1920311_10152294098252296_1487322410_nUm amigo me escreveu hoje pelo Facebook, via inbox: “Concordo parcialmente com ele. Tudo que pega microfone a gente chama de cantar! rsrsr”, remetendo-se a uma afirmação do cantor Sidney Magal, por esse veiculada nas redes sociais ontem (vocês acessam facilmente pela internet), criticando Ivete Sangalo por essa ter acolhido como uma, dentre os vários artistas que sonham em cantar com ela, uma “funkeira”, Valesca Popozuda – a quem o ex-lambadeiro chamou de “aborto da natureza”. Daí eu respondi e acresci, como inspiração para este ensaio, o seguinte, a este amigo: “Rsss Até parece que Magal não sabe que, no meio artístico e ainda mais perto de uma gigante como Ivete se tornou, por trás de “despretensiosas” e quaisquer participações, sempre há grandes influências, “pontes”, interesses…, como em toda e qualquer participação; especialmente se o anfitrião ou a anfitriã for digno, estiver em evidência ou tiver o poder de convidar (o que não é o caso de Sidney Magal hoje. Daí, a meu ver, um dos bem ‘mal resolvidos’ motivos da sua ‘revolta’ rsss). Lembro-me, aqui, por exemplo, de gente de Feira de Santana-BA que, na Micareta do ano passado (2013), ficou achando que foi simplicidade/humildade da parte de Daniela Mercury acolher a participação da querida e talentosa sambista feirense (por enquanto ainda de Salvador e do Brasil desconhecida) Maryzelia, no trio que a conduziu. LÊDO ENGANO. Continuar lendo…