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Três jovens são presos e dois adolescentes apreendidos com drogas e arma em diferentes pontos de Coité

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Casal foi preso após ser flagrado com arma e drogas escondidas dentro de forno de fogão | Foto: Divulgação/PM

Casal foi preso após ser flagrado com arma e drogas escondidas dentro de forno de fogão | Foto: Divulgação/PM

Três jovens – entre eles uma mulher – foram presos e dois adolescentes apreendidos entre a tarde e a noite desta terça-feira (3) em diferentes pontos da cidade de Conceição do Coité, na região sisaleira da Bahia. As primeiras duas prisões ocorreram por volta das 16h, na localidade conhecida como ‘Pampulha’. Policiais militares da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Nordeste foram até o local após receberem denúncia sobre venda de drogas. Segundo a PM, João Pedro da Silva Lima e Fabiana da Silva Pinho foram flagrados com um revólver calibre 38, munições e sete pedras de crack embaladas para venda. O material estava escondido dentro do forno de um fogão na residência do casal. Conforme a polícia, ao perceber a chegada da viatura ao local João Pedro tentou fugir, mas foi alcançado. Dentro do imóvel Fabiana esboçou pular pela janela, mas também foi contida, informou a polícia.

Material encontrado dentro do forno de fogão na residência de João e Fabiana | Foto: Divulgação/PM

Material encontrado dentro do forno de fogão na residência de João Pedro e Fabiana | Foto: Divulgação/PM

Já à noite, por volta das 19h30, uma guarnição da 4ª Companhia do Décimo Sexto Batalhão prendeu Flávio Fernando Nascimento Morais, de 18 anos, e apreendeu o irmão dele e outra pessoa, ambos adolescentes. Os militares faziam rondas pela rua Duque de Caxias quando flagraram o trio com três pedras de crack e uma porção de maconha, além de dois aparelhos celulares e a quantia de R$ 54. Nas duas ações, os suspeitos e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia da cidade, onde os casos foram registrados.

Notícias de Santaluz

A “Constituinte Cidadã” também foi excludente em matéria de família: Entrevista com o escritor retirolandense Enézio de Deus sobre seu novo livro

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“Não fossem as 25 mulheres deputadas naquele espaço com mais de 500 deputados e senadores, estaríamos chagados por enorme atraso em matéria de família”. “Houve constituintes evangélicas/os que conseguiram, com clareza, separar a sua fé da atuação como representantes estatais da sociedade”. As afirmações são do advogado Enézio de Deus Silva Júnior, doutor e mestre em Família na Sociedade Contemporânea, autor do livro “Falas de que Família(s)? Análise dos Discursos da Constituinte de 1987/88 sobre Direitos e Relações Familiares”, que será lançado nessa quinta-feira (5), na Livraria Cultura do Salvador Shopping, capital baiana. Vale conferir a entrevista que ele concedeu ao Notícias de Santaluz.

Advogado retirolandense lança livro nesta quinta-feira (5), no Salvador Shopping | Foto: Divulgação

Doutor e mestre em Família na Sociedade Contemporânea, advogado retirolandense Enézio de Deus Silva Júnior lança livro nesta quinta-feira (5), no Salvador Shopping.

A Constituição de 1988, tendo por foco analítico o seu longo processo de elaboração, é um bom exemplo de que a sociedade brasileira mudou para melhor quanto à família?

Infelizmente, não. Tudo que se conquistou de progressista ou, simplesmente, justo na Constituinte de 1987/88 quanto ao tema família (o divórcio ilimitado, a pequena quebra da centralidade do casamento como único constituidor familiar, a igualdade formal entre mulheres e homens na chefia da sociedade conjugal, a licença paternidade, dentre outras inovações para as condições de produção da época) somente foi inserido no texto da Constituição após muita luta dos movimentos sociais, especialmente o de mulheres, meio a muitos embates discursivos e articulações de convencimento que se sobrepusessem ao jogo conservador dos atravessamentos ideológicos ali preponderantes. Houve, sem dúvida, pontuais avanços, mas, no geral, a sociedade brasileira, da mesma forma como representada androcentricamente naquele espaço institucional, prossegue, em sua maioria, mais conservadora do que progressista em matéria de direitos, relações familiares e tudo que circunda o tema família(s).

