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Mosquito aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika virus | Foto: Pixabay

Mosquito aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika virus | Foto: Pixabay

O número de casos notificados de chikungunya na Bahia passou de 4.365, entre dezembro de 2018 e junho de 2019, para 23.311 entre dezembro de 2019 e junho de 2020, o que representa um aumento de 434%, segundo levantamento feito pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Conforme a pasta, não houve nenhum outro país, em todo o mundo, com mais casos da doença em junho desse ano que o Brasil, de acordo com o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, órgão de vigilância da União Europeia. Entre os mais de 40 mil casos no país, a maioria está na Bahia. De acordo com o Ministério da Saúde, 41,5% das notificações foram registradas no estado. Ainda segundo a Sesab, 261 municípios baianos notificaram casos da doença causada pelo mosquito Aedes aegypt, sendo que 41 deles apresentaram incidência maior ou igual a 300 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Até o momento, três óbitos por complicações provocadas pela chikungunya foram confirmados laboratorialmente, todos ocorridos em Salvador.

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