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Uma mulher suspeita de dopar e roubar um homem durante um encontro em um bar foi presa na quarta-feira (11), no município de Araci, na região sisaleira da Bahia. O crime aconteceu em Serrinha e, segundo a Polícia Civil , o prejuízo causado à vítima foi de R$ 18,3 mil.
De acordo com as investigações, a suspeita dopou a vítima durante um encontro em um bar no bairro Vaquejada, em Serrinha. Após o homem perder a capacidade de reação, ela roubou o celular, cartões bancários e R$ 500 em dinheiro.
De acordo com as investigações, a suspeita dopou a vítima durante um encontro em um bar no bairro Vaquejada, em Serrinha. Após o homem perder a capacidade de reação, ela roubou o celular, cartões bancários e R$ 500 em dinheiro.
Durante a investigação, imagens de câmeras de segurança confirmaram a presença da suspeita com a vítima momentos antes do crime.
A mulher foi localizada na casa onde mora, em Araci, e levada para a Delegacia Territorial (DT) de Serrinha, onde permanece à disposição da Justiça.
A proprietária de um terreno em Conceição do Coité, na região sisaleira da Bahia, ingressou com uma ação judicial contra o pedreiro que teria abandonado a obra antes da conclusão. A mulher havia contratado o profissional para a construção de 10 kitnets por R$ 110 mil, mas, com cerca de 50% da obra concluída e quase 100% do valor pago, o homem deixou de aparecer no serviço.
Conforme o processo judicial, a proprietária do terreno firmou um contrato de prestação de serviços com o profissional, com início em março de 2025 e previsão inicial de entrega em novembro do mesmo ano.
Ela informa que pagou R$ 20 mil de entrada e realizou pagamentos mensais de R$ 10 mil, tendo quitado R$ 105.700 dos R$ 110 mil combinados. No entanto, conforme consta no processo, o pedreiro abandonou a obra, que já estava atrasada, no início de dezembro, deixando os serviços incompletos e sem justificativa formal.
A proprietária do terreno, que preferiu não ser identificada, explicou ao g1 que nem conseguia acompanhar o andamento da construção. “Quando eu ia lá na obra, muitas vezes estava fechada. Eu ia na casa dele e ele dizia que estava com dor na coluna e que ia para o hospital”.
Ela lembra que, tempo depois, descobriu que o pedreiro não estava se tratando no hospital, como alegava. O homem também não apresentou qualquer justificativa formal ao largar o serviço.
“Depois disso, ele disse que ia terminar minha obra, mas não terminou. Ele abandonou a obra e até com a chave ficou. Disse que ia se mudar para outra cidade e trocou o número de telefone”.
A avaliação do arquiteto responsável pela obra é de que a execução ficou em cerca de 50%. Porém, 96% do valor acertado (R$ 105,7 mil do total de R$ 110 mil) já foi pago. Nesse sentido, o cálculo apresentado na ação aponta que:
o valor correspondente à obra executada é de R$ 55 mil;
com isso, o prejuízo estimado seria de R$ 55,7 mil.
A vítima ressaltou ainda que, além da obra inacabada, deixou de receber a renda que seria obtida com o aluguel das kitnets. A proprietária também relatou que parte do serviço realizado precisou ser refeita.
Segundo ela, encanações teriam sido instaladas de forma incorreta e precisaram ser desfeitas por novos trabalhadores contratados para dar continuidade à obra. “Eu estou pagando diária para finalizar. Então é só prejuízo”.
Outro problema apontado foi a retirada do hidrômetro do imóvel sem autorização da concessionária. A mulher conta que a situação gerou aplicação de multa pela Embasa, o que aumentou os gastos. Além disso, a obra estaria se deteriorando devido às chuvas, já que permanece incompleta.
Ainda conforme o processo, a mãe do pedreiro chegou a intervir na situação e se comprometeu a resolver o impasse ou providenciar outro profissional para concluir a obra. No entanto, segundo a ação, nenhuma providência foi adotada posteriormente, o que teria prolongado os prejuízos da proprietária.
Ação na Justiça
A mulher informou que, inicialmente, não registrou ocorrência policial e optou por buscar solução diretamente na Justiça. Ela processou o pedreiro e também a mãe do homem. “Entreguei o processo no juizado depois que pedi ao arquiteto para avaliar a obra”.
Na ação judicial, a proprietária pede que os réus concluam a obra, custeiem outro profissional ou devolvam o valor do prejuízo de R$ 55.700. A mulher também solicita indenização de R$ 4 mil por danos morais.