E o que você entende por família?

Pessoas unidas por se amarem e desejarem prosseguir juntas. O que diferencia, portanto, uma família de todas as formas possíveis de agrupamento humano é o afeto especial que une seus membros na clara perspectiva de uma vida em comum, por meio da qual são partilhadas não somente responsabilidades, mas, especialmente, sentimentos, sonhos, projetos e desejos em prol da felicidade dos que a integram. Família é, em outras palavras, espaço de subjetividades culturalmente modelado, por meio do qual pessoas afetivamente unidas (ainda que não coabitem exclusivamente no mesmo espaço físico) procuram se desenvolver da melhor forma, tecendo, juntas, suas realizações. É o lócus sagrado do afeto por excelência, sem o qual resta difícil (senão, impossível) pensar no melhor desenvolvimento humano. Por isso, uma das mais graves injustiças é a negação do status de família a pessoas que, por se amarem, resolveram caminhar juntas. A realidade biológica, por si só, sempre será insuficiente para compreendermos a profundidade dos laços familiares e da própria dimensão do que seja uma família. Mais do que simples “achados da natureza” sustentados pela consanguinidade, famílias são teias afetivamente edificadas que, pelo primado da liberdade individual, sustentam-se pelo querer bem mútuo. Se não for por esse livre querer (por fazer bem, por valer a pena a construção e a convivência afetiva conjuntas) uma família, como se diz, pode ser mais “de fachada” do que de verdade. Não precisamos ser do mesmo sangue para sermos uma família. Hoje, a meu ver, importante é a constatação de que, ao contrário das alegações de ruína ou crise total “da família”, as famílias, nos seus plurais, prosseguem fortemente reinventadas, como bem pontua Elisabeth Roudinesco, ou seja, em constantes mudanças e prontas para se manterem ao longo dos tempos, porque essenciais aos seres humanos. As lentes de certo conservadorismo é que fingem não enxergar essa permanente dinâmica.

Como você chega a tal constatação? A Constituinte, então, enquanto espaço institucional, não conseguiu refletir os anseios democráticos conforme tão ansiado naquele momento?

Refletiu naquilo que foi conveniente para a maioria conservadora ali discutindo e decidindo em nome de toda a sociedade. No âmbito dos direitos e relações familiares, houve diversas preterições e exclusões “costuradas” pelo patriarcado heteronormativo em destaque representado. Assim se constituíram os dizeres e silêncios sobre o tema família na Constituinte de 1987/88, a mais longa da nossa história. Trata-se de um processo constituinte complexo (processo mesmo, ao invés de uma mera “reunião” ou “assembleia”), de sentido democrático para os anseios libertários daquele momento singular, mas carregado de fundamentalismos e preconceitos que não são problematizados, por exemplo, nos “manuais” de Direito Constitucional quando abordam a Constituinte que durou quase dois anos para dar à sociedade brasileira sua tão sonhada “Constituição Cidadã”. Há um sem número de autores romantizando e repetindo elogios generalizantes sobre um processo que foi, sobretudo na seara familiar, tenso e dialogicamente conflitante. Não fossem as 25 mulheres deputadas naquele espaço com mais de 500 deputados e senadores, estaríamos chagados por enorme atraso em matéria de família. A atuação do chamado “lobby do batom”, em permanente conexão com o movimento social de mulheres, foi catalisadora dos avanços, como bem minudencia Dra. Salete Maria em sua tese/livro “A Carta que elas escreveram: a participação das mulheres no processo de elaboração da Constituição Federal de 1988”. Tal movimento, bem representado em uma das sessões por Comba Marques falando em nome do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, foi significativa para os avanços familiares que tivemos no texto da Constituição Federal promulgada em 5 de outubro de 1988, assim como a atuação suprapartidária do assim alcunhado “lobby” formado pelas deputadas constituintes, qualificador dos debates.

Foi árduo, então, fazer a Constituinte avançar?

