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Homem é levado a hospital após ser baleado em bar, mas não resiste e morre em RetirolândiaFoto: Reprodução/Redes Sociais</span>
Um homem identificado como Savio Lima da Silva morreu nesta terça-feira (24) após ser baleado, em Retirolândia, cidade da região sisaleira da Bahia. Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu na Travessa Santo Antônio, em um bar que fica próximo a um posto de combustíveis localizado. Conforme a PM, a vítima foi socorrida por populares e levada para o hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda segundo a PM, populares relataram que o homem já havia sofrido uma tentativa de homicídio há alguns anos. Autoria e motivação do crime são desconhecidas. O caso deve ser investigado pela Delegacia Territorial de Retirolândia. A Polícia Militar informou ainda que fez buscas por suspeitos na região, mas ninguém foi preso até a publicação desta matéria.
Jovem é preso em flagrante com R$ 1 mil em notas falsas na BahiaFoto: Divulgação/Polícia Civil</span>
Um jovem de 18 anos foi preso após ser flagrado com R$ 1 mil em cédulas falsas em Jequié, no sudoeste da Bahia. A Polícia Civil informou que recebeu a denúncia de que uma pessoa havia recebido uma encomenda de moeda falsa e estava repassando na cidade. “O suspeito confessou ter pago R$ 240 por 10 cédulas de R$ 100 e que era a terceira vez que ele fazia essa transação”, disse o delegado Rodrigo Fernando de Souza, chefe da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin). Conforme a polícia, o jovem permanece custodiado à disposição da Justiça. O caso será encaminhado à Polícia Federal, que continuará as investigações.
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (24) que aumentará o preço da gasolina para as distribuidoras a partir do dia 25 de janeiro. Os demais combustíveis não tiveram os preços alterados.
Trata-se de um aumento de R$ 3,08 para R$ 3,31 por litro. O acréscimo nominal é de R$ 0,23 por litro, o que representa uma alta de 7,46%.
O último reajuste dos preços da gasolina havia sido realizado em dezembro, com redução de 6,1%. No patamar anterior, os preços da gasolina brasileira eram negociados abaixo dos preços do mercado internacional.
Preços nos postos
Vale lembrar que o valor final dos preços dos combustíveis nas bombas depende não só dos valores cobrados nas refinarias, mas também de impostos e das margens de lucro de distribuidores e revendedores. Os postos têm liberdade para estabelecer os preços cobrados; assim, a queda do preço cobrado pela Petrobras pode demorar — ou nem chegar — às bombas.
Segundo a Petrobras, a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos faz com que a parcela que fica com a empresa seja de, em média, R$ 2,42 a cada litro vendido na bomba.
“Esse aumento acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, diz a Petrobras.
Equipes da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca) prenderam um médico em flagrante, nesta terça-feira (24), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, no imóvel do suspeito, localizado em um condomínio na Avenida Paralela. No local, segundo a Polícia Civil, foram encontradas imagens de pornografia infanto-juvenil em dispositivos eletrônicos, além de uma cartela de drogas sintéticas. Conforme a polícia, o suspeito é investigado em um inquérito policial do Rio de Janeiro, decorrente de uma prisão em flagrante por estupro de vulnerável, ocorrido naquele estado. “Esses materiais são de suma importância para subsidiar as investigações do Rio de Janeiro, como também a identificação de possíveis coautores, além do próprio embasamento da acusação deste suspeito”, avalia a titular da Dercca, delegada Simone Moutinho. Todo material apreendido seguirá para perícia do Departamento de Polícia Técnica (DPT). O suspeito será autuado em flagrante pelo armazenamento das imagens de pornografia infantil e posse de entorpecente.
Canoa vira em rio em Itacaré, no sul da BahiaFoto: Divulgação/Prefeitura de Itacaré</span>
Uma canoa que levava sete pessoas virou na tarde de sexta-feira (20), no Rio de Contas, no trecho do povoado de Taboquinhas, no município de Itacaré, no sul da Bahia. Os ocupantes da embarcação eram de uma mesma família. De acordo com o Corpo de Bombeiros, duas meninas, de 10 e 14 anos, morreram. Outras cinco pessoas conseguiram se salvar. As duas vítimas fatais, identificadas como Ester Souza da Paixão e Débora Souza da Paixão, ficaram desaparecidas após o acidente. O primeiro corpo foi encontrado no domingo (22) e o segundo na manhã desta segunda-feira (23). O Corpo de Bombeiros informou que os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). Ainda não se sabe o motivo da canoa ter virado.
