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Peter Thiel, cofundador do PayPal diz será congelado quando morrer, para reviver no futuroFoto: ASSOCIATED PRESS</span>
O cofundador do PayPal e bilionário, Peter Thiel, disse que será congelado e preservado quando morrer, para que tentem o reviver no futuro. A revelação foi feita durante entrevista no podcast norte-americano “Honestly with Bari Weiss”.
Apesar de ter se inscrito para o congelamento, Thiel não acredita que a tecnologia vá funcionar.
“Penso nisso mais como uma afirmação ideológica”, explicou, “Acho que é o tipo de coisa que devemos tentar fazer”.
Ainda assim, ele preferiu não providenciar para que seus entes queridos também fossem congelados.
Não é a primeira vez que o bilionário manifesta interesse nesse tipo de tecnologia. A sua fundação recentemente apoiou uma empresa que pretende congelar animais de estimação quando eles morrem, para que possam ser trazidos de volta à vida, informou o site especializado norte-americano Business Insider.
No podcast, o cofundador do PayPal também declarou que os seres humanos devem “conquistar a morte ou pelo menos descobrir por que é impossível fazer isso”.
Thiel há décadas contribui para a pesquisa antienvelhecimento e costuma dizer que a raça humana se distrai com lutas internas e questões culturais, quando deveria se concentrar em outras questões, como a cura do câncer.
Segundo o Bloomberg Billionaires Index, Thiel possui uma fortuna de US$ 8,13 bilhões (aproximadamente R$ 40 bilhões).
Imagens foram registradas por pessoas que testemunharam a confusão na igrejaFoto: Reprodução/Propriá Acontece OFC</span>
Um padre gritou com um padrinho e o expulsou da igreja durante uma cerimônia de batismo, que aconteceu na quinta-feira (4), no povoado Santa Cruz, em Propriá, no estado de Sergipe. O flagrante foi registrado por uma pessoa que estava na cerimônia, que foi realizada na Paróquia São Domingos.
Segundo o g1, o padrinho da criança, Gleidson Alves dos Santos, disse que no momento do batismo, ele esqueceu o nome da afilhada e isso irritou o padre.
“No momento em que ele perguntou o nome da menina, que é sobrinha da minha esposa, eu perguntei a ela. Aí ele disse que não ia mais batizar e perguntou se eu era ‘padrinho de cachaça’, só que eu não estava bêbado”, contou.
Gleidson disse ainda que ficou assustado com a reação do padre, que segundo ele, não cabia para o momento.
O g1 disse que procurou a Diocese de Propriá, mas ninguém se pronunciou sobre o assunto.
O ministro Luís Roberto Barroso, Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na quinta-feira (4) enviar para a Justiça Federal da Bahia o inquérito que investiga o ministro da Casa Civil, Rui Costa, por supostas irregularidades durante a pandemia da Covid.
A investigação apura a conduta de Rui na compra, em 2020, de respiradores pelo consórcio Nordeste por R$ 50 milhões e que não foram entregues. Na época, o ministro era governador da Bahia e presidente do consórcio.
O consórcio Nordeste teria contratado uma empresa supostamente sem qualificação técnica para fornecer 300 ventiladores hospitalares que auxiliariam no combate à pandemia da Covid-19.
A investigação foi aberta a pedido da Procuradoria-Geral da República e tramitava no Superior Tribunal de Justiça, que é responsável por analisar casos envolvendo governadores.
Com o fim de mandato de Rui Costa, o ministro Og Fernandes, do STJ, decidiu remeter o caso ao STF para analisar se há elementos que justifiquem o foro dos investigados. O Supremo é responsável pela investigação de ministros de Estado.
Ao longo da investigação, Og Fernandes autorizou quebra de sigilo bancário e telefônico/telemático, além de diligências de busca e apreensão. A Polícia Federal ainda analisa esse material e pediu mais prazo para concluir o caso.
A TV Globo teve acesso à manifestação da Procuradoria-geral da República defendendo o envio do caso para a primeira instância.
