não tê-los comigo.” | Foto: Arquivo pessoal

Uma moradora de Santos, no litoral de São Paulo, decidiu ‘adotar’ ratazanas e passou a criá-las como filhos. A história de amor da tutora Ana Carolina Vasconcelos, de 28 anos, com os roedores começou em 2018, com os ratos Darwin e Dexter. Hoje, ela cria em casa oito rattus norvegicus, mais conhecidos como ratazanas. “Eles são como filhos. Sempre brinco com eles e, quando estou fora de casa, penso o tempo todo neles”, destaca. Quando ela começou a pesquisar animais que combinassem mais com seu estilo de vida, Ana teve a certeza de que não queria gatos ou cachorros. “Tenho alergia de gato e, cachorro, eu precisaria de mais tempo e espaço. Procurei por um animal que se enquadrasse melhor na minha rotina. Comecei então a pesquisar sobre roedores”, conta. A jovem afirma que, quando começou a ler sobre ratos, achou muitas informações, já que os animais são fonte de estudo científico. Ela conta que leu que as ratazanas eram mais interativas que os hamsters e resolveu adotar uma. “Eu tive um hamster há 12 anos e descobri que tudo que eu fazia estava errado. Dessa vez, comprei a gaiola e alimentação correta antes de adotar. Depois, consegui uma pessoa em Santos que estava doando filhotes e acabei adotando uma dupla, porque eles precisam viver em companhia e serem do mesmo sexo, se não procriam muito rápido”, explica. Ana Carolina conta que se apaixonou pelas suas primeiras ratazanas e, então, durante o ano de 2018, resolveu adotar mais, chegando ao total de oito ratos, todos criados em sua casa. A jovem afirma que por ter a consciência que eles viverão pouco, tenta passar o máximo do tempo livre com os animais. “Infelizmente eles vivem pouco, mas deixam marcas na sua vida, são momentos intensos e de muita alegria que tenho com eles”, afirma. Ela relata que o marido também gosta bastante das ratazanas. “Eles passeiam dentro de casa, dentro do box do banheiro, porque precisam todos os dias serem soltos para brincar em lugares que não corram risco de se machucar. Eles brincam, correm um pouco e levo mais ou menos uma hora para limpar a gaiola, todos os dias”, destaca.