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Mulher apanha de marido e filho denuncia agressão pelo Facebook

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Foto: Reprodução / Facebook

Um garoto do Rio de Janeiro publicou uma imagem da mãe com o rosto totalmente ensanguentado no Facebook para denunciar a agressão sofrida pela mulher dentro da própria casa. O autor da agressão é o esposo da boleira Fabiane Boldrini, de 34 anos. Segundo o jornal O Globo, ela teve o nariz fraturado pelo sargento do exército Joel Jorge, de 43 anos, porque ela teria pedido o divórcio. O post, que foi divulgado neste domingo (26), já possui mais de 4,5 mil compartilhamentos. “Por mais que ele tente se explicar, isso que ele fez não tem justificativa. Ela é vitima dele por muitos anos. Ele fraturou o nariz dela com um soco porque ela disse que não queria mais viver com ele, aguentando tudo. E antes que pensem que ela fez alguma coisa de errado, ela não fez nada para merecer isso. Eu sou testemunha, então eu peço que compartilhem para que a justiça seja feita. Agressão contra mulher é covardia! Isso aconteceu há três semanas atrás!”, desabafou o menino carioca.  Nas redes sociais, o sargento se defendeu e pediu desculpas, afirmando que só agrediu a esposa porque foi mordido por ela. Ainda de acordo com O Globo, a mulher procurou as autoridades e disse que já havia registrado outras duas queixas contra o marido. Ela e o sargento são casados há 16 anos e os dois têm três filhos.

1 resposta para “Mulher apanha de marido e filho denuncia agressão pelo Facebook”

  • JOSE PLINIO DE OLIVEIRA disse:

    COVARDIA HEDIONDA E REPUGNANTE!!! E o autor dessa barbárie é um sargento do exército, pasmem. Agora, temos que reconhecer que em nosso Sertão Sisaleiro pode não ser diferente do que está nesse quadro deplorável. A violência contra a Mulher em nossa terra não é diferente do que está aí não. Este quadro é a semiotização do que pode estar ocorrendo entre nós; tanto em termos da violência física, corporal, quanto em termos da violência simbólica que é tão perversa e tão cruel quanto a física. Portanto, basta considerar as linguagens repugnantes e execráveis sobre o corpo e o sexo da Mulher que as chamadas “bandas” e trios elétricos vociferam sobre palcos deploráveis, montados nas praças públicas e sob aplausos frenéticos, inclusive, por ocasião de festejos em homenagem a Nossa Senhora; símbolo de Mulher; e Padroeira de muitas das nossas cidades sertanejas. Pode haver incitação e persuasão maior à violência contra a Mulher em nossas cidades sertanejas do que as linguagens abjetas vociferadas por essas ditas “bandas” sobre o seu corpo e a sua sexualidade?

    José Plínio de Oliveira

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