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Foto: Divulgação

O ex-ministro José Dirceu, condenado por corrupção ativa por conta do escândalo do mensalão, quer contabilizar os onze anos que viveu na clandestinidade, durante a ditadura militar, entre 1968 e 1979, na contagem para sua aposentadoria. De acordo com O Globo, a pretensão de Dirceu precisa ser apreciada pela Comissão de Anistia, ligada ao Ministério da Justiça, órgão que julga e concede, ou não, contagem para a aposentadoria dos anos de perseguição política, além de indenização financeira. O ex-ministro argumenta que os anos de perseguição o impediram de exercer atividade profissional. Até se envolver no movimento estudantil, em São Paulo na década de 60, Dirceu trabalhava. Se comprovar 35 anos de tempo de serviço, Dirceu poderá receber, pela Câmara, proporcional à aposentadoria integral, ou seja, cerca de R$ 10 mil. Valor superior ao teto do INSS, de R$ 4,3 mil. Na comissão, esse tipo de caso tem sido aprovado. 

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