Sim. Muito tenso e trabalhoso fazê-la avançar no possível e discutir temas que fundamentalistas desejavam “abortar” rapidamente: o divórcio ilimitado, o alargamento do conceito de família, a igualdade real, isto é, material das mulheres com relação aos homens nas relações familiares, etc. Embora o atravessamento ideológico mais operante contrário às pautas progressistas tenha sido o religioso de matriz cristã, houve constituintes evangélicas/os que conseguiram, com clareza, separar a sua fé da atuação como representantes estatais da sociedade, a exemplo de Benedita da Silva (PT-RJ) e Lysâneas Maciel (PDT-RJ). Isso, ali, foi e, até hoje, continua raro de se ver nos parlamentos em todos os âmbitos; algo muito importante para a democracia num Estado laico. Surpreendi-me positivamente. Ambos, por exemplo, votaram a favor de que a expressão “orientação sexual” fosse inserida, no texto constitucional, como mais um dos elementos expressos proibitivos de discriminação dos cidadãos e cidadãs. Mas, na reta final da Constituinte, por conta de mais uma das tantas manobras conservadoras, tal expressão foi excluída da redação final da Lei Maior. Não há como repetir que a Constituinte de 1987/88 foi somente progressista em matéria de família quando, por exemplo, um parlamentar, após convencido pelos pares, chorou ao ter que retirar uma proposta de sua autoria defendendo a volta da indissolubilidade do casamento sob a justificativa de que Deus criou o homem para se unir à mulher em caráter eterno (contrário, portanto, ao divórcio, possível no Brasil desde 1977). As investidas ou “costuras” no sentido de tornar o texto constitucional o mais conservador possível quanto aos direitos e relações familiares foram constantes, ininterruptas naquele processo discursivo complexo e continuamente atravessado pelas ideologias religiosa, patriarcal, heteronormativa, casamentária e consanguínea.

É por isso que você dedica essa sua nova obra àqueles e àquelas para os quais a “Constituição Cidadã” não veio?

Exatamente. Após analisar cientificamente os dizeres e silêncios das/os constituintes sobre direitos e relações familiares por quatro anos, não faço coro com a “ala constitucionalista” que perpetua exaustivos elogios à Constituinte de 1987/88 e à forma como a família foi delineada no texto constitucional em vigor. Embora não negue os avanços (união estável e família monoparental como novos entes familiares, licença paternidade, igualdade plena formal entre filhos e entre homens e mulheres na sociedade conjugal, dentre outros), continuarei dedicando essa pesquisa a todas e todos para as/os quais a Constituição não veio, ainda excluídas/os da aplaudida promessa: 

“a Nação quer mudar, a Nação deve mudar, a Nação vai mudar”.

De onde brotou essa investigação e qual teoria o embasou nessa empreitada?

Brotou do meu desejo de analisar cientificamente tais discursos (dizeres e silêncios) para saber como e por que a família foi delineada, até chegar à sua redação final, no texto da Constituição Federal aprovada em 1988. Isso é de uma relevância social e de um ineditismo tal, que se afiguraram fundamentais para mim quando, entre 2012 e 2016, estive na condição de aluno de um programa de doutorado em família. Não identifiquei, desde antes da seleção para ingresso no doutorado, pesquisa científica ou obra com tal recorte e metodologia analisando a base discursiva sobre família emanada da Assembleia Nacional Constituinte de 1987/88. Foi o que empreendi sob a orientação do Dr. Edilton Meireles, desembargador e professor de mestrado/doutorado da UFBA e da UCSAL. O campo teórico da Análise do Discurso francesa (AD) viabilizou, pelo seu potencial e abertura interdisciplinares, a concretude da investigação, com aportes principais nas contribuições do seu fundador, o filósofo Michel Pêcheux, e da sua maior expoente no Brasil, a Profa. Dra. Eni Orlandi.

Como você teve acesso aos discursos da Constituinte?

Através de pedido formalizado ao Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados, que me deu acesso a todos os discursos, debates, atas e demais documentos componentes da enorme base de dados da Assembleia Nacional Constituinte de 1987/88.

