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:: ‘Destaque3’

Criança de três anos é encontrada morta na casa de vizinha, em Salvador; polícia investiga

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Por G1 BA e TV Bahia

Foto: Arquivo pessoal

Uma criança de três anos foi encontrada morta dentro da casa de uma vizinha da família, no bairro Nova Brasília de Valéria, em Salvador, na madrugada desta terça-feira (20). A mãe chegou a socorrer o garoto para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas ele já chegou ao local sem vida.

A vítima se chama Luiz Fernando Góes Nogueira, que morava na rua Manoel Quirino. De acordo com a mãe, Daniela Góes, na noite de segunda-feira (19) o menino estava na porta de casa com ela, brincando com o filho de uma vizinha, de sete anos. A mulher entrou em casa para ir até o banheiro e quando voltou, não encontrou mais o filho.

“Deixei ele brincando. Ele, a irmã e esse menino. Eu disse que voltava para pegar, na frente da casa dela. Quando voltei, ele não estava mais lá. Fui na casa do menino imediatamente e ela [a suspeita] já estava com tudo fechado, dizendo que tinha colocado o menino para entrar”, disse.

Conforme Daniela, acompanhado da mãe, o filho da vizinha com quem Luiz Fernando brincava teria dito que o menino havia saído com outra criança. A mãe conta que imediatamente começou a procurar por ele, desesperada, com ajuda de outras pessoas que moram na região.

Daniela relata que por volta de 1h30, retornou à casa da vizinha com uma colega, que viu, por um buraco na parede, que a mulher mexia em um saco de linhagem. Elas insistiram para entrar no imóvel e quando entraram, Daniela achou o filho debaixo de uma mesa, dentro da embalagem.

“Quando a vizinha olhou pelo lado da porta, pelo buraco, viu ela empacotando alguma coisa e botando debaixo da mesa. Quando a vizinha olhou direito e viu que era o corpo de uma criança, eu fiquei arrasada querendo arrombar para poder entrar. Quando eu entrei, peguei o saco e botei em cima da cama, o meu filho já estava morto dentro daquele saco de linhagem”, disse Daniela, aos prantos.

Com ajuda de um vizinho, ela levou o filho para a UPA do bairro de Valéria, mas ele já chegou sem vida. Segundo a mãe, o corpo apresentava sinais de esganamento e pauladas.

“Ela agrediu ele com uma pancada na cabeça. Desmaiou meu filho e abafou meu filho. Ele chegou na UPA cheio de hematoma, com os pés roxos”, contou a mãe.

Ao voltarem para Nova Brasília de Valéria, a suspeita já tinha fugido junto com o filho. Daniela afirma que não tinha desavenças com a vizinha e que os filhos costumavam brincar juntos. Ela não sabe informar o que teria motivado o crime.

“Quando eu cheguei da UPA, para ver se ela estava lá para responder, os vizinhos disseram que ela havia fugido com a mãe e o filho. Mas não levou nada porque quando a perícia chegou lá, estava tudo no lugar”, comentou Daniela.

O corpo de Luiz Fernando ainda está na UPA. Em nota, a Polícia Civil informou que já foram expedidas as guias periciais. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Suspeito de matar tio no interior da Bahia é preso em SP

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um jovem de 26 anos suspeito de matar o tio em Ribeira do Pombal, na Bahia, foi preso no domingo (18), no bairro de Itaim Paulista, na cidade de São Paulo. O homicídio aconteceu em 2017. De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que o suspeito e a vítima entraram em luta corporal dentro de um bar e o sobrinho efetuou disparos de arma de fogo contra o tio, identificado como José Domingos Lourenço dos Santos. O homem ainda foi socorrido para uma unidade hospitalar, mas não resistiu. Segundo o titular da Delegacia Territorial de Ribeira do Pombal, delegado Thiago Alves, o crime foi motivado por desentendimentos familiares. Após o cumprimento da ordem judicial, o suspeito será recambiado para a Bahia, onde deve seguir para o sistema prisional.

Notícias de Santaluz

Quase mil pessoas testam positivo para Covid após festival na Holanda

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Por Deutsche Welle

Festival Verknipt em Utrecht, na Holanda, em foto de julho de 2021 | Foto: Festival Verknipt/Facebook

Cerca de mil pessoas foram infectadas pelo coronavírus em um festival de música na cidade de Utrecht, na Holanda, no início do mês, informaram as autoridades locais na semana passada.