A vice-procuradora-geral da República, Lindora Araújo, afirmou que “a contratação sindicada contou com a assinatura do investigado Rui Costa, fato que por si só não é capaz de tonificar sua responsabilização criminal, merecendo, portanto, criterioso prosseguimento da apuração da responsabilidade dos demais investigados”.
A PGR cita ainda que “deve ser salientado que existem mais dois contratos para aquisição de respiradores sob apuração pelas instâncias de controle, com irregularidades de igual magnitude, a esboçar possível existência de organização criminosa, gestada em plena Pandemia, trocando vidas por dinheiro público criminoso”.
Na decisão, Barroso entende que o fato de Rui Costa ter assumido o cargo de ministro não gera necessidade de o STF para supervisionar a investigação.
Em nota, a assessoria do ministro informou que foi o próprio Rui Costa quem pediu as investigações sobre as contratações. Afirma ainda que, segundo o Ministério Público, não há nenhum fato que demonstre irregularidades na conduta do ministro.
“Reforçamos que neste processo, ao registrar a denúncia, Rui Costa suscitou a investigação em curso. O próprio Ministério Público Federal afirma em parecer que não existe nenhum fato que vincule o ministro a qualquer irregularidade na compra dos respiradores. O ministro acredita que a Justiça punirá os culpados e que os recursos empenhados para a compra dos respiradores serão devolvidos aos cofres públicos do estado da Bahia”, afirmou a nota.
A Bahia registrou o primeiro caso da variante Arcturus da Covid-19 no estado, e a paciente, uma mulher de 70 anos, morreu. A informação foi divulgada na quinta-feira (4) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).
A paciente morava em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, e teve os primeiros sintomas no dia 6 de abril. Ela foi internada em um hospital no dia 13 e morreu dois dias depois, em 15 de abril. Não há detalhes se a idosa havia tomado alguma dose da vacina contra a Covid-19.
De acordo com informações colhidas durante a investigação do caso, a paciente tinha histórico de comorbidades e deu entrada na unidade hospitalar em estado gravíssimo. O óbito foi declarado tendo como causa básica a Covid-19.
Variante Arcturus
O primeiro caso da Ômicron XBB. 1.16 da Covid 19 foi registrado em São Paulo. Nos países onde a variante já foi identificada, não foi observado o aumento da gravidade dos casos de Covid-19 que tenha se traduzido por aumento de hospitalizações e óbitos.
A XBB.1.16 produz sintomas semelhantes a outras subvariantes, como febre, tosse, dor de garganta e coriza.
Diante da confirmação do caso, a Vigilância Epidemiológica da Sesab desenvolve ações semelhantes àquelas já adotadas para as demais variantes: monitoramento dos casos com o sequenciamento das amostras coletadas.
Na Índia em especial, tem sido observada em pacientes com a variante uma frequência elevada de casos de conjuntivite, observados principalmente em crianças. Ainda não existem dados numéricos oficiais que respaldem essa observação, e tal achado parece ter sido ainda relatado em outros países.
Também vale notar que, embora não muito frequente, a conjuntivite, mesmo como manifestação isolada ou predominante da Covid-19, já foi observada desde o início da pandemia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta quinta-feira (4), os preços atuais dos automóveis e disse que o governo pretende tomar iniciativas para trazer veículos mais baratos ao país, além de garantir melhores condições de pagamento.
“Qual pobre que pode comprar carro popular por R$ 90 mil? Um carro de R$ 90 mil não é popular. É para classe média”, afirmou Lula durante a primeira reunião do novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado “Conselhão”.
Recriado pelo petista, o órgão tem a missão de auxiliar na elaboração de políticas públicas de desenvolvimento. O presidente, no entanto, não deu detalhes sobre o plano para baratear os carros.
No evento, Lula voltou a criticar o Banco Central e o presidente da entidade, Roberto Campos Neto, após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC de manter a taxa básica de juros da economia em 13,75%.
“É engraçado, é muito engraçado o que se pensa neste país. Todo mundo aqui pode falar de tudo, só não pode falar de juros. Todo mundo tem que ter cuidado. Ninguém fala de juros, como se um homem sozinho pudesse saber mais do que a cabeça de 215 milhões de pessoas”, disse.