Meninas de 10 e 14 anos morreram no acidenteFoto: Reprodução/Redes Sociais</span>
Antes e depois da cirurgia no nariz de Elielma Carvalho com o dentista Igor LeonardoFoto: Elielma Carvalho/Arquivo Pessoal/Reprodução/Instagram/via g1</span>
O dentista Igor Leonardo Soares Nascimento foi indiciado pela Polícia Civil por exercício ilegal da medicina e por lesão corporal após uma paciente denunciar que perdeu parte do nariz depois de fazer um procedimento estético com ele em Aparecida de Goiânia, Região Metropolitana da capital. A cirurgia conhecida como alectomia, usada para afinar o nariz, não pode ser feita por dentistas. A vítima precisou fazer diversas cirurgias para reconstrução e ficou com cicatrizes.
O indiciamento aconteceu na sexta-feira (20). O dentista Igor Leonardo disse que o problema não foi decorrente da cirurgia, e sim uma síndrome desenvolvida após uso de medicamentos, o que causou a necrose. Ele afirmou ainda que deu todo atendimento à paciente (leia nota na íntegra no fim da matéria).
A esteticista Elielma Carvalho Braga fez o procedimento em junho de 2020, após ver anúncios do dentista na internet falando que fazia a alectomia. Inicialmente, ela acreditou que o procedimento tinha dado certo. Porém, nos dias seguintes, ela começou a sentir fortes dores e alterações no rosto.
“Meu rosto começou a queimar. No outro dia ficou cheio de bolha, como se fosse queimadura”, contou.
Em julho de 2022, Elielma decidiu denunciar o caso publicamente. Ela teve uma necrose no lado direito do nariz. Após perder parte da pele, precisou fazer mais de dez cirurgias e ficou com cicatrizes, abalando sua autoestima.
“Eu tenho vergonha, porque a gente faz uma coisa para melhorar um pouco e a pessoa faz isso. Ele destruiu minha autoestima. Eu choro, não é fácil o que eu vivo hoje”, disse ao g1 na época.
O Conselho Regional de Odontologia disse que não pode fornecer informações sobre os processos envolvendo dentistas. O g1 entrou em contato com o Conselho Regional de Medicina por e-mail às 6h45, mas não teve retorno até a última atualização dessa reportagem.
Investigação
A Polícia Civil disse que o inquérito contou com documentos dos conselhos, tanto regionais quanto federais, de Odontologia e Medicina, além de exames das lesões da vítima. A investigação apontou que o dentista, mesmo não tendo a formação necessária, fez a cirurgia e causou uma lesão corporal gravíssima na paciente.
Além disso, por fazer um procedimento cirúrgico exclusivo para médicos, foi indiciado por exercício ilegal da profissão.
Por fim, a polícia disse que o dentista fazia os procedimentos de maneira habitual e que, em 2021, foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra ele pelo mesmo crime.
Alectomia
A alectomia é feita para reduzir as asas nasais. A técnica é, teoricamente, simples: com uma anestesia local, o profissional corta um pedaço dessas estruturas que circundam as narinas e fecha com pontos.
O Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) disse na época da denúncia que o procedimento é um ato médico e, portanto, “deve ser realizado apenas por médicos”. A entidade disse que o combate ao exercício ilegal da medicina tem sido feito com rigor.
O Conselho Regional de Odontologia informou, também em 2022, que “os cirurgiões-dentistas têm autorização para a realização de procedimentos estético-faciais, desde que não sejam cirúrgicos puramente estéticos” e que a alectomia nunca esteve entre os procedimentos listados como permitidos para cirurgiões-dentistas.
Já uma resolução de agosto de 2020 proibiu expressamente a realização de alectomia por dentistas.
Nota do dentista Igor Leonardo
“Sou cirurgião dentista há 19 anos. Especialista em implantes dentários, ortodontia e ortopedia funcional dos maxilares, estética bucal, e harmonização facial avançada.