Elas acrescentaram que o número pode aumentar, pois 20 mil pessoas assistiram aos dois dias de shows em espaço aberto do Festival Verknipt, em 3 e 4 de julho.

Ao menos 448 pessoas se infectaram no primeiro dia do evento, e outras 516 no segundo dia. Os organizadores se mostraram chocados com o elevado número de infecções e disseram que seguiram todas as regras de higiene:

Os visitantes tiveram de apresentar certificados de vacinação ou testes negativos de coronavírus. O ingresso foi controlado para evitar aglomerações, disseram os organizadores.

A Holanda retirou quase todas as medidas de combate à pandemia em 26 de junho, e voltou a permitir grandes eventos – desde que os visitantes apresentassem um teste negativo, ou comprovassem que foram vacinados.

Mas, desde então, o número diário de infecções subiu 500% no país, e está agora em torno de 8 mil por dia. Pesquisas mostram que a maioria dos holandeses considera que o governo agiu de forma irresponsável ao acabar com as restrições.

O primeiro-ministro Mark Rutte admitiu, em 12 de julho, ter sido um erro o governo retirar a maioria das restrições para contenção da pandemia de Covid-19.

A recente alta nas infecções é atribuída pelas autoridades aos jovens, com focos registrados em festivais, discotecas e bares. O governo reagiu e ordenou o fechamento de algumas discotecas, bem como regras mais rígidas para bares e cafés.

‘O grande erro foi não ter feito a reforma política’, diz Wagner sobre governo Lula

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Foto: Ivan Erick Baldivieso/Secom

O senador baiano e candidato ao Governo do Estado, Jaques Wagner (PT), disse à coluna do jornalista José Casado, da revista Veja, que o maior erro do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi não ter feito a reforma política no país e diminuído o número de partidos. Segundo Wagner, hoje, o Brasil só tem menos partidos do que o Haiti, “que é uma democracia devastada”. “Eu vou dizer isso aqui, com muita tristeza: a autocrítica que tanto pedem ao meu partido, eu faria dizendo que o grande erro do meu partido foi não ter feito a reforma, mãe de todas as reformas, que é a reforma política, eleitoral e partidária, no ano de 2003, para nós criarmos uma estrada positiva para a boa democracia. Essa é a culpa que eu levo, como membro que fui do governo do ex-presidente Lula. É quase uma vergonha para nós. É impossível conduzir um país numa coalizão com 35 partidos”, disse o senador.

Gilmar Mendes afirma que governo ‘se autoexcluiu’ do combate à pandemia

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Por TV Globo

Foto: Fellipe Sampaio/STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, negou, durante entrevista divulgada neste sábado (17), que o tribunal tenha retirado poderes da União para atuar contra a pandemia da Covid-19. Segundo ele, o governo federal “se autoexcluiu” do combate à crise sanitária.

Novo decano (ministro com mais tempo de atuação) do tribunal após a aposentadoria de Marco Aurélio Mello, o ministro concedeu entrevista ao podcast “Supremo na Semana”, produzido pela Secretaria de Comunicação do STF.

Questionado sobre a atuação do Supremo em decisões sobre a pandemia, Gilmar Mendes lembrou os principais entendimentos fixados pela Corte para combater a crise e seus efeitos.

Nesse contexto, contestou argumento reiteradamente utilizado pelo presidente Jair Bolsonaro e aliados para responder a cobranças sobre a atuação da União no combate à pandemia — o de que o tribunal retirou poderes do presidente da República para estabelecer medidas de combate ao coronavírus.

“O tribunal, na verdade, não se limitou à crise sanitária ‘stricto sensu’, mas tratou de vários temas. Eu tenho dito que é muito injusta a acusação que se faz de que o Supremo retirou da União a competência para atuar nesse processo. Pelo contrário, o que o Supremo afirmou é que, diante da ausência da União, estados e municípios não deveriam ficar impedidos de tomar as medidas de isolamento social e outras medidas restritivas”, declarou.

“Mas, na verdade, quem se autoexcluiu desse processo foi a própria União, a partir de impulsos do governo federal. Num sistema – como nós sabemos e que o Supremo tem destacado — impositivamente tripartite. O SUS é um experimento institucional tripartite — estão presentes União, estados e municípios”, complementou.

Desde que o STF analisou ações que discutiam a competência de estados e municípios para tomar providências para combater a Covid-19, no ano passado, Bolsonaro tem dito que foi impedido pelo tribunal de tomar medidas mais efetivas contra a pandemia. A alegação também tem sido veiculada por parlamentares bolsonaristas e apoiadores do presidente.