O processo foi distribuído em 5 de fevereiro deste ano, na 1ª Vara do Sistema de Juizados da Comarca de Conceição do Coité. Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), uma audiência de conciliação foi realizada em 9 de março, de forma telepresencial, mas não houve acordo. O caso agora aguarda decisão do magistrado responsável.
Um homem suspeito de matar a companheira em Santaluz, na região sisaleira da Bahia, foi preso pela Guarda Civil Municipal (GCM) no começo da tarde deste sábado (7). A vítima, Maria da Penha da Silva, de 38 anos, morreu na quinta-feira (5), depois de ser encontrada inconsciente dentro de uma casa no bairro Açude Tapera.
Ela foi socorrida pelo Samu e levada para o hospital. A mulher apresentava hematomas na região do tórax e da cabeça, além de sangramento no nariz. Maria da Penha não resistiu e morreu horas depois .
O companheiro dela passou a ser considerado o principal suspeito e, desde então, não havia sido localizado. A GCM informou que ele foi encontrado no começo da tarde deste sábado e encaminhado à delegacia de Santaluz, que investiga o caso.
Sargento da Polícia Militar da Bahia Vagner Carneiro Firmo foi morto a tiros neste sábado (07/03)Foto: PM BA
O sargento da Polícia Militar Vagner Carneiro Firmo foi morto a tiros na manhã deste sábado (7) na zona rural de Santaluz, na região sisaleira da Bahia. Ele foi encontrado por equipes do 16º Batalhão após moradores avisarem que um policial havia sido baleado perto do açude Tapera.
Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte do sargento. Segundo a PM, em apuração da TV Bahia, as primeiras informações apontam que o militar estava de folga e foi até a área depois de receber relatos sobre uma barraca de lona e a presença de suspeitos escondidos na região.
Ao se aproximar para verificar a situação, ele foi atingido por disparos. Os responsáveis fugiram em seguida.
A Polícia Militar faz buscas para localizar os suspeitos e reforçou o policiamento em Santaluz. As circunstâncias do caso seguem sob investigação.
O sargento Vagner Carneiro Firmo tinha 22 anos de serviços prestados à corporação. Ele deixa esposa e dois filhos. A PM manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda.
Uma mulher identificada como Maria da Penha da Silva, de 38 anos, morreu nesta quinta-feira (5), em Santaluz. A Polícia Militar informou que ela foi encontrada inconsciente dentro de uma casa no bairro Açude Tapera e levada ao hospital após atendimento do Samu.
Ainda segundo a PM, a vítima apresentava hematomas na região do tórax e da cabeça, além de sangramento no nariz. Ela não resistiu e morreu no fim da tarde. Conforme a corporação, há indícios de lesões provocadas por agressão, e o principal suspeito é o companheiro da mulher, que não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem.
O Departamento de Polícia Técnica foi acionado para encaminhar o corpo para necropsia e realizar perícia no imóvel onde a mulher foi encontrada desacordada. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Dois suspeitos foram presos na manhã desta quarta-feira (4) após uma ação da Polícia Militar no centro de Araci, na região sisaleira da Bahia. Segundo a PM, a ocorrência foi registrada por volta das 10h30, quando os policiais abordaram a dupla que estava em uma motocicleta.
De acordo com a corporação, durante a abordagem foram encontradas porções de cocaína e maconha. Em diligência complementar, os policiais localizaram mais entorpecentes, além de uma balança de precisão e um caderno com anotações relacionadas ao tráfico.
Os dois suspeitos, a motocicleta e todo o material apreendido foram apresentados na delegacia para a adoção das medidas cabíveis.
Um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta quarta-feira (4) após ser abordado com porções de maconha, cocaína e crack durante uma ação da Polícia Militar na zona rural de Conceição do Coité, na região sisaleira da Bahia. De acordo com a PM, a ocorrência foi registrada por volta das 11h20, na estrada para o povoado Boa Vista, nas imediações da Escola Agrícola, depois de uma denúncia anônima.
O adolescente foi levado para a Delegacia de Candeal, junto com o material apreendido, para a adoção das medidas cabíveis.
Railton Silva Reis, de 24 anos, foi morto a tiros na madrugada desta quarta-feira (4), no bairro JK, em Santaluz. A Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar informaram que atenderam a ocorrência.
Segundo relato de uma testemunha, Railton estava em casa quando homens chegaram ao local se passando por policiais. Ele tentou fugir, mas foi perseguido, alcançado e executado.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para fazer a perícia e encaminhar o corpo para necropsia. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime.
Railton trabalhava na Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.
Santa Luz Desenvolvimento MineralFoto: Equinox Gold/Divulgação
A Justiça da Bahia suspendeu a venda de uma mina de ouro no estado que faz parte de um negócio bilionário envolvendo empresas canadenses e chinesas no Brasil.
