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No final das contas, quem vai pagar o empréstimo feito pelo governo para socorrer as distribuidoras de energia será o consumidor. Foram captados com os bancos R$ 17,8 bilhões, mas a dívida total é de R$ 26,6 bilhões, a ser cobrada na conta de luz. A diferença de R$ 8,8 bilhões é referente aos juros.  As informações são do Portal de Notícias G1, que teve acesso a relatório do Tribunal de Contas da União (TCU).

Os custos para a produção de energia subiram muito este ano por conta da falta de chuvas em quase todas as regiões do País. O governo captou o dinheiro com os bancos em março, durante a crise no setor, e repassou às distribuidoras. Agora, entre 2015 e 2017, o consumidor vai pagar esse empréstimo. Só para o próximo ano, o aumento deve ser de 20% a 30%, conforme fontes do G1.

De acordo com a reportagem, o rombo será dividido em 34 parcelas. Em 2015, serão cobrados dos consumidores, R$ 5,9 bilhões dos empréstimos. Em 2016 serão R$ 13,3 bilhões e, em 2017, outros R$ 7,4 bilhões.