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Por O Globo

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Por ordem de Emilio Odebrecht, a empresa que leva o seu nome demitiu Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa. Apesar de estar afastado de qualquer função executiva desde que foi preso em 2015, Marcelo continuava na folha de pagamentos da empresa. Ganhava R$ 115 mil. Nos últimos meses, desde que foi solto, após sua delação premiada, colocou como sua missão principal destruir aqueles a quem considera os responsáveis pela derrocada da empresa: seu pai, seu cunhado, Maurício Ferro, e alguns executivos. Desde segunda-feira, a guerra interna subiu de patamar com acusações mútuas pela imprensa. Emilio na segunda-feira trocou o presidente, saiu Luciano Guidolin e entrou Ruy Sampaio, um dos executivos em quem mais confia, e deu ordens para que os ataques a Marcelo virassem bombas atômicas. Além do salário, Marcelo perderá o motorista que o serve, assim como perderá o direito a ter um advogado interno da empresa cuidando de suas encrencas.