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Gupo de mulheres protestou com cartazes em frente ao Estádio Dito Souza, em Várzea Grande | Foto: TVCA/Reprodução

Gupo de mulheres protestou com cartazes em frente ao Estádio Dito Souza, em Várzea Grande | Foto: TVCA/Reprodução

A direção do Operário de Várzea Grande, no Mato Grosso, desistiu da contratação do goleiro Bruno. A decisão foi tomada após a perda de patrocínios e dos protestos organizados por moradores da cidade e torcedores do clube. “Foi uma pressão muito grande e dois patrocinadores acabaram desistindo. Sem dinheiro, você não consegue fazer futebol”, afirmou André Xela, supervisor de futebol do Operário, em entrevista ao site da revista Época. “A gente teve que desistir. Agradecemos o apoio de parte dos torcedores que havia apoiado nossa contratação, mas percebemos também que muitos não gostaram. Em prol do clube e da torcida, achamos melhor cancelar a contratação”. Em entrevista ao jornal O Tempo, a advogada de Bruno, Mariana Migliorini, confirmou o fim da negociação com o clube. Segundo ela, o goleiro ficou “extremamente triste, sem dormir e sem comer” após saber da notícia. Disse ainda que os empresários de Várzea Grande não querem ter o nome de Bruno vinculado a eles “por conta da repercussão social”. Enquanto o Operário estreava no campeonato local, nesta terça (21), um grupo de mulheres protestou com cartazes, faixas e gritos em frente ao Estádio Dito Souza, em Várzea Grande.

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