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Policiais militares grevistas fazem passeata pelas ruas do centro de Feira de Santana

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Foto: Leitor do Notícias de Santaluz

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Policiais militares que aderiram ao movimento grevista ‘Segurança por Segurança’, deflagrado no final da tarde desta terça-feira (8), realizaram uma manifestação em Feira de Santana, na manhã desta quarta-feira (9). Após se reunir em frente à sede regional da Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra), o grupo caminhou pela Avenida Maria Quitéria em direção à Presidente Dutra carregando faixas com reivindicações. A manifestação deixou o trânsito congestionado. O soldado Dos Anjos, que coordena a Aspra em Feira de Santana, afirmou nas redes sociais que a greve é uma resposta ao que considera ‘falta de diálogo’ com o governo, que não teria cumprido acordos firmados com a categoria desde 2014. De acordo com a Aspra, a mobilização é para cobrar do governo reivindicações como melhorias no Planserv, solução para os problemas do novo sistema RH, o plano de carreira da categoria, o reajuste da CET (benefício da Condição Especial de Trabalho), regulamentação da lei que prevê isenção de ICMS na compra de arma de fogo por servidores da segurança pública e a regulamentação da lei de periculosidade, aprovada há 18 anos.

Notícias de Santaluz

1 resposta para “Policiais militares grevistas fazem passeata pelas ruas do centro de Feira de Santana”

  • JOSÉ PLÍNIO DE OLIVEIRA disse:

    É uma situação muito difícil para essa categoria de Servidores Militares. Eu sei o que isso!!! Eu fui testemunha ocular de um movimento de Policiais Militares no Rio de Janeiro que esteve na iminência de consumar-se em uma hecatombe de proporções inimagináveis se o Estado não tivesse se acovardado e não “abrisse as pernas e ficasse de quatro” naquele momento de extrema gravidade. DEUS NOS LIVRE E GUARDE. Tem uma questão – entre outras – a ser pensada: por ocasião da formação desses Trabalhadores da Segurança Pública, é praticado um ato solene que tem um impacto oneroso sobre a MORAL, o PSICOLÓGICO, o ESPIRITUAL; o patrimônio MENTAL, HUMANO e SOCIAL deses Servidores Militares: O JURAMENTO À BANDEIRA. O Estado leva o Militar a celebrá-lo, mas não preserva nenhuma consciência concreta do significado profundo desse Ato Cívico perante a Sociedade Civil; o que é muito perigoso. O soldado tem que afastar-se da bajulação ridícula e promíscua com o oficialato que somente sabe perseguir, punir e condicionar o subalterno à vida do crime. Por isto temos tido tantos atos de violências perpetrados por soldados contra a sociedade civil, tantos suicídios e tantas patologias mentais gravíssimas de que esses Servidores da Pátria têm sido vítimas. DEUS QUE OS ILUMINE NESTE TÃO DIFÍCIL MOMENTO!!!!

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