Imagino o seu trabalho para organizar, fazer os recortes…

Um trabalho enorme, confesso. No início, pela dimensão do arquivo e, mesmo após definido o “corpus” analítico, a tarefa era grande. Foram quatro anos de muita imersão, de bastante concentração nos limites entre teoria/empiria, entre referenciais teóricos e metodológicos, entre descrição e análise daqueles discursos que, muito mais do que palavras que não são somente daqueles/as parlamentares, constituem ditos e silêncios que significam demais pela história, pela língua, pelo inconsciente e pelas ideologias. Como bem ressalta Profa. Eni Orlandi, os sujeitos dizem, imaginam que sabem o que estão dizendo, mas, em verdade, não acessam nem controlam os modos pelos quais os sentidos se constituem neles, por eles. Foi, portanto, desafiadora a tarefa que abracei de procurar perceber e descrever esses sentidos pelos atravessamentos ideológicos preponderantes a respeito do tema família(s) na mais longa Constituinte brasileira.

Quais vertentes ou forças mais progressistas atuaram a favor da ampliação dos direitos familiares na Constituinte de 1987/88? Teria como citar alguns nomes de parlamentares que o sr considera progressistas na matéria ou que elevaram o nível dos debates?

A principal força progressista, elogiável nesse particular, sem menor dúvida, foi a articulação política e cidadã das mulheres dentro e fora daquele espaço institucional, seja como movimento social, seja como força encarnada naquelas somente 25 deputadas em meio a mais de 500 homens deputados e senadores, embora nem todas fossem necessariamente progressistas a ponto de abraçarem a integralidade das pautas consideradas avançadas, libertadoras; mas a grande maioria, sim. Essa baixa representação feminina nos espaços de poder é muito bem abordada pela Dra. Sônia Wright em sua tese/obra “Estratégias de inclusão das mulheres na política institucional: a opinião parlamentar estadual do Nordeste”. Nenhuma daquelas 25 deputadas teve posição de destaque regimental na Constituinte, à exceção da deputada Cristina Tavares (PMDB-PE), que ficou com a relatoria da Subcomissão da Ciência e Tecnologia e da Comunicação. É lógico que houve muitos deputados e senadores progressistas, fundamentais naquela ambiência para os avanços conquistados textualmente quanto aos direitos das famílias, relações familiares e demais socialmente relevantes, a exemplo de Nelson Carneiro, José Genoíno, Florestan Fernandes, José Paulo Bisol, Domingos Leonelli e outros. Igualmente, lembro-me de nomes de deputadas constituintes bastante qualificadoras dos debates (além de Cristina Tavares): Benedita da Silva, Lídice da Mata, Anna Maria Rattes, Irma Passoni e outras.

A Constituição Federal brasileira em vigor completará 30 anos em outubro próximo. Ela vem possibilitando mudanças importantes para a sociedade na área de família?

Da mesma forma como na Constituinte analisada: à custa de muita luta e articulação social. Sem isso, não se avança em nosso país.

Você vê quais contribuições à sociedade nesse seu novo livro?

Primeiro, a de que consolidar direitos diferentes aos que me tocam não me afetam nem me diminuem: somam para uma sociedade democraticamente mais fortalecida e harmoniosa. Daqui, surge outra fundamental contribuição: a de que, em tempos de preconceitos ainda recrudescidos, as esperanças e forças de luta precisam prosseguir renovadas por um país, de fato, solidário para com todas as famílias, justo e respeitoso. Nossas diversidades nos enriquecem. Quanto mais respeito à dignidade de todas as pessoas com suas bases familiares respeitadas, mais avançaremos, pois isso gera amor e paz na sociedade. É muito simples. Só assim, quem sabe um dia, a aplaudida promessa da Constituinte (de que “a Nação vai mudar”) torne-se realidade para todas e todos as/os brasileiras/os sem qualquer distinção. Aproveito para agradecer ao site Notícias de Santa Luz e para reforçar a todas e todos o convite para o lançamento do meu livro.

Sobre o autor – Enézio de Deus Silva Júnior, natural de Retirolândia-BA (1981), é advogado, servidor público concursado da Secretaria da Administração do Estado da Bahia, professor da Especialização em Educação em Gênero e Direitos Humanos da UFBA/UAB, bacharel em Direito pela UESC, especialista em Direito Público pela UNIFACS, mestre e doutor em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSAL.

