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:: ‘Destaque2’

Condenada por tramar a morte dos pais, Suzane von Richtofen é abordada por ‘fãs’ para selfies e autógrafos

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Jefferson Coppola/VEJA

Foto: Jefferson Coppola/VEJA

Suzane von Richtofen tem, como outras presas, direito a saídas temporárias da Penitenciária do Tremembé, em São Paulo, onde cumpre pena de 39 anos de prisão, por tramar a morte dos próprios pais, em 2002. Durante os indultos, quando passeia acompanhada do namorado, o empresário Rogério Olberg, de 37 anos, a detenta, de 33 anos, é tratada como celebridade. Segundo a colunista Keila Jimenez em seu blog KTV, no R7, Suzane é requisitada para selfies e até mesmo autógrafos, por moradores das cidades de Itupeva e Angatuba, no interior de São Paulo. Um dos exemplos citados foi em maio passado, no Dia das Mães, quando Richtofen estava em um restaurante de Angatuba e foi abordada por vários “fãs”. Olberg é irmão de uma colega de cela de Suzane e diz que os dois sonham em constituir uma família juntos.

Temer diz que se quiserem renúncia, ‘têm que me matar’, afirma coluna

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Foto: Marcos Corrêa/PR

Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Michel Temer continua sem cogitar a hipótese de renúncia em conversas com interlocutores próximos. Segundo informações da coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, ele voltou a negar a possibilidade em diálogo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). “Fique tranquilo, não vou renunciar, não vou sair. Vou recorrer até o fim. Se quiserem que eu saia, têm que me matar”, teria dito Temer, de acordo com a coluna. O presidente já afirmou que não vai renunciar em pronunciamentos feitos após a divulgação da delação premiada dos executivos da JBS, que o acusam de comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha.

Ré na Lava Jato, senadora Gleisi Hoffmann é eleita presidente do PT

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Gleisi recebeu 61% dos votos e superou Lindbergh Farias, que ficou com 38% (Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)

Gleisi recebeu 61% dos votos e superou Lindbergh Farias, que ficou com 38% | Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

O PT elegeu neste sábado (3) a senadora Gleisi Hoffmann (PR) como nova presidente da legenda. A eleição ocorreu durante a convenção nacional da sigla em Brasília. É a primeira vez que o partido tem uma mulher na presidência. Apoiada pela corrente da qual faz parte o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gleisi foi eleita por 367 (61%) dos 593 votos. Ela disputou o cargo com o senador Lindbergh Farias (RJ), que recebeu 226 votos (38%), e o militante José de Oliveira, que não recebeu votos. Gleisi deverá liderar o partido por um mandato de dois anos. O principal desafio é de conduzir a agenda política do principal partido de oposição no país, que perdeu força após escândalos de corrupção revelados pela operação Lava Jato. A nova presidente da sigla, inclusive, responde a processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Ré na Lava Jato, Gleisi é acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por pedir e receber, segundo o Ministério Público, R$ 1 milhão desviados do esquema na Petrobras. Gleisi também foi citada por três delatores da Odebrecht. Eles relataram pagamentos feitos a pedido do marido dela, Paulo Bernardo, quando ele era ministro dos governos Dilma e Lula. Os recursos teriam abastecido as campanhas de Gleisi para a prefeitura de Curitiba em 2008; para o Senado em 2010; e para o governo do Paraná em 2014.

Polícia Federal prende ex-deputado Rocha Loures; ex-assessor especial de Temer

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O ex-assessor especial do presidente Michel Temer Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) (Foto: Reprodução/TV Globo

O ex-assessor especial do presidente Michel Temer Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) | Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Federal informou ter prendido na manhã deste sábado (3) o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor especial do presidente Michel Temer. Conforme o G1, o mandado de prisão foi assinado na noite desta sexta pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). Rocha Loures foi preso preventivamente (antes da condenação) em Brasília e foi levado para a Superintendência da PF no Distrito Federal. Em março, ele flagrado pela PF recebendo em São Paulo uma mala com R$ 500 mil que, segundo delações de executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato, seriam dinheiro de propina. Segundo as investigações, Rocha Loures seria “homem de confiança” do presidente no relacionamento com empresas e recebimento de propinas. Em manifestação enviada ao STF nesta sexta, o advogado do peemedebista, Cezar Bitencourt, avaliou que o pedido de prisão tinha como objetivo “forçar delação”. Ao G1, o advogado disse, na manhã deste sábado, que o ex-assessor de Temer “ficará em silêncio”.

