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Trabalhei cinco anos, na UEFS, só com licitação. Ana Lúcia Lima, minha colega também do quadro permanente da SAEB (Gestora Governamental/EPPGG ainda em exercício na UEFS), de quem lá me tornei amigo pela idêntica seriedade no labor nesta área e para com o serviço público como um todo, sabe o quão exigente é trabalhar com licitação. E agradeço a Deus por NUNCA termos nos corrompido (em nenhum aspecto, por questão, na verdade, de formação, de berço) e o TCE não ter detectado uma “vírgula” de irregularidade ou de necessidade de correção/ajuste nos processos que foram de responsabilidade exclusiva da COPEL de 2008 a 2013 (isto está documentado e consta, por exemplo, em um dos relatórios da AUDICON/UEFS – texto que guardo com muito orgulho no bom sentido). Nos pregões e dispensas, sim; houve, neste intervalo de anos, pontos reiterados para ajustes, justificações da Administração e correções. Nos CONVITES, nas CONCORRÊNCIAS e nas TOMADAS DE PREÇO (modalidades que nós, três membros da COPEL, realizávamos por exclusividade legal), não. Continuar lendo…