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A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem por tráfico de drogas na noite de sábado (13), em Araci, na região sisaleira da Bahia.
De acordo com a PM, o suspeito estava em um bar, onde uma denúncia anônima indicava que ele estaria vendendo drogas. Durante a abordagem, os policiais da Cipe Nordeste encontraram 25 trouxinhas de cocaína, 20 porções de maconha, R$ 32 em espécie e um celular.
O homem recebeu voz de prisão e foi levado para a delegacia de Araci, junto com o material apreendido.
Um homem foi preso em flagrante nesta sexta-feira (12) em Santaluz, na região sisaleira da Bahia, suspeito de tentativa de homicídio contra duas pessoas. A ocorrência foi registrada por volta das 13h, na Travessa Rio Branco, em frente à igreja Congregação Cristã do Brasil.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, de 25 anos, usava uma faca e uma adaga no momento do ataque. Ele ainda tentou fugir correndo por residências vizinhas quando viu a viatura se aproximando, mas acabou capturado.
Uma das vítimas, um adolescente de 16 anos, contou que passava de moto pela rua quando foi atingido pelo homem. Logo depois, o suspeito teria desferido um golpe de faca no tórax de um homem de 39 anos. As duas vítimas foram levadas para o hospital da cidade e receberam atendimento médico.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam as duas armas usadas no crime: uma peixeira e uma adaga. O homem foi levado para a Delegacia de Santaluz, onde foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio.
O suspeito já havia sido preso recentemente. No dia 29 de agosto, ele agrediu um idoso de 78 anos em um bar no centro da cidade. Na ocasião, um canivete foi apreendido, o suspeito foi levado à delegacia, ouvido e liberado em seguida após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
A Polícia Civil prendeu, na manhã de quinta-feira (11), em Valente, na região sisaleira da Bahia, um homem de 58 anos condenado a 10 anos, 6 meses e 7 dias de reclusão por estupro de vulnerável. O mandado de prisão definitiva foi cumprido por equipes da Delegacia Territorial do município.
Segundo a Polícia Civil, ele era padrasto da vítima e cometeu abusos durante mais de sete anos. A vítima tinha 14 anos quando o caso foi denunciado pela mãe dela, em 2009, no município de Gandu. A denúncia deu início ao processo judicial que terminou com a condenação.
O homem foi levado para a Delegacia de Valente, onde ficou custodiado à disposição da Justiça.
Hospital Municipal de ValenteFoto: Tony Sampaio/Informa Bahia/Arquivo</span>
Um homem assaltado na noite de quarta-feira (10), em Valente, na região sisaleira da Bahia. O crime aconteceu por volta das 19h45, na Rua Princesa Isabel, bairro Dionísio Mota.
Segundo a Polícia Militar, três homens armados em um Corolla preto abordaram a vítima. Eles roubaram dinheiro, um celular e objetos pessoais. Durante a ação, houve luta corporal. Dois tiros foram disparados. A vítima sofreu um ferimento leve na mão esquerda. Foi socorrida para o hospital e liberada após atendimento.
De acordo com a PM, os militares fizeram buscas, mas não localizaram os suspeitos.
A Polícia Militar informou ainda que a vítima foi orientada a registrar ocorrência na Delegacia de Valente.
Caso é investigado pela Delegacia de Sítio do Mato, no oeste da BahiaFoto: Ascom/PC-BA</span>
Uma mulher foi presa, na quarta-feira (10), suspeita de permitir que o namorado violentasse sexualmente a filha dela, no município de Sítio do Mato, no oeste da Bahia. Ela é investigada pelo crime de estupro de vulnerável.
Segundo informações da Polícia Civil, a suspeita mandava a menina ir até a casa do namorado, com o pretexto da vítima realizar uma faxina no local. Os abusos ocorriam quando a menina tinha entre 9 e 13 anos, mas a atual idade dela não foi divulgada.
A denúncia foi realizada pela vítima no dia 23 de agosto deste ano, na Delegacia Territorial (DT) de Sítio do Mato. Os exames do Departamento de Polícia Técnica atestaram os abusos e um mandado de prisão contra os abusadores foi solicitado ao Poder Judiciário.
O homem segue foragido e diligências são realizadas por equipes da delegacia para localizá-lo. Já a mulher foi apresentada na unidade policial, onde segue custodiada à disposição da Justiça.
A vítima foi encaminhada para acompanhamento psicossocial do município, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia decidiu, por unanimidade, manter nos cargos a prefeita de Cansanção, Vilma Rosa Gomes (MDB), e o vice, Rodrigo Pereira. A decisão foi proferida na quinta-feira (11). As informações são do Notícias de Queimadas e Região.
