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Foto: Divulgação

Apenas um quarto das ações de saúde previstas no Segundo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) foram concluídas desde 2011. Estes são os dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicados na matéria do Jornal Correio Braziliense de terça-feira, 10 de março. O Ministério da Saúde afirma que cabe aos governos estaduais e municipais a execução das obras do PAC. Ou seja, o atraso nas obras não é de responsabilidade do Governo Federal. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, contesta as justificativas do governo sobre as causas dos atrasos nas obras do (PAC2). “A União tem restos a pagar de mais de R$ 35 bilhões com os Municípios, que não conseguem receber esta verba. A saúde é a terceira pasta com mais a receber, com cerca de R$ 6 bilhões em dívidas” expõe Ziulkoski. Segundo dados do CFM apenas 25,7% das ações sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou Fundação Nacional de Saúde (Funasa) foram finalizadas até outubro de 2014. O mesmo acontece em relação aos investimentos, o governo estimava investir R$ 7,3 bilhões mas apenas R$ 1,5 bilhão (20,5%) foi repassado.

Redação Notícias de Santaluz