Mas, em decisões tomadas ao longo de 2020, a Corte fixou o entendimento de que União, estados, Distrito Federal e municípios têm competência concorrente na área da saúde pública para tomar medidas para evitar a propagação da doença.

Ou seja, de acordo com essas decisões, todos os níveis de governo são responsáveis por agir para enfrentar a crise sanitária. E o fato de o tribunal ter reconhecido a competência dos governos locais para tomar providências contra a pandemia não liberou a União de adotar medidas.

Mendes também afirmou que o Supremo tomou decisões para combater outros efeitos da pandemia. Citou como exemplos os entendimentos que permitiram ao governo estabelecer um “orçamento de guerra” sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao Congresso, adaptar o procedimento de análise de medidas provisórias em meio à crise.

Segundo o ministro, o tribunal “atuou não só para arbitrar esse conflito entre União, estados e municípios, disciplinar a atuação do SUS, mas entrou na questão de proteção de dados, atuou no funcionamento do Parlamento, como na aprovação das medidas provisórias”.

“Então, o Supremo, na verdade, viabilizou o próprio processo de governança. Como também foi o Supremo que dispensou determinadas exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal para deixar o governo mais à vontade no que concerne ao orçamento de guerra”, declarou.

O ministro também falou do papel do tribunal em um cenário de polarização das forças políticas. Tratou ainda da atuação da Corte para coibir ações ilegais contra as instituições democráticas.

“Acho extremamente importante que o tribunal atue e, nesse sentido, seja até uma instituição que cumpra um papel de moderação, estabelecendo limites. E acho que o tribunal, ao longo dos anos, tem exercido esse papel quando, por exemplo, delimita a própria liberdade de expressão, não permitindo que se divulguem discursos odientos, o chamado ‘hate speech’. Portanto, parece que aqui é uma importante contribuição do tribunal”, afirmou.

Ele comentou ainda os chamados inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos. O primeiro investiga notícias fraudulentas e ataques voltados a ministros do Supremo. O segundo, arquivado a pedido da Procuradoria-Geral da República, investigava a organização e o financiamento de atos que pregavam pautas inconstitucionais, como o fechamento do Supremo e do Congresso. Essa segunda investigação foi arquivada, mas um novo inquérito foi aberto para apurar a atuação de uma milícia digital contra a democracia.

“Acho que essas duas atuações fizeram com que houvesse uma reversão de expectativas. Nós estávamos num crescendo de ataques ao tribunal e, a partir daquelas iniciativas — inicialmente a partir das medidas que o ministro Alexandre [de Moraes] como presidente do inquérito tomou nesse chamado inquérito das fake news, que talvez seja um nome impróprio porque a rigor é bem mais do que isso — nós tivemos um resultado”, disse.

Moradora encontra cobra-cega de quase 1 metro dentro de casa em Mato Grosso

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Por Centro América FM e TV Centro América

Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

Uma dona de casa encontrou uma cobra-cega de quase 1 metro de comprimento dentro da residência dela, nesta quinta-feira (15), em Sorriso, no estado de Mato Grosso. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o tamanho da cobra-cega surpreendeu, pois, segundo a instituição, normalmente esse tipo de animal mede 30 centímetros.

Os bombeiros foram acionados para capturar o animal encontrado em uma casa no bairro São Domingos, na zona leste de Sorriso.

A cobra-cega não pertence ao grupo das serpentes e, tampouco, dos lagartos. A cobra-cega é, na verdade, um anfíbio, do grupo dos gimnofionos. Ela também é conhecida pelo nome de cecília.

A dona do imóvel levou um susto, ao avistar o animal, e chamou os bombeiros.

De acordo com os militares, trata-se de uma cobra mutante e maior que o normal, com cerca de 1 metro de comprimento.

“Não é venenosa, mas tem uma mucosa que, se ela morder, causa infecção. Ela se alimenta de insetos, larvas, besouros e minhocas”, disse o soldado do Corpo de Bombeiros, Julio Facundo.

Apesar de ser conhecida popularmente como cobra-cega, este animal não é uma serpente, mas pertence ao grupo dos répteis.

O nome faz menção à visão, já que os olhos são praticamente atrofiados. As presas são localizadas, portanto, pelo olfato bem desenvolvido ou por meio da percepção das vibrações no solo.

