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Mãe usa cadeirinha de bebê para transportar fila com paralisia cerebral | Foto: Notícias de Santaluz

A dona de casa Luzivalda Almeida de Souza do Vale, 34 anos, está realizando uma campanha para arrecadar uma cadeira de rodas adaptada para sua filha, Tatielly Almeida do Vale, de apenas 6 anos, que é portadora de paralisia cerebral com tetraparesia. Mãe e filha moram sozinhas em uma casa localizada na Travessa Beira Linha, situada na entrada do bairro Morro dos Lopes, às margens da BA-120, em Santaluz. Luzivalda conta que a menina adquiriu a deficiência devido a complicações no parto, realizado na maternidade do Hospital Universitário da USP, em São Paulo. “Foi um parto muito complicado, pois ela não estava na posição correta para nascer. Os médicos tentaram o possível, mas ela acabou tendo falta de oxigênio após ter sido estrangulada pelo cordão umbilical, além de ter sofrido perfuração no intestino e fratura na clavícula”, disse.

Por causa dessas complicações, a menina teve que ser submetida à cirurgia de emergência logo após o nascimento e permanecer internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde teve seu quadro de saúde agravado. “Na UTI ela contraiu meningite e a situação ficou ainda mais complicada”, lamenta a mãe. Diante de tantos problemas, Luzivalda revela que a filha ainda sofre com problemas intestinais. “Recentemente ela teve que passar 30 dias internada no Hospital Estadual da Criança, em Feira de Santana, com intestino preso. Em seguida iniciamos um tratamento no Hospital Martagão Gesteira, em Salvador, para tratar o ressecamento”, conta.

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Mãe pede ajuda para comprar cadeira de rodas adaptada para a filha portadora de paralisia cerebral | Foto: Notícias de Santaluz

Luzivalda cumpre toda essa maratona carregando a filha em um carrinho de bebê, que recebeu de doação quando ainda morava em São Paulo. “Até os quatro anos, eu a carregava no colo, mas com o tempo ela foi crescendo e ficando mais pesada. Ganhamos esse carrinho de bebê, que no início ajudou bastante, mas agora ela precisa de uma cadeira adaptada para ter o mínimo de qualidade de vida”, explica a dona de casa, ao afirmar que não tem condições financeiras para comprar o equipamento, que tem um custo elevado. “É um pouco caro, principalmente porque não posso trabalhar, pois tenho que me dedicar a cuidar dela em tempo integral. Ela recebe um benefício por parte do governo, mas é a única renda que temos para garantir a sobrevivência minha e a dela”, revela.

Luzivalda pede para quem tiver interesse em ajudar, seja por meio de doação de qualquer quantia, ou até mesmo dando a cadeira de rodas, entre em contato através do número (75) 99962-7953 [Vivo/WhatsApp]. “Tenho fé em Deus que as pessoas irão se sensibilizar e nos ajudar”, conclui a dona de casa. 

Redação Notícias de Santaluz