A decisão segue um pedido da CBPM (Companhia Baiana de Pesquisa Mineral), empresa do governo da Bahia, que no mês passado disse não ter sido avisada da operação, o que iria contra um acordo de arrendamento entre os baianos e os canadenses.
A canadense Equinox Gold, que no Brasil opera minas na Bahia, Maranhão e Minas Gerais, anunciou em dezembro que venderia todos seus ativos no país para a CMOC, uma das maiores mineradoras do mundo e com operações de nióbio e fertilizantes fosfatados em Goiás e São Paulo. O negócio envolve o pagamento de mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões) por parte dos chineses, sendo US$ 900 milhões no fechamento da compra e US$ 115 milhões um ano depois.
Em fevereiro, no entanto, o presidente da CBPM, Henrique Carballal, chamou executivos das duas empresas para a sede da estatal e afirmou que os baianos entrariam na Justiça contra a operação. Ele argumentou que o direito de extração da Equinox na Bahia pertence à CBPM e que os canadenses só operam na região sob um contrato de arrendamento, por meio de uma empresa chamada Santa Luz.
O contrato, segundo ele, prevê que a Equinox só pode negociar com terceiros seus direitos se tiver a anuência da arrendante, que nesse caso é a CBPM. Chineses e canadenses, no entanto, argumentam que, apesar da venda, o direito minerário continua sob a Santa Luz, que agora passa a ser administrada pela CMOC.
Nesta terça, o juiz Dario Gurgel de Castro concordou com a defesa da estatal e disse que, embora a Santa Luz ainda seja detentora do direito mineral, a mudança de controle da empresa gera impactos à parceria. Segundo o magistrado, a exigência no contrato tem o objetivo de proteger a administração pública.
“Isso porque o Estado, ao contratar, avalia um conjunto de atributos do particular –sua capacidade técnica, sua solidez econômico-financeira e sua regularidade fiscal”, escreveu na decisão.
“Embora a alteração do controle societário não implique, sob o aspecto formal, modificação da personalidade jurídica da contratada —como sustentam as rés—, pode, em princípio, representar alteração relevante de elementos que embasaram a confiança da Administração Pública quando da contratação, tais como: técnico, gerencial e financeiro”.
Em sua decisão, o magistrado ainda determinou que chineses e canadenses apresentem documentos relativos à venda. Por outro lado, ele negou o pedido da CBPM para retomar imediatamente a área arrendada e manteve o funcionamento da atividade no complexo minerário –a CMOC já está operando a mina, uma vez que o negócio foi totalmente concretizado em 23 de janeiro, segundo a Equinox Gold pontuou em seu último balanço financeiro.
Procurada, a CMOC ainda não havia respondido os questionamentos do site Política Livre até a publicação desta matéria. A reportagem não encontrou funcionários da Equinox Gold para comentar o assunto; aqueles que responderam o contato disseram já ter sido transferidos para a chinesa e que, por isso, não tinham autorização para comentar o assunto.
Se concretizada, a anulação da venda das minas da Equinox na Bahia tem potencial de afetar toda a negociação entre chineses e canadenses. Isso porque o complexo minerário da Equinox no estado é o mais lucrativo da empresa no país. No ano passado, a empresa faturou US$ 892 milhões no Brasil.
No último balanço, a empresa não detalhou a receita específica do complexo na Bahia, mas de acordo com o balanço anual de 2024 da Equinox as duas minas da empresa no estado geraram uma receita de US$ 290 milhões no ano, quase metade de toda a receita da empresa no Brasil naquele ano e um quinto da receita mundial da mineradora, que também opera minas de ouro no Canadá, EUA, México e Nicarágua.
O preço do ouro vem batendo recordes nos últimos meses, à medida que as tensões geopolíticas aumentam –no final de janeiro, por exemplo, a onça de ouro ultrapassou os US$ 5.100. A subida tem provocado a retomada de projetos suspensos de ouro em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Quando anunciou a venda dos ativos no Brasil para a CMOC, o CEO da Equinox Gold, Darren Hall, disse que a negociação era importante para quitar empréstimos de US$ 800 milhões e, consequentemente, reduzir despesas da mineradora com juros.
Policiais militares do 16º Batalhão da (16° BPM) apreenderam porções de drogas na madrugada desta terça-feira (3), em Araci, na região sisaleira da Bahia.
De acordo com a corporação, a guarnição realizava patrulhamento de rotina na quando decidiu averiguar um estabelecimento comercial localizado às margens da BR-116. Durante a abordagem, os policiais realizaram buscas no local e encontraram 15 pedras de crack.
O material apreendido foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado.