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Homem é preso suspeito de agredir e ameaçar companheira em SantaluzFoto: Divulgação/GCM</span>
Um homem de 39 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (28) suspeito de agredir e ameaçar a companheira no bairro São Jorge, em Santaluz, na região sisaleira da Bahia. A prisão foi feita por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM), que foram acionados por uma filha da vítima.
Segundo a GCM, a guarnição foi até o local e encontrou a mulher de 58 anos acompanhada de familiares. O suspeito teria fugido após ser confrontado pelo neto da vítima, que impediu que a agressão continuasse. Os guardas fizeram diligências e localizaram o homem às margens da BA-120.
A vítima relatou aos agentes que vinha sofrendo ameaças físicas e psicológicas por parte do companheiro. Ela também afirmou que o homem teria intimidado seus netos e filhos em outras ocasiões.
Os dois foram levados ao hospital municipal para avaliação médica. Em seguida, o suspeito foi encaminhado à Delegacia Territorial de Santaluz, onde foi autuado em flagrante. Posteriormente, ele foi transferido para a Delegacia Territorial de Valente, onde permaneceu custodiado à disposição da Justiça.
Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, onde Everton foi internado após ser baleado na cabeça durante um ataque que também matou o pai dele em SantaluzFoto: Mateus Pereira/GOVBA</span>
Foi confirmada nesta quarta-feira (28) a morte cerebral de Everton Barbosa da Silva, conhecido como Vertinho, de 18 anos. O jovem estava internado no Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, para onde foi transferido em estado grave após ser baleado na cabeça durante um ataque a tiros que também vitimou o pai dele, Izailton Santiago da Silva, de 43 anos (lembrar).
O crime aconteceu na noite da última quinta-feira (22), no bairro JK, em Santaluz, na região sisaleira da Bahia. Segundo a Polícia Militar, dois homens armados chegaram em uma moto, e um deles, usando capacete, invadiu a residência da família. Dentro do imóvel, atirou contra pai e filho. Izailton morreu no local. Everton foi socorrido com vida, mas em estado crítico. Segundo informações de familiares, o jovem perdeu massa encefálica e passou por cirurgia, mas não resistiu.
Familiares foram até Feira de Santana nesta quarta para providenciar o traslado do corpo para Santaluz. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre velório e sepultamento.
Horas antes do atentado, Everton havia sido liberado da prisão, onde estava por suspeita de tentativa de homicídio. A polícia informou, com base em relatos de testemunhas, que ele era o alvo principal do ataque.
Na manhã de segunda-feira (26), um dos suspeitos de envolvimento no crime se apresentou voluntariamente à Polícia Militar e foi encaminhado à Delegacia Territorial da cidade. Como não havia mandado de prisão em aberto, ele foi ouvido e liberado. O conteúdo do depoimento não foi divulgado (lembrar).
Poucas horas antes dessa apresentação, outro homem suspeito de participação no atentado morreu em confronto com a PM durante uma operação no bairro Rio Amazonas, também em Santaluz (lembrar). De acordo com a corporação, ele reagiu à abordagem e acabou sendo baleado. Foi socorrido, mas não resistiu. Com ele, a polícia apreendeu um revólver calibre 38 com numeração raspada e uma máscara de rosto humano, usada para dificultar a identificação durante crimes.
A Polícia Civil segue investigando o caso. O objetivo é esclarecer a motivação do ataque que vitimou pai e filho e identificar se há outros envolvidos.
O episódio começou com um vídeo, mas ganhou contornos de crise institucional. Na terça-feira (27), o vereador Higor de Paulo publicou nas redes sociais um desabafo em tom crítico, acusando a gestão do prefeito de Santaluz, Arismário Barbosa Júnior, de se apropriar de indicações e projetos de sua autoria sem o devido reconhecimento. Segundo Higor, sua intenção era esclarecer os fatos e cobrar respeito ao trabalho parlamentar. No entanto, o que parecia ser apenas um desabafo do vereador se transformou num catalisador de uma tensão que já se arrastava nos bastidores.