"Falas de que Família(s)? Análise dos Discursos da Constituinte de 1987/88 sobre Direitos e Relações Familiares", que será lançado nessa

Livro “Falas de que Família(s)? Análise dos Discursos da Constituinte de 1987/88 sobre Direitos e Relações Familiares” será lançado nessa quinta-feira (5), no Salvador Shopping.

Trio é preso tentando furtar loja pela 2ª vez em menos de um mês em Coité

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Foto: Notícias de Santaluz

Foto: Notícias de Santaluz

Um homem e duas mulheres, entre elas uma jovem grávida de oito meses, foram presos em flagrante no início da tarde desta terça-feira (3) em Conceição do Coité, região sisaleira da Bahia, por tentar furtar a loja Magazine Luíza pela segunda vez em menos de um mês. Militares da 4ª Companhia do Décimo Sexto Batalhão foram acionados pelo gerente do Magazine Luíza e prenderam os suspeitos em outra loja, que fica próximo ao local. De acordo com a Polícia Militar, Reginaldo Oliveira Soares, de 45 anos, Emanuela Araújo Cunha, 37, e Carolaine Pinheiro Conceição, 19, foram reconhecidos nas imagens de um furto registrado no dia 16 de março desse ano – quando foram levados nove aparelhos celulares – e confessaram o crime após serem detidos nesta terça.

Material apreendido com suspeitos | Foto: Notícias de Santaluz

Material apreendido com suspeitos | Foto: Notícias de Santaluz

Com o trio, que reside em Salvador, os policiais apreenderam um relógio dois relógios; um par de óculos; dois aparelhos celulares e um carregador; dois cartões da Caixa, um do Bradesco e três do Bolsa Família; uma carteira de trabalho; um alicate; uma chave de fenda uma tesoura, além de alguns pertences e a quantia de R$ 482 em espécie. Os suspeitos foram encaminhados para a delegacia da cidade, onde confessaram participação do furto à loja no mês passado. Conforme a polícia, o homem tinha um mandado de prisão em aberto por furto.

Notícias de Santaluz

Um dia após ser acusado de estuprar a própria prima em Santaluz, homem é preso por cometer mesmo crime em Nordestina

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Suspeito de estuprar mulher em Santaluz foi preso por cometer mesmo crime na cidade de Nordestina | Foto: Notícias de Santaluz

Suspeito de estuprar mulher em Santaluz foi preso por cometer mesmo crime na cidade de Nordestina | Foto: Notícias de Santaluz

Uma mulher de 46 anos afirma ter sido abusada sexualmente pelo próprio primo em Santaluz. De acordo com informações apuradas pela reportagem, a vítima estava andando nas imediações da Praça Mariana Barbosa, na região central da cidade, quando foi abordada de forma violenta pelo suspeito, que a levou para um imóvel abandonado. A reportagem apurou que o crime ocorreu na noite do último domingo (1) e a vítima procurou a delegacia da cidade para prestar queixa no dia seguinte. Ainda muito abalada, a mulher foi encaminhada para o Departamento de Polícia Técnica da cidade de Serrinha, onde fez exame de corpo de delito na manhã desta terça-feira (3). O suspeito, identificado como Givaldo Mota dos Santos, o ‘Caçola’, de 35 anos, foi encontrado nesta terça nas imediações da Avenida Lomanto Júnior, em Santaluz, e encaminhado à delegacia de Nordestina, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão, feita por agentes da Polícia Civil de Nordestina, foi em cumprimento a um mandado de prisão preventiva por outra acusação de estupro seguido de roubo a mão armada. O crime ocorreu no dia 14 de maio de 2016. Givaldo chegou a ser preso pela Polícia Militar, em Santaluz, seis dias depois, e levado para a delegacia de Nordestina. Porém foi posto em liberdade. Segundo a polícia, o homem também tem várias passagens por roubo.