O problema do caso da Elielma foi uma reação que aconteceu após o procedimento que se chama Síndrome de Nicolau, que é um raro agravamento de vasos sanguíneos após o uso de medicamentos injetáveis. Algo muito raro de acontecer e foi devido ao preenchimento realizado no nariz dela e não pela cirurgia como estão falando.
O fato dela ter demorado muito a buscar minha ajuda após o procedimento agravou muito a situação. Quando ela voltou até mim, que foi 3 dias depois, já estava ruim a situação. E, infelizmente, fiquei de mãos atadas e por isso ela sofreu sequelas tão graves.
Sobre a indenização, o que a Justiça determinar eu o farei. Me sensibilizei muitíssimo com o caso da Elielma e jamais desejei algo de ruim, sempre fiz e farei o melhor pelos meus pacientes.
Não foi a cirurgia que gerou o problema da paciente Elielma.
A Síndrome de Nicolau, também conhecida como Embolia Cutis Medicamentosa e Dermatite Livedóide, é uma rara complicação caracterizada por necrose tecidual que ocorre após a injeção de medicamentos que foi o caso dela.
Inclusive a referida paciente teve meu total suporte e apoio nos tratamentos que realizou após este episódio. Me sensibilizei bastante com o problema dela.
Custeei os medicamentos e tratamentos posteriores com outros colegas. Nunca a deixei desamparada em termos financeiros e acompanhei de perto seu tratamento posterior ao ocorrido.
Infelizmente nós profissionais da área estamos sujeitos a intercorrências que não são da nossa vontade.
Sigo à disposição dela sempre que for preciso. E qualquer que seja a decisão judicial eu mesmo farei o possível para colaborar com ela”.
José Múcio Monteiro, ministro da Defesa do governo LulaFoto: REUTERS/Adriano Machado</span>
O ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (23) que o processo de investigação no Exército sobre militares que participaram de atos golpistas do último dia 8 continua – e ganhará força com a mudança de comando na corporação. No fim de semana, o presidente Lula demitiu o general Júlio Cesar de Arruda e o substituiu pelo general Tomás Miguel Ribeiro Paiva. Sobre as investigações de militares que apoiaram os atos de vandalismo e até atrapalharam a prisão dos envolvidos, Múcio afirmou que “Lula não vai perdoar golpistas”. “Vamos identificar os culpados. Não vamos trabalhar em cima de suspeições e vamos investigar “, disse o ministro ao g1. A demissão do general Arruda foi decidida após desgastes com o Executivo. O alto escalão do governo considera que Arruda resistiu à desmobilização do acampamento de bolsonarista radicais em frente ao quartel-general do Exército em Brasília. E lembra que na noite dos ataques, tanques de guerra impediram que radicais fossem presos até a manhã do dia seguinte.
Lula e Janja desembarcam em Buenos AiresFoto: Ricardo Stuckert/Planalto</span>
A discussão sobre moeda comum para os países do Mercosul deve ganhar força com a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Buenos Aires (Argentina), onde participa da cúpula da Celac (Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos).
Lula viajou à capital argentina na noite de domingo (22). A expectativa de integrantes do governo é que as conversas sobre moeda comum, ainda embrionárias, ganhem força em reuniões que o presidente manterá ao longo do evento, entre elas uma com o presidente argentino, Alberto Fernández. O ministro Fernando Haddad (Fazenda) integra a comitiva.
No final da noite de sábado (21), Lula e Fernández assinaram artigo conjunto no jornal argentino Perfil no qual defenderam o relançamento da aliança entre Brasil e Argentina.
Em um trecho, ambos defendem as discussões sobre moeda comum para o bloco. “Temos a intenção de superar as barreiras em nossas trocas [comerciais], simplificar e modernizar as regras e fomentar o uso das moedas locais”, escrevem.
“Também decidimos avançar nas discussões sobre uma moeda comum sul-americana que possa ser usada tanto para os fluxos financeiros como comerciais, reduzindo os custos operacionais e nossa vulnerabilidade externa.”