PGR denuncia Aécio Neves ao STF por corrupção passiva e obstrução de Justiça

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta sexta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o senador Aécio Neves (PSDB) pelos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça. De acordo com informações da TV Globo, a denúncia é baseada nas investigações da Operação Patmos, em razão da qual Aécio Neves foi afastado do mandato parlamentar e a irmã dele, Andrea Neves, e o primo, Frederico Pacheco, foram presos. Eles foram citados nas delações premiadas de executivos da JBS. Um dos elementos da investigação é uma gravação do empresário Joesley Batista, dono da empresa JBS, que registrou com um gravador escondido uma conversa entre ele e o senador. No diálogo, Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões a fim de pagar um advogado para defendê-lo na Operação Lava Jato. A denúncia contra Aécio Neves será analisada pelo relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, que vai notificar os acusados a apresentarem defesa. Depois, em prazo não definido, levará o caso à Primeira Turma do STF, que decidirá se Aécio vira réu pela acusação.

Lula diz que já provou inocência e pede fim da ‘palhaçada’ das acusações contra ele

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Foto: Ricardo Stuckert

Foto: Ricardo Stuckert

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que já provou sua inocência e pediu o fim da “palhaçada” das acusações contra ele. A declaração foi dada nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília. O ex-presidente pediu que os correligionários não se preocupem com seu “problema pessoal” e sugeriu que o Ministério Público prove sua culpa. “Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. Um canalha diz que fez uma conta pra mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada neste país. Este país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento, e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade”, declarou. De acordo com o G1, Lula disse que 2018 está “logo aí” e só depende da esquerda se preparar para voltar a governar o país. “O que a gente tem que avaliar não é o que deixou de fazer, porque a gente deixou de fazer muita coisa, mas nunca ninguém fez tanto como nós”, reforçou. Lula ainda aproveitou a ocasião para criticar o atual presidente Michel Temer, dizendo não ser possível imaginar que o Brasil conseguirá resolver os problemas com alguém “ilegítimo” no poder. O congresso do PT seguirá até este sábado (3) e deverá eleger o novo presidente nacional da legenda. Até esta quinta, havia três candidatos: os senadores Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ) e José de Oliveira, ligado ao movimento negro.

Audiência pública para discutir bloqueio do WhatsApp começa nesta sexta no STF

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Do G1

Foto: Bruno Fortuna/ Fotos Públicas

Alvo de quatro pedidos de suspensão desde 2015, WhatsApp está no centro de discussão sobre constitucionalidade de ordens judiciais | Foto: Bruno Fortuna

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta sexta-feira (2) a discussão de ações para averiguar se os pedidos de bloqueio ao WhatsApp no Brasil violam princípios garantidos na Constituição Federal. Serão ouvidos 23 especialistas e representantes de entidades civis sobre o tema. Desde 2015, o aplicativo que pertence ao Facebook foi alvo de quatro pedidos de suspensão com base no Marco Civil da Internet – três foram executados. Todas as medidas eram represálias porque o WhatsApp descumpriu ordens judiciais para fornecer conversas trocadas em seu serviço. A empresa afirma não poder fornecer dados que não possui, já que usa um modelo de criptografia que a impede de acessar os conteúdos trocados em sua plataforma. No último desses bloqueios, em julho do ano passado, o serviço de bate-papo só foi restabelecido quando o ministro Ricardo Lewandowski derrubou a decisão do Tribunal do Justiça do Rio de Janeiro. O magistrado acolheu, em caráter liminar (provisório), uma ação impetrada pelo PPS. Na época, Lewandowski argumentou que tirar o serviço do ar era uma iniciativa “pouco razoável e desproporcional”. Na ação, o PPS afirma que os bloqueios do WhatsApp infringem o preceito fundamental da liberdade de comunicação e expressão, presente na Constituição e no Marco Civil da Internet.