Notícias de Santaluz

Chuva eleva nível de reservatório e Embasa retoma captação na Barragem da Leste para Queimadas e Santaluz

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Barragem da Leste, em Queimadas, transbordou após as chuvas dos últimos dias | Foto: Notícias de Santaluz

Barragem da Leste, em Queimadas, transbordou após as chuvas que caíram recentemente na região | Foto: Notícias de Santaluz

As chuvas que caíram recentemente na região sisaleira elevaram ao máximo o nível da Barragem da Leste e fizeram com que a Embasa retomasse, há cerca de um mês, a operação do sistema de abastecimento de Queimadas e Santaluz captando água deste manancial para tratar e distribuir aos dois municípios. Com isso, segundo a assessoria da empresa, a captação implantada emergencialmente na Barragem da Fazenda Correnteza ficará disponível para o caso de necessidades futuras. “Foi uma estrutura que fizemos de maneira emergencial para superação da crise hídrica que atingiu os dois municípios, com o colapso da Barragem da Leste. Com ela, conseguimos dar continuidade ao abastecimento e superar a crise”, ressalta o gerente da unidade regional da Embasa, Euvaldo dos Santos Neto. Conforme a concessionária, a recuperação do volume de água na Barragem da Leste foi possível graças à chegada de chuvas na bacia do Rio Itapicuru e à elevação da capacidade de armazenamento no manancial. A Embasa disse ter feito a retirada de cerca de 90 mil metros cúbicos de areia durante os serviços de desassoreamento na barragem, nos quais foram investidos cerca de R$1 milhão, segundo a empresa. Vale lembrar que, recentemente, a prefeitura de Queimadas também realizou uma intervenção no reservatório em parceria com o governo do estado.

Notícias de Santaluz

Moradora de Queimadas passa mal e capota carro na BA-120, em Santaluz

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Mulher perdeu o controle da direção após passar mal e capotou carro na BA-120, entre Santaluz e Queimadas | Foto: Notícias de Santaluz

Mulher perdeu o controle da direção após passar mal e capotou carro na BA-120, entre Santaluz e Queimadas | Foto: Notícias de Santaluz

Uma mulher identificada como Eliara de Matos Silva, de 30 anos, passou mal enquanto trafegava de carro na rodovia BA-120, no trecho entre as cidades de Santaluz e Queimadas, região sisaleira da Bahia, perdeu o controle da direção e capotou o veículo. O acidente aconteceu no início da tarde desta terça-feira (3). A vítima, que estava sozinha, seguia para Queimadas, onde reside. Segundo o mecânico Glautier Silva, que é esposo de Eliara, a mulher usava o cinto de segurança e sofreu apenas ferimentos no rosto e braço. “Ela disse que estava retornando de Santaluz para Queimadas e se sentiu mal enquanto dirigia. A sensação que ela teve é de que a pressão baixou de repente. Ela sofreu alguns ferimentos, mas graças à Deus está bem”, contou. Eliara foi socorrida por um motociclista e levada para o hospital de Santaluz, onde foi atendida e medicada. O carro Uno Mille, de cor prata, com placas de Retirolândia (BA), ficou destruído. O veículo estava no seguro e foi removido do local do acidente por um guincho.

Notícias de Santaluz

Mulher perdeu o controle da direção após passar mal e capotou carro na BA-120, entre Santaluz e Queimadas | Foto: Notícias de Santaluz

Mulher perdeu o controle da direção após passar mal e capotou carro na BA-120, entre Santaluz e Queimadas | Foto: Notícias de Santaluz

Colisão entre duas motos deixa três feridos no contorno da BA-120, em Santaluz

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Acidente aconteceu no contorno da BA-120, no perímetro urbano de Santaluz | Foto: Leitor do Notícias de Santaluz

Acidente aconteceu no contorno da BA-120, no perímetro urbano de Santaluz | Foto: Leitor do Notícias de Santaluz

Uma colisão envolvendo duas motos deixou três feridos, no fim da manhã desta terça-feira (3), no contorno da BA-120, no perímetro urbano de Santaluz, região sisaleira da Bahia. O mototaxista Ivanilton Queiroz Santos e o passageiro Israel Santos Cupertino, de 57 anos, além de outro homem identificado como Luiz de Matos, 48, foram lançados no asfalto com o impacto. Eles foram encaminhados para o hospital da cidade, onde permaneciam internados até por volta das 15h. De acordo com relatos de testemunhas, o caso mais grave foi o de Luiz, que sofreu uma fratura no joelho. Israel sofreu um corte na cabeça e precisou levar pontosO estado de saúde das vítimas é estável. As circunstâncias do acidente não foram esclarecidas.