A reação do prefeito, feita diretamente nos comentários da postagem Higor, surpreendeu pelo tom pessoal. “Quer mesmo que eu fale sobre a oração que fez antes de me trair?”, escreveu Arismário. A frase foi rapidamente interpretada por aliados como um ataque pessoal — algo considerado incomum na liturgia de quem ocupa o Executivo. O comentário, após a repercussão negativa e uma enxurrada de críticas, foi apagado. Mas o gesto de Arismário não passou despercebido. Pelo contrário: escancarou o nível de desgaste dentro da base aliada e deu força a um movimento de reação dentro da Câmara.
A presidente da Casa, vereadora Joseane Lopes — a Jó — foi a primeira a se posicionar publicamente. Em tom firme, declarou: “Infelizmente é isso que temos vivido… quando a intenção é fazer o certo, pensar no coletivo e buscar o melhor para a população, enfrentamos resistência, retaliação e desprezo por parte de quem deveria estar do mesmo lado.”
Jó afirmou que não apenas Higor, mas outros vereadores também têm enfrentado dificuldades com o Executivo, que, segundo ela, ignora proposições legítimas em nome de um jogo político ‘para oportunizar e beneficiar uma minoria’. “Não vamos nos calar diante da injustiça”, escreveu a presidente do Legislativo.
O ex-presidente da Câmara, vereador Sérgio Suzart, também se somou às críticas. Para ele, o prefeito tem demonstrado despreparo para o diálogo. Em sua fala, Sérgio cobrou respeito às divergências e denunciou o uso político das indicações legislativas. “Desde quando pensar diferente virou sinônimo de traição? Quando a liberdade serve para calar, ela já deixou de ser livre”, pontuou.
Na sequência, o vereador Jeová da Serra Branca reforçou o discurso, alertando para o que classificou como tentativa sistemática de silenciar o Legislativo. “É fundamental que a população luzense tenha ciência da postura do gestor, que insiste em tentar calar nossas vozes”, afirmou.
Com parlamentares — incluindo a presidente da Câmara — fazendo críticas abertas e articuladas, o cenário político em Santaluz entra em uma nova fase. A pergunta que se impõe não é mais se há uma crise, mas sim até onde ela pode ir e qual será o impacto para a governabilidade.
O comentário do prefeito, embora apagado, permanece como símbolo da tensão que agora é pública. Segundo relatos de bastidores, há um sentimento crescente de frustração entre vereadores da base, que avaliam a postura de Arismário como punitiva e pouco receptiva ao diálogo.
A Câmara, que nos últimos meses tem demonstrado independência em votações importantes, pode agora evoluir para uma articulação mais consolidada de resistência. Não se trata de oposição formal ou ideológica, mas de um movimento político que nasce da insatisfação com a condução do governo.
A liderança de Arismário, construída com o discurso de diálogo e pacificação, vive seu momento mais delicado. E, na avaliação de aliados e observadores, o próximo passo dependerá menos das redes sociais e mais da disposição do prefeito para reconstruir pontes com sua base.
Até o momento, nem o prefeito Arismário Barbosa Júnior, nem a Prefeitura de Santaluz, se pronunciaram oficialmente sobre o episódio — tampouco explicaram a exclusão do comentário que aumentou a tensão política na cidade. Na avaliação de muitos, o silêncio passou a ser mais revelador do que a própria fala.
Um idoso de 61 anos foi preso na cidade de Macaúbas, no sudoeste da Bahia, suspeito de estuprar uma adolescente de 13 anos. O homem teria prometido repassar R$ 250 para outros dois suspeitos, totalizando o pagamento de R$ 500 em troca da menina. Um inquérito contra o idoso foi concluído na terça-feira (27) e enviado ao Poder Judiciário.
Ele foi preso no domingo (25) após ser flagrado saindo de uma casa com a adolescente. Conforme a Polícia Militar, o suspeito levou a garota para a casa dele na noite de sábado (24) após “negociá-la” com outros dois suspeitos.
O g1 disse que as informações foram confirmadas pelo delegado Jackson Trindade, responsável pela investigação do caso. Ainda conforme o delegado, um dos envolvidos tem 17 anos e é primo da vítima.
O pai da vítima flagrou o momento em que o idoso passava de moto com a garota na garupa em uma avenida da cidade. Ele já procurava pela filha e chegou a confrontar o suspeito. Quado a menina tentou descer da moto, o idoso arrancou com o veículo e a levou. Diante disso, o pai da jovem entrou em contato com o Conselho Tutelar e a PM para localizar o homem.
