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Foto: Notícias de Santaluz

Fórum de Saúde Mental foi realizado no Auditório Lindaura Carneiro de Araújo, em Santaluz | Foto: Notícias de Santaluz

‘Prevenção do suicídio’, ‘A valorização do ser’, ‘O valor da vida e a fé’ e ‘Adolescência e as questões existenciais’ são assuntos delicados e tensos, mas foram abordados de uma forma leve em palestras realizadas, na tarde desta quinta-feira (27), durante o Fórum de Saúde Mental promovido pela Prefeitura de Santaluz, por meio da secretaria municipal de Saúde. A programação, que também teve apresentações artísticas, aconteceu no auditório Lindaura Carneiro de Araújo e reuniu usuários e profissionais da Rede de Atenção Psicossocial do município, estudantes e a comunidade em geral. A prefeita Quitéria Carneiro participou da atividade junto com as secretárias Aline Cunha, da Assistência Social, e Jamile Sena, da Saúde.

Quatro palestrantes participaram do evento, entre eles a psicóloga Luana Lima, o padre Alexandre Aquino, o pastor Rondinelly Rios e a psicanalista Jussara Secundino.

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A psicóloga Luana Lima palestrou durante o evento | Foto: Notícias de Santaluz

O Fórum integra as atividades do ‘Setembro Amarelo’, movimento mundial importantíssimo, que busca ampliar a discussão sobre a importância do cuidado com a saúde emocional. Considerado o mês de valorização da vida, Setembro é voltado para a reflexão acerca do suicídio e outras questões sobre saúde mental que afetam grande parte da população mundial. Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que o suicídio é a terceira maior causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos, e a sétima entre crianças de 10 a 14 anos. No Brasil, o cenário é assustador. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país é o oitavo com mais suicídios no mundo.

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A prefeita Quitéria entre a coordenadora de Saúde Mental Mitze Lopes (esq) e a secretária de Saúde Jamile Cunha | Foto: Notícias de Santaluz

A coordenadora de Saúde Mental do município, Mitze Lopes, afirmou que durante todo o mês foram realizadas outras ações de educação emocional como atividades em escolas da sede e zona rural; atendimento psicológico às populações rurais por meio de unidade móvel de saúde mental; distribuição de panfletos e outros materiais informativos pelos agentes comunitários de saúde, além de atividades promovidas pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf) em postos do Programa Saúde da Família (PSF).  Ainda de acordo com Mitze, além do Fórum e dessas outras ações que fizeram parte do Setembro Amarelo, o município conta diariamente com uma rede de acolhimento formada por uma equipe multidisciplinar qualificada, que dispõe de vários profissionais preparados para tratar os casos e ajudar pessoas que estejam em situação de risco, oferecendo apoio emocional, sob total sigilo.

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