A taxa de juros é o principal instrumento do Banco Central para coordenar a política monetária do país. Quando os juros sobem, o empréstimo fica mais caro e a economia “esfria”, o que ajuda a controlar a inflação – mas, como consequência, reduz a expansão da renda e do emprego.
A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), criticou no Twitter as taxas de juros mantidas pelo Banco Central, classificando-as de “genocidas.”
“Quanto já custou ao país o negacionismo econômico de Campos Neto? Qtos empregos, empresas falidas, famílias destruídas? A vacina sempre esteve ao alcance do Copom, mas insistem nos juros genocidas. Até qdo ficarão impunes?”, disse ela.
Após reunião do Comitê de Política Monetário (Copom), o BC decidiu manter nesta quarta-feira (3) a taxa Selic em 13,75% ao ano – patamar mantido desde agosto do ano passado.
A deputada protesta com frequência contra a atuação do Banco Central. Em março, por exemplo, ela atribuiu a desaceleração da economia às “seguidas altas dos juros pelo Banco Central”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ministros do atual governo também tem feito persistentes críticas à gestão de Roberto Campos Netto no BC.
Bolsonaro e seu então ajudante de ordens Mauro Cid em 2019Foto: Adriano Machado/Reuters</span>
Preso em operação na quarta-feira (3), o tenente-coronel Mauro Cid testemunhou propostas de golpe após o então presidente Jair Bolsonaro (PL) ter perdido as eleições para Lula, apurou o blog da jornalista Andréia Sadi.
Segundo relatos de Cid nos bastidores, colhidos pelo blog, aliados de Bolsonaro procuraram o presidente para tentar reverter o resultado das eleições com propostas de viradas de mesa.
Um deles é um ex-ministro de Bolsonaro, relatou Cid a interlocutores. O outro é o ex-deputado federal Daniel Silveira, já citado por Marcos do Val.
No relato de Cid, havia pressões a Bolsonaro para que ele “virasse o jogo”, assinando 142 e, até, que encampasse um golpe para prender ministros do STF, como Alexandre de Moraes. A partir desse roteiro, Bolsonaro convocaria novas eleições e ordenaria voto impresso. No relato do fiel escudeiro de Bolsonaro, o ex-presidente apenas ouvia as propostas de seus aliados.
Cid adota a estratégia de blindar o ex-chefe também no caso das joias: ele tentou tirar do então presidente a responsabilidade sobre a tentativa do governo de levar para o acervo pessoal as peças avaliadas em R$ 16,5 milhões recebidas da Arábia Saudita.
Casal Otávio e Wilma Hoeppner com pé de mandioca giganteFoto: Tatiane Hansen/Jornal de Pomerode</span>
O produtor Otávio Hoeppner conta que precisou de ajuda para colher o pé de mandioca de 112 quilos que se desenvolveu no terreno que tem com a esposa, Wilma, em Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Ele e o jardineiro da propriedade vizinha levaram quatro horas para retirar toda a planta da terra, contou.
“Eu comecei a cavar. Quando estava liberando a raiz maior, fui verificar as outras também. Comecei a limpar e cavar, até que senti que estavam começando a soltar. O vizinho tem uma empresa e tem um jardineiro. Ele estava curioso e pedi ‘vem cá, me ajuda. Vem ver o que está acontecendo, nunca vi isso na minha vida'”, disse Otávio, que tem 76 anos.
O pé de mandioca foi colhido em 19 de abril. Juntando as duas raízes principais, tem 2,3 metros.
Hoeppner contou que a colheita do pé foi feita das 7h30 às 11h30. À tarde, ele colocou a planta em um trator e levou para casa.
O terreno onde estava o pé de mandioca tem pedregulhos e macadame, segundo Otávio. O casal resolveu fazer o cultivo assim mesmo.
“Plantamos 20 e poucos pés. Um sobrou. Não sei dizer o motivo, cada vez que aparecia uma raiz ou rachadura, coloquei terra adubada que eu comprei de um amigo meu. Usei junto com barro vermelho e foi aumentando e deu no que deu”, relatou.