O idoso foi encontrado saindo de outra casa com a menina e, ao perceber a aproximação dos policiais, tentou fugir voltando para o imóvel. Ele chegou a pular o muro, mas foi capturado. Detido, o suspeito confessou ter estuprado a adolescente e ainda tentou subornar os agentes, oferecendo uma quantia de R$ 10 mil para ser liberado.
Ele foi autuado pelos crimes de estupro, corrupção de menores, favorecimento da prostituição ou exploração sexual de criança ou adolescente, tráfico de pessoas para exploração sexual e corrupção ativa. Depois disso, o homem foi transferido para o Presídio Regional da cidade de Brumado, também no sudoeste do estado.
Quanto à vítima, após ser encontrada, ela foi encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde permaneceu internada. Não há detalhes sobre o estado de saúde da menina.
Os outros dois envolvidos no caso também foram identificados e detidos em flagrante. Eles foram apresentados na delegacia de Ibotirama, mas apenas o suspeito de violentar a menina permaneceu preso. O adolescente de 17 anos foi solto, enquanto o outro homem passou por audiência de custódia e responderá em liberdade.
O Senado Federal aprovou, na terça-feira (27), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que garante mais autonomia para guardas municipais e agentes de trânsito.
A proposta foi aprovada por unanimidade: 65 votos favoráveis, nos dois turnos. Eram necessários, no mínimo, 49.
De acordo com o g1, o texto segue para a deliberação da Câmara dos Deputados que, atualmente, também discute um texto parecido, proposto pelo governo federal — a chamada PEC da Segurança.
A proposta aprovada pelo Senado incorpora as guardas municipais e os agentes de trânsito à segurança pública dos entes federativos — lista composta, atualmente, por policiais civis, militares, bombeiros, policiais penais, policiais rodoviários federais e policiais federais.
Além disso, o texto ainda possibilita que as guardas municipais façam policiamento ostensivo e colaborem com ações e políticas de segurança. Além de permanecer com as funções de proteção de bens, serviços e instalações, que já está previsto atualmente.
O texto ainda inclui na definição de “segurança viária” o policiamento de trânsito.
Outra possibilidade de mudança é na nomenclatura, retirando o termo “guarda” e incorporando “polícia”, criando assim a “Polícia Municipal”.
PEC da Segurança
Em abril, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Casa Civil protocolaram a PEC da Segurança para tramitação na Câmara dos Deputados.
Entre as proposições previstas, já estavam a possibilidade de transformação das guardas em polícias, a incorporação à pasta da segurança e a possibilidade de policiamento ostensivo.
A diferença entre os textos está na incorporação de agentes de trânsito, já que essa possibilidade não foi aventada na PEC proposta pelo governo.
O Palácio do Planalto aposta na PEC da Segurança Pública como um dos mecanismos para estancar a queda de popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O governo também enxerga a medida como um possível trunfo eleitoral, à medida que a segurança pública se torna mais relevante nas pesquisas de intenção de voto para 2026.
A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (27) um projeto de lei que aumenta penas previstas no Código Penal para crimes cometidos contra profissionais da saúde e professores, enquanto estiverem em suas funções, ou por causa delas.
De acordo com a TV Globo, o projeto segue para análise do Senado Federal. Caso seja aprovado, os crimes cometidos contra esses profissionais terão suas penas aumentadas em um terço.
Veja outras medidas previstas:
➡️A proposta transforma em homicídio qualificado o caso de assassinato cometido contra os profissionais da saúde no exercício de suas funções ou quando acontecer por conta delas.
A pena prevista para estes casos é de reclusão de 12 a 30 anos.
➡️O projeto também inclui no Código Penal a lesão corporal contra os profissionais da saúde e da educação quando estiverem exercendo suas funções ou por causa delas.
A pena prevista vai de 2 a 5 anos de reclusão.
➡️O constrangimento ilegal terá pena dobrada quando praticado contra profissionais da saúde.
Na sessão em plenário, os deputados elencaram uma série de agressões cometidas recentemente contra profissionais de saúde durante atendimentos médicos, e contra professores em sala de aula.