Em primeira instância, o juiz Lucas Carvalho Sampaio havia determinado a cassação dos mandatos por suposto abuso de poder econômico e político. O relator do processo no TRE, juiz Danilo Costa Luiz, votou pelo afastamento das condenações, alegando ausência de provas robustas, e foi seguido pelos demais integrantes da Corte. Ele aplicou apenas multa de R$ 5 mil. O julgamento começou em 27 de agosto, mas foi suspenso após pedido de vista do desembargador Pedro Godinho e retomado nesta quinta-feira. Também votaram os magistrados Maurício Kertzman, Moacyr Pitta Lima Filho, Maizia Seal e Abelardo Paulo da Matta Neto.
Pelas redes sociais, a prefeita comemorou a decisão. “A vida pública nos ensina todos os dias que é preciso acreditar, ter fé e seguir em frente, mesmo diante dos maiores desafios. Com coragem, união e esperança, seguimos firmes no propósito de trabalhar pelo povo e construir um futuro melhor para nossa cidade”, escreveu.
A ação foi movida por advogados que representam Thaynara Pereira (Avante), candidata derrotada nas eleições municipais de 2024. Segundo o processo, a Prefeitura de Cansanção teria excedido a contratação de servidores temporários em ano eleitoral, além de ampliar matrículas no Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) para aumentar os repasses federais.
De acordo com os autos, em abril de 2024 foi sancionada uma lei que autorizava contratações temporárias, especialmente na área da educação, sob a justificativa de “necessidade temporária e de excepcional interesse público”. No primeiro semestre daquele ano, 2.056 pessoas foram contratadas. Para o Ministério Público Eleitoral, houve excesso de cerca de 600 contratações, consideradas irregulares.
O preço da carne caiu 0,43% em agosto no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), acompanhando uma sequência de pequenas quedas mensais que começou no primeiro semestre.
Mas essa tendência não foi suficiente para aliviar o bolso do consumidor e nem deve continuar nos próximos meses, segundo especialistas ouvidos pelo g1.
A previsão, inclusive, é que o preço volte a aumentar em breve, impulsionado pelo ritmo forte das exportações, maior consumo interno e redução no número de bois abatidos até 2027.
Nos últimos 12 meses, a carne bovina acumulou inflação de 22,17%. Os cortes mais consumidos, como acém, peito e músculo, estão entre os que mais encareceram:
Um dos fatores que ajudam a explicar os preços altos é a exportação da carne brasileira, que continua aquecida mesmo após o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O setor se adaptou à nova realidade. Em agosto, os Estados Unidos caíram da segunda para a quinta posição entre os maiores compradores da carne brasileira, atrás de China, México, Rússia e Chile.
Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), o México foi o destaque. De janeiro a julho, o Brasil exportou três vezes mais carne para o país do que no mesmo período de 2024.
A previsão da Abiec é de que o volume exportado em 2025, para todos os países, seja 12% maior que o registrado em 2024.
“O tarifaço afetou a nossa exportação para os Estados Unidos, mas como o Brasil está muito bem-posicionado globalmente, a gente rapidamente encontrou novos mercados”, diz Fernando Henrique Iglesias, analista do Safras & Mercados.
Com parte da produção voltada para o exterior, sobra menos carne no mercado interno. Isso mantém os preços elevados, afirma Iglesias.
Preços podem voltar a subir
Segundo o analista, a tendência de pequenas quedas na inflação deve ser revertida nos próximos meses. “Os preços devem dar uma subida no último trimestre, quando ocorre o auge do consumo no mercado brasileiro.”
A expectativa é de queda no abate de bois em 2026 e 2027. Com menos oferta e exportações em alta, o preço deve subir ainda mais.
Já Cesar de Castro Alves, gerente de Consultoria Agro do Itaú BBA, disse ao g1 em julho que as dificuldades na produção de carne nos Estados Unidos também devem contribuir para a inflação brasileira.
A previsão é que a oferta de bois nos EUA caia 2,3% em 2025 e 4,1% em 2026.
“Ou seja, em 2026, quando o Brasil deverá ter oferta de gado para abate menor, os EUA também estarão com disponibilidade bastante restrita, o que reforça a expectativa de preços em elevação”, diz Alves.
Carne para poucos
Com o aumento nos preços e a renda estagnada, a carne bovina ficou menos acessível para grande parte da população.
“A carne subiu muito mais do que a média dos salários. Então, mesmo que os preços recuem um pouco agora, é natural que o consumidor não perceba isso, e continue evitando comprar esses itens”, diz o economista André Braz, coordenador de Índices de Preços na Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Fernando Iglesias afirma que a carne bovina está se tornando uma proteína acessível apenas para os mais ricos. “É um fenômeno observado ao redor do mundo”, diz.
