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Santaluz: mulher é morta a facadas pelo companheiro no bairro JK

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Homem fugiu após matar mulher a facadas no bairro JK | Foto: Notícias de Santaluz

Uma mulher identificada como Rosália Barbosa Alves, de 41 anos, foi morta a facadas dentro de uma residência localizada na Quadra A do bairro JK (Populares), em frente a Escola Municipal Irmã Dulce, na noite desta sexta-feira (5) por volta das 19h50. Segundo informações de testemunhas, o autor do crime é o próprio companheiro da vítima, identificado como ‘Manoel Preto’, que fugiu em seguida. Ainda conforme o relato de testemunhas, que mora na quadra G do mesmo bairro, estava na casa arrumando o cabelo quando o acusado invadiu a residência e cometeu o crime. A mulher teve várias partes do corpo atingidas. A polícia Militar e a Guarda Civil Municipal estiveram no local e estão realizando buscas, mas até a publicação desta matéria ninguém foi preso. A motivação do crime ainda não foi esclarecida. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica foi acionada para fazer a remoção do corpo.

Redação Notícias de Santaluz

4 respostas para “Santaluz: mulher é morta a facadas pelo companheiro no bairro JK”

  • Paulo Farias disse:

    só precisamos de mais se
    gurança
    Não se sentindo seguro ao passear na cidade de Santa Luz

  • JOSE PLINIO DE OLIVEIRA disse:

    Parece que a violência contra a Mulher não é somente uma questão de Lei Maria da Penha, que é muito importante, mas o Brasil explora uma cultura de não cumprir Leis, principalmente o ditos Poderes Públicos Constituídos. Estes sim, prostituem as Leis, estimulam práticas de crimes, corrupções, desordens e, lamentavelmente a violência covarde contra a Mulher; o que é gravíssimo. Então, o que fazer diante desta realidade crucial? Educação Social envolvendo grupos familiares das periferias sociais, ministrada por equipes multidisciplinares de profissionais especializados, principalmente nos finais de semanas. Outro trabalho muito importante ao longo da semana seriam as Rondas Sociais com participações de policiais militares do quadro feminino, conversando com mulheres, adolescentes, jovens, crianças. Trabalho de prevenção e orientação para encaminhamentos necessários. Ao invés de repressão implacável, Educação Saudável.

    José Plínio de Oliveira

  • JOSE PLINIO DE OLIVEIRA disse:

    Não é somente Santa Luz, nosso Sertão inteiro está à mercê da violência e do crime. E nós, sociedade sertaneja, estamos de mãos amarradas diante desta realidade escabrosa. Agora, Minhas Irmãs, Meus Irmãos a morte de uma mulher indefesa em situações tão trágicas – principalmente nossas Irmãs Mulheres de periferias sociais – devia levar a Lei a uma profunda reflexão. Sabendo que essa questão não se resolve com o emprego do aparelho repressivo do Estado, mas com um trabalho profícuo de conscientização e pacificação social; por isso eu acredito nas RONDAS SOCIAIS com mulheres policiais comandando e atuando. Não para prender, mas para ouvir, refletir com as comunidades e encontrar soluções para esses problemas. É óbvio que para adentrar em algumas periferias, as RONDAS SOCIAIS carecem de apoio logístico e de apoio tático. Não para bater, roubar, extorquir, achacar, assediar, violentar e matar, mas para exercer funções de agentes públicos do Estado. ESTOU DIZENDO ISTO NÃO COMPROMETIDO COM POLÍTICA PARTIDÁRIA OU ELEIÇÕES, MAS COM A VIDA HUMANA, PORQUE NEM VOTAR EU VOTO. ANULO O MEU VOTO!

    José Plínio de Oliveira

  • Jose disse:

    E isso mesmo companheiro,falta deus no coração dessas pessoas e as autoridades agir de forma rigorosa,chega de violência.

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