“Eu preciso falar para os meus pares nesta Casa hoje que já fui enfermeira assistencial, trabalhei na ponta e sei exatamente o que é sofrer violência no exercício das atividades profissionais porque o Sistema Único de Saúde tem dificuldade de garantir o acesso à saúde da população”, disse a deputada Enfermeira Ana Paula (Podemos-CE).
Prefeito de Santaluz faz comentário com ataque pessoal em postagem de vereador e aprofunda crise com a CâmaraFoto: Redes Sociais/Reprodução</span>
Nesta terça-feira (27), o vereador de Santaluz, Higor de Paulo, usou as redes sociais para publicar um vídeo acusando a gestão municipal de se apropriar de projetos e indicações que, segundo ele, foram fruto de seu trabalho. “Não é sobre vaidade, não é sobre ego, é sobre verdade. E a verdade, ela tem dono”, afirmou o parlamentar, em um dos trechos mais incisivos do pronunciamento.
Higor destacou, por exemplo, que havia solicitado formalmente, em abril, a reforma do poço artesiano da comunidade Várzea Queimada. Dias depois, o prefeito Arismário Barbosa Júnior esteve no local, gravou um vídeo, e atribuiu a visita a uma indicação da subprefeitura do distrito Pereira — o que, na leitura de Higor, teria sido uma tentativa de apagar sua atuação. “Querem se aproveitar do esforço e do trabalho dos outros”, afirmou.
Mas foi a reação do prefeito que elevou a temperatura do cenário político local. Nos comentários da publicação do vereador, Arismário disparou: “Quer mesmo que eu fale sobre a oração que fez antes de me trair?” — uma fala interpretada por aliados como sinal claro de descontrole do prefeito e desvio da liturgia do cargo. Um gesto considerado, nos bastidores, destemperado para um gestor que chegou ao cargo prometendo pacificar os espaços institucionais da cidade. Após a repercussão negativa, o comentário foi apagado.
Prefeito de Santaluz faz comentário com ataque pessoal em postagem de vereador e aprofunda crise com a CâmaraFoto: Redes Sociais/Reprodução</span>
O episódio não ocorre em terreno neutro. A relação entre o prefeito e parte de sua base parlamentar já vinha estremecida desde março, quando a vereadora Joseane Lopes, a Jó, foi eleita presidente da Câmara com apoio de Higor e outros nomes da própria base governista. Mesmo com ampla maioria na Casa — 10 dos 13 vereadores fazem parte da base — Arismário somou sua segunda derrota consecutiva, após a perda da primeira disputa, em janeiro, quando o vereador Sérgio Suzart saiu vitorioso.
Naquele momento, Higor de Paulo tentou manter o tom conciliador. Reiterou que não rompeu com o grupo político ao qual pertence, justificando sua escolha como uma aposta no equilíbrio e no respeito institucional. “Minha lealdade ao prefeito Arismário continua, mas acredito que a democracia interna da Casa deve ser respeitada”, disse, ao tentar virar a página.
Mas a página, ao que tudo indica, não foi virada. O prefeito exonerou o pai de Higor de Paulo, que ocupava cargo na estrutura municipal. O ato, ainda que não tenha sido oficialmente associado ao episódio, foi interpretado por aliados como retaliação política — e agravou o clima já delicado dentro do grupo governista.
E se há algo que os bastidores deixam claro, é que não foi a escolha de Higor que acentuou o desgaste — e sim a forma como o prefeito vem lidando com divergências dentro do próprio campo aliado. Para interlocutores, o ruído já virou crise. E a dificuldade agora não está na composição da base, mas na condução política de quem deveria liderá-la.
Nos bastidores, aliados mais próximos atribuem os desgastes à dificuldade do prefeito em dialogar, além de episódios recorrentes de isolamento político e de reações impulsivas — como a do comentário feito nesta terça. Um vereador da base, sob condição de anonimato, afirmou: “O prefeito está empurrando a própria base para o limite. Agir com retaliação só aumenta a tensão com a Câmara. O momento pede diálogo, não confronto.”
Outro aliado ouvido em condição de reserva avaliou que a postura de Arismário tem evidenciado uma liderança que, aos olhos de parte da própria base, tem respondido a críticas com o mesmo estilo que prometeu combater. “Arismário foi eleito prometendo romper com o autoritarismo que via nos adversários, mas está caminhando para o mesmo lugar. É preciso respirar e lembrar que aliança política se constrói com respeito e escuta.”