“A maioria da população continuará consumindo proteínas mais acessíveis, como carne suína e de frango. Elas têm um custo mais baixo, mas alto valor nutricional, e vão entrar cada vez mais no cotidiano do brasileiro”, afirma o analista.
Cientistas brasileiros usam proteína da placenta para devolver parte dos movimentos de cães e humanos que tiveram lesão na medulaFoto: Reprodução/TV Globo</span>
Uma proteína desenvolvida a partir da placenta humana reacendeu a esperança de pacientes com lesão na medula espinhal — condição que pode causar perda parcial ou total dos movimentos e, até hoje, não tem tratamento capaz de reverter o dano.
A substância, chamada polilaminina, vem sendo estudada há mais de 20 anos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O composto é uma versão recriada em laboratório da laminina, proteína presente no desenvolvimento embrionário e que ajuda os neurônios a se conectarem.
A expectativa é que, aplicada no ponto da lesão, ela estimule os nervos a criarem novas rotas e restabelecerem parte dos movimentos.
Resultados em cães
Um estudo publicado em agosto na revista Frontiers in Veterinary Science avaliou a polilaminina em seis cães paraplégicos, que não conseguiam andar mesmo após cirurgia e meses de fisioterapia. Alguns estavam sem se movimentar havia anos.
Depois da aplicação da substância diretamente na medula, quatro dos animais conseguiram voltar a dar passos e melhorar a firmeza da marcha. Dois tiveram avanços mais discretos. Os efeitos foram acompanhados por seis meses.
Não foram registrados efeitos colaterais graves: apenas um caso de diarreia foi relatado, sem ligação comprovada com o medicamento.
Testes em voluntários
Além dos cães, a polilaminina também já foi aplicada em pequenos grupos de pacientes brasileiros em caráter experimental, dentro de protocolos acadêmicos.
Segundo os pesquisadores, alguns voluntários que haviam perdido completamente os movimentos abaixo da lesão recuperaram parte da mobilidade — algo considerado improvável sem intervenção. Houve relatos que variaram de pequenos movimentos a ganhos mais amplos, como controle de tronco e até passos com auxílio.
O número de pessoas testadas, porém, ainda é muito pequeno –foram oito voluntários– e os cientistas ressaltam que os resultados precisam ser confirmados em estudos maiores e controlados.
O que diz a Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma que ainda não há pedido de aprovação para uso clínico da polilaminina. O processo em análise é apenas a proposta de um ensaio clínico regulatório.
De acordo com a agência, os dados apresentados até agora são iniciais e se referem à fase não clínica — ou seja, resultados de laboratório e em animais.
“A empresa responsável precisa complementar as informações de segurança antes que os testes em humanos, dentro das regras regulatórias, possam começar”, afirma a agência à reportagem.
O caminho até chegar aos pacientes
Para que a polilaminina chegue de fato a hospitais e ao Sistema Único de Saúde (SUS), ainda será necessário:
Concluir estudos pré-clínicos – comprovar ausência de riscos em animais. Iniciar ensaios clínicos regulatórios em humanos – começando pela fase 1, voltada à segurança em pequeno grupo.
Ampliar os testes nas fases 2 e 3 – avaliar eficácia, doses adequadas e efeitos adversos em populações maiores.
Solicitar registro sanitário – só então o medicamento pode ser comercializado. Esse processo costuma levar anos e envolve análises rigorosas.
Expectativa e cautela
Os avanços em animais e nos primeiros voluntários sugerem um caminho promissor. Mas, até que todas as etapas sejam cumpridas e a eficácia confirmada em larga escala, não há tratamento disponível.
Ainda assim, a polilaminina segue como uma das pesquisas mais relevantes em um campo que ainda busca solução definitiva: a regeneração da medula espinhal.
A Polícia Civil prendeu, na quarta-feira (10), em Nordestina, na região sisaleira da Bahia, um homem de 64 anos suspeito de matar o lavrador Genivaldo Viana Alves, de 41 anos. Ele foi localizado na Fazenda Lagoa dos Bois, zona rural do município, quatro dias depois do crime, que aconteceu na noite da última sexta-feira (5) – lembrar.
Inicialmente, a Polícia Civil havia informado que os ferimentos foram causados por golpes de faca. Depois, confirmou que a vítima foi atacada com golpes de facão nas costas e no rosto. Testemunhas tentaram impedir a agressão, mas o suspeito prosseguiu até provocar a morte e fugiu em seguida.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, o homem se escondeu por dois dias em uma área de mata da própria propriedade antes de ser encontrado. Contra ele havia um mandado de prisão preventiva decretado pela Vara Criminal da Comarca de Queimadas.
O suspeito foi conduzido à delegacia de Nordestina e permanece preso à disposição da Justiça.