Notícias de Santaluz

Lutador de MMA, Adriano Mamute é assassinado com tiro e facadas na frente da mulher e do filho

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Por G1 PA

Foto: Reprodução / Facebook

Foto: Reprodução / Facebook

O lutador de MMA (artes marciais mistas) Adriano Sylberth Santana Pereira, conhecido como Mamute, de 29 anos, foi assassinado dentro de casa na madrugada desta terça-feira (3) no distrito de Outeiro, em Belém. A vítima morreu na frente da mulher e do filho. A Divisão de Homicídios investiga o crime. Segundo a Polícia Civil, o lutador estava em sua casa quando, por volta de 23h30, bateram na porta dos fundos. Ao abrir, Adriano Mamute se deparou com três homens, todos com camisas no rosto e armados. Mamute correu para o quarto, onde estavam a companheira e o filho de 9 anos, mas foi perseguido pelos criminosos, que, ao chegarem no quarto, foram em direção a ele. A vítima teria pedido calma, mas foi atingido com um tiro no rosto. Ele caiu no chão ainda com vida. Os assaltantes pediram os aparelhos celulares de Adriano e da mulher. Quando estavam saindo da casa perceberam que a o lutador ainda estava vivo e voltaram para aplicar golpes de faca no peito da vítima que morreu no local. Além de lutador com 30 lutas no cartel, Adriano tinha um emprego de eletricista naval, segundo a polícia. A Polícia Civil apurou também que Mamute não estava sendo alvo de ameaças que pudessem estar relacionadas ao crime.

Janot diz que suspeitava de fuga do país ao investigar ‘bunker’ de Geddel

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou que foram suspeitas de uma possível fuga do país que levaram os investigadores ao apartamento com malas de dinheiro ligadas ao ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), de acordo com o portal UOL. Janot, atualmente subprocurador-geral da República, contou em palestra em uma universidade de Brasília nesta terça-feira (3) que inicialmente não se suspeitava que seria encontrado dinheiro no apartamento. “Esse cidadão estava preso e obteve autorização para prisão domiciliar. O estado natal dele não tinha tornozeleira eletrônica, então ele ficou em domiciliar, sem tornozeleira, e começou a fazer um movimento estranho. Aí os vizinhos ligaram para a Procuradoria dizendo: tem um movimento muito estranho desse cidadão, ele deve estar se organizando para fugir do país. Houve um pedido de busca e apreensão no apartamento e estávamos seguros de que estávamos seguros de que encontraríamos material para fuga”, disse Janot.

ACM Neto diz a aliados que não deve se candidatar a governo da Bahia

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O prefeito de Salvador, ACM Neto | Foto: Valter Pontes/SECOM SALVADOR

O prefeito de Salvador, ACM Neto | Foto: Valter Pontes/Secom Salvador

O presidente do DEM, ACM Neto, vai anunciar na sexta-feira (6), se permanece à frente da prefeitura de Salvador ou se renuncia ao cargo para ser candidato ao governo da Bahia. A aliados, no entanto, disse que hoje a chance de permanecer na prefeitura é maior do que a de sair. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Um dos entraves para a decisão de ACM Neto é o fato de o MDB, que apoiaria a sua candidatura, não abrir mão de lançar o nome do deputado Lúcio Vieira Lima à reeleição. O prefeito teme o desgaste político que isso pode trazer, já que Lúcio é irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima e também foi denunciado no caso dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador. Aliados do DEM e de outros partidos, como PSDB, pressionam para que ele dispute a eleição, o que garantiria um palanque forte para o futuro candidato à Presidência, seja ele Rodrigo Maia (DEM) ou Geraldo Alckmin (PSDB). Caso ACM Neto não seja candidato, a avaliação desse grupo é que o atual governador, Rui Costa (PT), vai se reeleger “sem dificuldades”. ACM Neto também tem sinalizado que, se não deixar a prefeitura, o DEM pode lançar como candidato ao governo o nome do atual prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo.