Bahia receberá mais de 280 mil doses de vacina contra Covid-19 nesta sexta-feira

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Foto: Divulgação/Sesab

A Bahia receberá 280.750 doses de vacinas contra Covid-19. A carga, toda de imunizantes da Oxford/AstraZeneca, está prevista para chegar ao aeroporto de Salvador no início da madrugada desta sexta-feira (16). Toda a remessa será destinada para a primeira aplicação. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), as vacinas devem começar a ser distribuídas ainda nesta sexta-feira por via terrestre e também em aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador, após conferência da equipe da Coordenação de Imunização do Estado. Elas serão remetidas, exclusivamente, aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e o Estado. Com esta nova remessa, a Bahia chegará ao total de 9.614.680 doses de vacinas recebidas.

Notícias de Santaluz

Juíza nega liminar da APLB e mantém retorno de aulas semipresenciais em cidade da Bahia

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Por Bahia Notícias

Foto: Reprodução

Uma decisão negou o pedido dos professores de não retornarem às aulas na rede municipal e particular de Vitória da Conquista, no Sudoeste. A medida foi tomada pela juíza Solange Maria de Almeida Neves, da 1ª Vara da Fazenda Pública local. Neves manteve o decreto municipal 21.192, que determina o retorno às aulas, no caso, semipresenciais. Desde a segunda-feira (12), as escolas estavam obrigadas a voltar às atividades.

Representante da categoria, a APLB Sindicato argumentou “que o retorno às aulas de forma presencial põe em risco toda a classe de professores”. Segundo os docentes, a volta às atividades vai expor cerca de 60 mil alunos ao risco de contrair Covid-19, o que pode implicar em infeção das famílias e dos trabalhadores.

Na decisão, a magistrada declarou que “não se ignora que a situação de pandemia, ora vivenciada, impôs drásticas alterações na rotina de todos”, mas afirma que “todavia, em função da gravidade da situação, exige-se a tomada de medidas coordenadas e voltadas ao bem comum, sempre em respeito à competência de cada ente da federação”.

O decreto municipal estabeleceu que as escolas devem manter a ocupação de 50% da capacidade, distanciamento mínimo de 1,5 metro por aluno, aferição de temperatura, álcool em gel, entre outros.

Ministério da Saúde envia à CPI parecer contra uso do ‘kit Covid’

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Cloroquina e Hidroxicloroquina não têm eficácia comprovada contra a Covid | Foto: Reprodução/TV Globo

Em um documento enviado à CPI da Covid, o Ministério da Saúde informou que os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.

O documento é uma nota técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema de Saúde (Conitec), e foi enviado em resposta a um requerimento do senador Humberto Costa (PT-PE). No documento, Costa solicitou informações sobre o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas relativas ao tratamento da Covid-19.

Segundo a Conitec, os medicamentos do chamado kit covid foram testados e não mostraram benefícios clínicos.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.

Essas diretrizes, conforme indica a nota, foram aprovadas por unanimidade pelos membros da Conitec em maio e “devem ser seguidas nos serviços de saúde, públicos ou privados, que prestam atendimento a pacientes diagnosticados com Covid-19”.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vem alertando desde o segundo semestre do ano passado que a cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina não tem eficácia comprovada contra a Covid-19 e podem provocar efeitos colaterais.

Pela primeira vez em 8 meses, nenhum estado tem UTI de Covid lotada, diz Fiocruz

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Por G1

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Pela primeira vez em oito meses, nenhum estado brasileiro tem UTI de Covid lotada. É o que revela o último Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, publicado nesta quarta-feira (14).

Atualmente, a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no SUS é inferior a 90%.

Para os pesquisadores, a redução é reflexo da nova fase da epidemia no país. Com a vacinação, o número de óbitos e internações diminui entre os grupos de risco ou grupos prioritários, como os idosos e portadores de doenças crônicas.

O estudo revela ainda tendência de queda nos indicadores de incidência e mortalidade por Covid-19 na semana de 4 a 10 de julho. Esta é a terceira queda consecutiva.

O número de casos e de óbitos vem caindo há três semanas em cerca de 2% ao dia, mas ainda segue em patamar alto. A taxa de letalidade está em torno de 3%, percentual considerado elevado.

Segundo os especialistas, “o arrefecimento mais duradouro da pandemia” depende das seguintes medidas: avanço da campanha de vacinação; adequação das práticas de vigilância em saúde; reforço da atenção primária à saúde; medidas de proteção individual, como o uso de máscaras e o distanciamento físico.

“É importante destacar que as vacinas disponíveis apresentam limites em relação ao bloqueio da transmissão do vírus, que continua circulando com intensidade. As vacinas são especialmente efetivas na prevenção de casos graves”, ressaltam.



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