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Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR

A delação premiada do marqueteiro baiano João Santana e sua esposa Mônica Moura pode ser uma espécie de arrasa-quarteirão contra a presidente afastada Dilma Rousseff. Segundo procuradores que acompanham as negociações para o acordo de colaboração, o casal pode ser para a petista o mesmo que o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, foi para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ). Em sua delação, Machado entregou à força-tarefa da Lava Jato áudios de conversas gravadas com o peemedebista, além de outras figuras da cúpula do PMDB no Senado, como os senadores Romero Jucá, Edison Lobão e Jáder Barbalho, e o ex-presidente da República e ex-senador José Sarney. Nas gravações, Calheiros aparece defendendo medidas interpretadas como formas de tentar diminuir a força da operação.