Ex-presidente da Valec é preso pela Polícia Federal em Goiânia

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José Francisco das Neves, conhecido como Juquinha, foi preso pela PF em Goiânia (Foto: Wildes Barbosa/O Popular

Juquinha das Neves foi preso pela PF em Goiânia | Foto: Wildes Barbosa/O Popular

O ex-presidente da estatal Valec, José Francisco das Neves, mais conhecido como Juquinha das Neves, foi preso preventivamente pela Polícia Federal em Goiânia nesta sexta-feira (2). O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público Federal e está relacionado à Operação De Volta aos Trilhos. Segundo informações do G1, no último dia 25, Juquinha das Neves chegou a ser conduzido coercitivamente à PF. Na mesma data, o filho dele, o empresário Jader Ferreira das Neves, e o advogado Leandro de Melo Ribeiro foram presos. Segundo o MPF, Juquinha e Jader “continuaram a lavar dinheiro da propina” mesmo depois de condenados à prisão, “produzindo provas falsas no processo para ludibriar o juízo e assegurar impunidade, além de custearem parte de sua defesa técnica (advogados) com dinheiro de propina”. Durante a última fase da operação o MPF chegou a pedir a prisão preventiva de Juquinha das Neves, mas a solicitação foi indeferida pela 11ª Vara Federal da Sessão Judiciária de Goiás , que considerou não haver provas suficientes de atualidade criminosa. A assessoria de imprensa do MPF informou nesta manhã que, após os depoimentos colhidos na última semana, teve mais elementos para solicitar um novo pedido de prisão preventiva, que foi aceito pela Justiça.

TSE pode absolver Dilma e Temer

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Foto: Lula Marques / AGPT

Foto: Lula Marques / AGPT

Aumentam os rumores no Congresso e no Judiciário de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não pedirá a cassação da chapa da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer. Os ministros não devem separar as contas, como solicitado pela defesa do peemedebista, mas consideram que a ação teve o seu objeto ampliado no curso do processo, não havendo motivo para condenação. A tese foi discutida após sessão da corte eleitoral desta terça-feira (30), conforme revelado pela Folha de S. Paulo. Magistrados de outros tribunais acreditam que o TSE esteja se rendendo à falta de opção no caso do presidente ter de deixar o cargo. Os advogados de Dilma já contestaram a adição de delações da Lava Jato no processo. A defesa de Temer, por sua vez, anexou pareceres com o mesmo propósito ao caso. A ação, no entanto, ainda está em aberto. Espera-se que Temer seja alvo de uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). O relator no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin, deu 10 dias para o encerramento do inquérito e a defesa recorreu.

Senado aprova fim do foro privilegiado para políticos; texto segue para a Câmara

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Plenário do Senado aprova, em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim do foro privilegiado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Plenário do Senado aprova, em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim do foro privilegiado | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Senado aprovou nesta quarta-feira (31), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado em casos de crimes comuns, incluindo roubo, lavagem de dinheiro e corrupção. A proposta teve 69 votos favoráveis e uma abstenção. Segundo informações do G1, houve um acordo entre senadores para o texto ser aprovado. Foi retirado da matéria o trecho que previa que parlamentares poderiam ser presos após a condenação em segunda instância. Dessa forma, as autoridades só poderão ser presas quando não houver mais recursos à decisão. Apenas os presidentes da República, da Câmara, do Senado e do STF, além do vice-presidente da República manteriam o foro privilegiado e seriam julgados pelo STF. A PEC agora segue para a Câmara, onde ela também deverá ser aprovada em dois turnos para entrar em vigor.







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