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Ministro da Educação é investigado no STF por recebimento de propina

Com informações de O Globo
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O ministro da Educação, Mendonça Filho, ao lado do presidente interino, Michel Temer | Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Mais um ministro do governo Temer foi envolvido na Lava-Jato. Desta vez, foi Mendonça Filho (DEM-PE), da Educação. Nesta sexta-feira, após retirada de sigilo de um dos processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), descobriu-se que, em janeiro deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de investigação para apurar se o atual ministro da Educação recebeu propina de empreiteira investigada na Operação Lava-Jato. Na época, Mendonça era deputado federal, e só assumiu o ministério em maio. O pedido de investigação está em inquérito cujo alvo é o ex-ministro da Comunicação Social Edinho Silva. No caso de Mendonça, há suspeita em relação a uma doação eleitoral de R$ 100 mil feita pela UTC em 2014. Janot identificou que a empresa fez duas doações nesse valor, uma em 5 de agosto de 2014 e outra em 5 de setembro de 2014, ao diretório nacional do DEM. Nesta sexta-feira, no Jaburu, Temer discutiu os desdobramentos das delações que envolvem políticos. Os peemedebistas demonstraram preocupação com a delação de Fábio Cleto, que acabou atingindo Henrique Alves (PMDB-RN) e o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha. Segundo um integrante do governo, há citação a Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo). O temor do presidente interino é que a imagem do governo seja contaminada definitivamente pela operação.

1 resposta para “Ministro da Educação é investigado no STF por recebimento de propina”

  • JOSE PLINIO DE OLIVEIRA disse:

    Todos nós, brasileiros e brasileiras, que temos acesso a emprego e renda, também suprindo as nossas necessidades da vida humana, do pão cotidiano e etc.; com certeza, consideramos a corrupção em todas as áreas e na política partidária principalmente como práticas inaceitáveis e erosivas à dignidade básica da pessoa humana. E com muita razão! Agora, eu quero que alguém me confirme a possibilidade de um político eleger-se sem atender às mais diversas formas de apelos dos eleitores incapazes de exercer o seu “DIREITO DE CIDADANIA”, o voto, sem receber do candidato alguma forma de compensação. Nem que seja uma promessa não cumprida.
    Eu pessoalmente, sou reiteradamente contrário à corrupção política porque, inclusive, tomei café na manhã de hoje e, GRAÇAS A DEUS, tenho a garantia de almoço e janta. Mas, não obstante, bem que gostaria de que algum cientista político estudasse o papel do eleitor carente e excluído dos direitos sociais em toda essa demanda de Lava-Jato, delações premiadas e leniências levando em conta o funcionamento da Indústria Eleitoreira. Nós estamos abdicando de aprofundar o debate sobre a influência decisiva das necessidades prementes do eleitor na perpetuação da corrupção política, que no Brasil é cultural e histórica. O que garante a primazia desse câncer moral desgraçado que corrói a alma da nossa sociedade mais necessitada.
    Lembro-me de certa feita em que fui solicitado por um chefe de família desempregado aqui na cidade de Serrinha onde vivo que me fez o seguinte relato: Amanheceu o dia e em sua casa em que contava com esposa e mais seis filhos somente contava com um pouco de fubá de milho e um pouco de sal. A Sra. sua esposa passou a juntar alguns garranchos para fazer um fogo e preparar um angu que seria a única refeição daquele dia. Desesperado, o chefe de família foi a casa de um vereador que guardava na época o chamado “vale gás”, para trocar por votos. O pobre homem humilhou-se, garantiu o seu voto e os de sua família para aquele troglodita eleitoreiro; recebeu o “vale” para ir trocar por alimentos em uma bodega de ponta de rua que, ainda deduzia o valor em troca de alimentos.
    Jamais serei a favor da compra de votos e da corrupção política. Entretanto, como pensar o eleitor necessitado em face da necessidade premente da subsistência humana?

    José Plínio de Oliveira

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