Em abril do ano passado, Haddad e seu atual secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, escreveram um artigo na Folha argumentando que a criação da moeda sul-americana pode acelerar a integração regional. “A nova moeda poderia ser utilizada tanto para fluxos comerciais quanto financeiros entre países da região”, indica o artigo.
Em janeiro deste ano, ao ser questionado sobre a possível criação de uma moeda única para o Mercosul, Haddad disse a um jornalista para “se informar primeiro”. A declaração ocorreu dois dias após o embaixador da Argentina, Daniel Scioli, ter dito que conversou com o ministro sobre a criação de uma moeda comum (não única) para o bloco.
General Tomás Miguel Ribeiro Paiva, novo comandante do Exército BrasileiroFoto: Reprodução/Uol</span>
O general e ex-presidente dos Correios Juarez Cunha afirmou no domingo (22) que o Exército é uma “instituição de Estado, não partidária” e que a Constituição é o seu “guia”.
A declaração foi feita um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitir o general Júlio César de Arruda do comando do Exército. Para o cargo, foi nomeado o general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.
“Amigos militares! Hora de reajustar o dispositivo e recompor as forças. Disciplina é o nosso farol, a Constituição o guia, o respeito aos nossos chefes garantem o êxito na missão. Somos instituição de Estado, não partidária, não sujeita às turbulências da política partidária”, escreveu Cunha em uma rede social.
No sábado, ele já tinha escrito, em menção ao novo comandante do Exército, que “ser militar é ter uma instituição de Estado, apolítica e apartidária”.
“Gen Tomás, Cmt Mil Sudeste: Ser militar é ter uma instituição de Estado, apolítica e apartidária ….. vamos continuar defendendo a democracia e respeitando a alternância do poder. Palavras absolutamente adequadas no momento e manifesto aqui minha total solidariedade com o Gen”, escreveu Cunha.
Tomás Miguel Ribeiro Paiva era o comandante militar do Sudeste. Já Cunha foi presidente dos Correios durante parte do governo Bolsonaro.
Troca
Segundo o ministro da Defesa, José Múcio, a troca no Exército aconteceu devidos aos últimos acontecimentos em Brasília, que causaram uma “fratura no nível de confiança” entre o atual governo e a instituição.
“Evidentemente que depois desses últimos episódios, a questão dos acampamentos e a questão do dia 8 de janeiro, as relações, principalmente no Comando do Exército, sofreram uma fratura no nível de confiança e nós achávamos que nós precisávamos estancar isso logo de início até pra que nós pudéssemos superar esse episódio”, afirmou Múcio à imprensa.
O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Benedito Gonçalves, deu prazo de cinco dias para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifeste sobre uma postagem em rede social questionando o resultado das eleições de 2022 e também sobre os atos de vandalismo aos prédios dos Três Poderes, em Brasília.
O prazo começa a contar a partir da notificação. O despacho de Gonçalves é do último sábado (21) e atende a um pedido da campanha de Lula à Presidência da República.
Além de Bolsonaro, também serão notificados o ex-ministro da Defesa Braga Netto, o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
O pedido foi feito dentro do processo sobre uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder político.
Ao acionar o TSE, a campanha de Lula cita que houve uma postagem feita por Bolsonaro, em seu perfil oficial nas redes sociais, questionando o resultado das eleições de 2022. A postagem foi feita após os ataques do dia 8 de janeiro e apagada após cerca de duas horas no ar, conforme mostrou o g1.
A postagem incluia um vídeo. No vídeo, um procurador do estado de Mato Grosso do Sul divulga teses infundadas e já desmentidas sobre as eleições de outubro. Dizia, por exemplo, que o povo brasileiro não tem “poder” sobre o processo de apuração dos votos.
A apuração eleitoral dos votos é pública e já foi detalhada pelo TSE diversas vezes. Os boletins de urna foram divulgados na internet e não houve, até o momento, uma única suspeita de fraude detectada.
Bolsonaro compartilhou o post dois dias após uma minoria de radicais bolsonaristas cometer atos de terrorismo em Brasília, depredando a sede dos três poderes da República – o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional.
Ao longo dos atos de terrorismo, os golpistas gritavam contra o resultado das eleições e acusavam os Poderes de terem fraudado a eleição de Lula, embora não haja qualquer indício de que isso tenha acontecido.