Nem deu tempo de o brasileiro sentir a queda da inflação do café moído, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), que calcula a média dos preços praticados nas principais capitais brasileiras.
O levantamento mostrou que, em agosto, o café ficou 2,17% mais barato em relação a julho. Foi o segundo mês seguido de queda, depois de um ano e meio de altas, resultado do pico da colheita.
Mas os preços devem voltar a subir já nas próximas semanas entre 10% e 15%, estima o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Celírio Inácio, com base em informações de duas grandes empresas do setor.
Segundo Inácio, o quilo do café deve voltar aos patamares de dezembro, quando chegou a R$ 80.
Isso tem acontecido porque a indústria está pagando mais caro pelo café que vem das fazendas.
No campo, as cotações, que chegaram a cair a partir de março, voltaram a subir desde o início de agosto. Veja no mapa abaixo, que mostra os valores para os tipos robusta e arábica, os principais produzidos no país.
O aumento no campo é o reflexo de fatores como:
a concretização do tarifaço de 50% dos EUA sobre o café brasileiro, que fez o preço do grão disparar na bolsa de Nova York, que é referência mundial para a negociação do grão;
os baixos estoques de café no mundo, resultado de quatro anos seguidos de queda na colheita dos principais produtores do mundo em razão dos problemas climáticos;
a queda na produção brasileira de café arábica este ano, principal variedade produzida no país; geadas no Cerrado Mineiro, que causaram um prejuízo de 424 mil sacas (25 mil toneladas), segundo a StoneX Brasil.
Efeito do tarifaço nos preços
Até o início de agosto, o tarifaço ainda não havia provocado alta nas cotações do café no campo brasileiro e na bolsa de Nova York.
Isso porque o mercado esperava que o presidente dos EUA, Donald Trump, colocasse o café na lista de produtos isentos do tarifaço, como fez com o suco de laranja, explica o analista da StoneX Brasil, Fernando Maximiliano. Afinal, mais de 30% do grão consumido nos EUA sai do Brasil.
Como o café ficou de fora da lista, a cotação do produto disparou na bolsa, diante da expectativa de redução da oferta dentro dos EUA.
O tarifaço também não aumentou a quantidade de café disponível no Brasil, um cenário que poderia ter dado um alívio para o bolso do brasileiro.
“Esse excedente de café [que iria para os EUA] vai ser comercializado para outros destinos”, diz Maximiliano.
Na avaliação dele, os exportadores brasileiros devem começar a vender mais café para a Europa. Isso porque grandes países produtores, como a Colômbia, devem direcionar mais café para os EUA, deixando de atender outros clientes, como os europeus.
A Colômbia é uma competidora do Brasil na exportação de café arábica, e está sendo tarifada em 10% pelos EUA, taxa bem menor que a imposta aos produtos brasileiros.
Estoque de café no mundo está baixo
Há muito tempo o brasileiro convive com preços altos e o analista da StoneX explica que existe um fator mais estrutural por trás de tudo isso.
“Os principais produtores de café [Brasil, Vietnã e Colômbia] estão enfrentando problemas climáticos desde 2020 e isso tem dificultado o restabelecimento de uma produção ampla, que seja capaz de atender a demanda global e preencher os estoques”, afirma Maximiliano.
“Este é um problema persistente e que só será superado com uma safra grande no Vietnã, na Colômbia e, principalmente, no Brasil, que é o país que mais coloca café no mundo. Mas não é o que vai acontecer com a gente este ano”, diz.
Colheita veio menor que o esperado
Segundo Celírio Inácio, da Abic, a expectativa inicial era de que o Brasil colhesse uma boa quantidade de café, mas a realidade mostrou outro cenário.
No mês passado, com a colheita já no fim, foram constatados dois problemas na safra, relacionados a volume e rendimento.
Além de a quantidade de grãos colhidos ter sido menor que a esperada, o café também veio em um tamanho menor e mais leve. “Nesse caso, é preciso mais grãos para encher uma saca de 60 kg, o que também faz o preço subir.”
A safra brasileira de café arábica, que é a variedade mais produzida no Brasil, deve ter queda de 18,7% este ano, em relação a 2024, estima a StoneX Brasil.
Clima ruim no campo e no bolso
Maximiliano lembra que as quedas consecutivas na produção de café entre 2020 e 2024 aconteceram em razão de secas e geadas.
Esse cenário fez o preço da saca do arábica, por exemplo, saltar de cerca de R$ 600, em 2020, para aproximadamente R$ 2.500, neste ano.
“É uma diferença muito grande. A indústria acaba repassando esse aumento para o consumidor final, pois, caso contrário, não consegue nem se manter na atividade”, finaliza.