Jovem de 18 anos é morto a tiros no meio da rua em Araci

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Foto: Divulgação/Redes Sociais

Foto: Divulgação/Redes Sociais

O jovem Angelo Gabriel Conceição de Oliveira, de 18 anos, foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (2), no bairro do Coqueiro, em Araci, região sisaleira da Bahia. O crime aconteceu por volta das 22h10, na rua Remanso. Segundo a polícia, testemunhas disseram que o jovem estava no meio da rua quando dois suspeitos, um deles com arma de fogo em punho, chegaram em uma motocicleta 160 cilindradas, de cor preta, exigindo o seu celular. A vítima entregou o aparelho, mas o suspeito atirou mesmo assim, conforme a polícia. Angelo foi atingido com pelo menos três tiros na cabeça e morreu na hora. A polícia não descarta a hipótese de crime passional, já que um ex-namorado de uma mulher com quem a vítima estava tendo um relacionamento amoroso foi identificado por testemunhas como autor dos disparos. O caso, no entanto, deve ser investigado pela delegacia da cidade. A Polícia Militar procurou pelo suspeito, mas ele não foi encontrado até a publicação desta reportagem. O corpo de Angelo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica de Serrinha. 

Notícias de Santaluz

Homem é preso acusado de estuprar, agredir e ameaçar ex-companheira em Coité

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Agentes da Polícia Civil de Conceição do Coité, cidade localizada na região sisaleira da Bahia, prenderam nesta segunda-feira (2), Jenobal Silva Santos, acusado de estuprar, agredir e ameaçar a ex-companheira. De acordo com informações do Repórter Renny Maia, a própria mulher registrou boletim de ocorrência contra o acusado na manhã desta segunda, na delegacia local. Diante da denúncia, os policiais foram até a casa do homem, que fica no povoado de Almas, e o prenderam. Segundo a polícia, Jenobal tentou fugir ao avistar os agentes, mas foi detido e encaminhado à delegacia, onde foi autuado com base na Lei Maria da Penha. Ainda segundo a polícia, a mulher já tinha registrado outra queixa de ameaça contra ele há um mês.

Notícias de Santaluz

Carro pega fogo após batida e mulher morre na região da Chapada Diamantina

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Carro pegou fogo após bater no canteiro central, na BA-052 | Foto: Blog Braga

Carro pegou fogo após bater no canteiro central, na BA-052 | Foto: Blog Braga

Uma mulher morreu em um acidente ocorrido na BA-052, trecho perto da cidade de Piritiba, na região da Chapada Diamantina, na Bahia, nesta segunda-feira (2). De acordo com o G1, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que a batida ocorreu no trecho do povoado de Porto Feliz, por volta das 6h40. Segundo a polícia, Isabela Bastos Carvalho seguia para Salvador quando perdeu o controle da direção e bateu o carro no canteiro central. Com o impacto, o veículo pegou fogo. Isabela ficou presa às ferragens. Ela morreu no local. Outras duas pessoas que estavam no carro ficaram feridas e foram levadas para um hopital de Piritiba. O estado de saúde delas não foi informado.

Carro com placas clonadas de Queimadas é apreendido em Baixa Grande

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Carro clonado com placas de Queimadas foi apreendido em Baixa Grande | Foto: Notícias de Santaluz

Carro clonado com placas de Queimadas foi apreendido em Baixa Grande | Foto: Notícias de Santaluz

Agentes da 98ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar) prenderam na manhã desta segunda-feira (2) na BA-052, em Baixa Grande, no centro norte baiano, um homem que conduzia um carro Uno Mille Way, de cor prata, com placas clonadas de um veículo com as mesmas características, pertencente a um morador da cidade de Queimadas, que fica no nordeste do estado. Segundo a PM, durante a abordagem os policiais observaram que a numeração do motor era diferente da que consta no documento do veículo. Ao ser questionado, o condutor, Zezito Gomes da Silva, alegou que tinha comprado o automóvel na mão de um homem identificado como ‘Hélio’, morador do povoado de Mandacaru, que fica na zona rural de Baixa Grande. Os policiais foram até o local, mas não encontraram o homem. Com isso, Zezito foi encaminhado para a delegacia da cidade, onde foi constatado que o morador de Queimadas, Ataizo de Oliveira Lima, que teve o carro clonado, tinha registrado um boletim de ocorrência há cerca de 15 dias, informando que havia um veículo transitando no município com a mesma placa do automóvel dele. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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