A leitura entre parte dos aliados é de que a crise já deixou o campo da articulação política e entrou no terreno pessoal — e que, se não houver uma mudança de postura por parte do prefeito, o desgaste institucional pode se aprofundar ainda mais.
Notícias de Santaluz
Vereador Higor de Paulo ao lado do prefeito Arismário em foto de arquivoFoto: Redes sociais/Reprodução</span>
Cachorro precisou ser imobilizado após ataques em IrecêFoto: Redes sociais</span>
Dois cachorros da raça Pitbull invadiram uma fazenda e mataram mais de 35 animais na cidade de São Gabriel, no norte da Bahia. De acordo com a dona da propriedade, o ataque ocorreu no domingo (15) e os animais foram devolvidos para o tutor.
Conforme informações apuradas pela TV São Francisco, afiliada da TV Bahia na região, os cachorros mataram 22 patos; 4 pavões; 6 gansos; 3 perus; algumas galinhas e galos.
Segundo a proprietária, a casa estava vazia e ela foi avisada sobre o ataque por uma vizinha. Os dois cachorros entraram no local através de uma cerca na plantação de mamão e foram em direção aos animais.
Quando chegou no local, a dona da fazenda já encontrou os animais mortos e outros feridos. Ela não conseguiu contatar o tutor dos cachorros, mas ele foi até o local buscar os animais e afirmou que eles estavam desaparecidos há dois dias. Eles fizeram um acordo para cobrir os prejuízos.
Já em Irecê, três pessoas ficaram feridas após o ataque de um cachorro, também da raça Pitbull, na segunda-feira (26). As três vítimas passavam pela rua quando foram surpreendidas pelo animal, que estava solto.
Segundo a Polícia Militar, duas pessoas tiveram ferimentos leves, enquanto a terceira teve ferimentos mais graves. Apesar disso, nenhuma delas corre risco de morte.
Durante o ataque, uma das vítima conseguiu imobilizar o animal com ajuda de pessoas que também passavam pelo local. Eles prenderam o cachorro com cordas e acionaram a Polícia Militar.
Ainda de acordo com a polícia, quando os PMs chegaram no local o Pitbull estava bastante irritado e mordia a corda para conseguir se soltar. Uma focinheira foi colocada no animal, que foi levado para uma clínica veterinária.
O cachorro recebeu um sedativo para se acalmar e, em seguida, foi levado para o Canil da Polícia Civil. O tutor do animal ainda não foi localizado.
A Polícia Militar apreendeu uma arma de fogo e porções de drogas na noite de segunda-feira (26), em Serrinha, na região sisaleira da Bahia.
Segundo a corporação, uma equipe da Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto) estava fazendo rondas nas imediações do bairro Casebre, em uma estrada vicinal, quando avistou alguns suspeitos.
De acordo com a PM, assim que viram a viatura, os homens correram em direção ao mato e começaram a atirar. Os policiais reagiram e, depois que os disparos cessaram, fizeram uma varredura no local.
Ninguém foi preso, mas o grupo deixou para trás uma arma de fogo artesanal, material de chumbo e 27 papelotes de maconha.
Todo o material apreendido foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Serrinha, onde o caso foi registrado.
Hospital Estadual da Criança, em Feira de SantanaFoto: Thuane Maria/GOVBA</span>
Uma bebê de um ano e três meses morreu no domingo (25), após sofrer um acidente no povoado Lajes, zona rural do município de Monte Santo, na região sisaleira da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, a menina estava na garupa de uma moto no sábado (24) quando o veículo colidiu frontalmente com outra moto.
Ainda de acordo com a polícia, ela estava sem capacete. Após o acidente, a bebê foi socorrida para o Hospital Municipal de Monte Santo e transferida para o Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo.
Segundo apurou a TV Subaé, afiliada da TV Bahia na região, a criança morava na zona rural, e estava no veículo com familiares. Não há detalhes se os familiares utilizavam o equipamento de segurança obrigatório.
O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia. A Delegacia Territorial (DT) de Monte Santo investiga o caso.
A bebê foi sepultada na manhã de segunda-feira (26) no cemitério municipal de Monte Santo.