Na noite de terça-feira (2), quando conversou com o g1 SC, o casal já tinha cortado o pé de mandioca, retirando as partes que não ia usar. Agora, os dois têm 62 quilos do alimento estocados no freezer.
Colheita habitual
Normalmente, os produtores de mandioca colhem um pé com peso entre 6 e 8 quilos, afirmou a extensionista rural do escritório de Pomerode da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Eneide Barth.
“Quantidades maiores podem ser obtidas em cultivos que estão sob condições ótimas. Esse peso corresponde ao conjunto de raízes de uma planta. O número de raízes varia de acordo com a variedade. Podemos ter duas, três ou mais raízes por planta”, explicou.
Pé de mandioca gigante colhido em PomerodeFoto: Raphael Carrasco/Jornal de Pomerode</span>
Geralmente, o pé de mandioca é retirado um ou dois anos após ser plantado. Otávio e Wilma, porém, fizeram a colheita sete anos depois.
“Sendo uma planta perene, se deixar e ter condições de desenvolvimento, ela vai crescer”, disse Barth. Em relação ao pé de mandioca colhido pelo casal, ela disse que a colheita mais tardia e a adubação favorecem o desenvolvimento da planta.
Ela também disse que o pé de aipim, como também é conhecida a mandioca, não é muito exigente em relação ao terreno.
“É uma cultura rústica, pouco exigente. Pelo fato de ser uma cultura rústica, sabe que pode plantar numa terra que outras culturas não aguentam. Porém, ele responde à melhoria das condições de solo, terra arenosa, adubação equilibrada. Pode produzir mais do que o habitual”, explicou.
O jovem investigado por matar a ex-namorada, Camila Félix dos Santos, foi detido por mandado de prisão preventiva na tarde de quarta-feira (3), na cidade de Ribeira do Pombal, mesmo local onde crime foi cometido, a quase 300 quilômetros de Salvador.
Antes de ser preso, ele chegou a se apresentar em delegacia com uma advogada e foi liberado. Em depoimento à polícia, inicialmente ele alegou que o disparo contra Camila foi acidental. Depois, segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e admitiu que teve a intenção de matar a ex-namorada.
O nome do investigado não foi divulgado por causa da Lei de Abuso de Autoridades. Os dois trabalhavam no mesmo local e estavam juntos havia dez meses. Neste período, eles passaram um mês separados e tinham se reconciliado pouco antes de Camila ser assassinada.
Ainda em depoimento, o investigado disse ter cometido o crime por vingança, de uma suposta traição da vítima. Depois de atirar na ex-companheira, o investigado fugiu sem prestar socorro. A jovem foi encontrada caída na estrada do povoado do Cajueiro.
Camila foi levada por moradores para o Hospital Geral Santa Tereza, mas não resistiu aos ferimentos. Ela deixou um filho de 7 anos e detalhes sobre o sepultamento dela não foram divulgados. O investigado passará por exames de lesões corporais, ele está à disposição da Justiça.
Inicialmente, a Polícia Civil informou que o crime teria sido cometido durante uma cavalgada, mas os organizadores do evento negaram a informação.
A Polícia Federal deflagrou operação nesta quinta-feira (4) para prender pessoas que não recadastraram armas de fogo dentro do prazo, encerrado na quarta (3) – e que, além disso, têm mandados de prisão em aberto por crimes violentos ou dívidas de pensão alimentícia.
“Hoje a Polícia Federal está cumprindo mandados de prisão contra CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) que não preenchem requisitos legais de idoneidade para ter armas de fogo. Estas também estão sendo apreendidas. Será uma linha permanente de trabalho da PF”, publicou o ministro da Justiça em uma rede social.
Segundo a PF, pessoas com esse tipo de mandado de prisão sequer poderiam ter acesso às armas de fogo – e para piorar, agora também não têm posse legal dessas armas.
Até as 18h30 desta quarta, 942.001 armas tinham sido recadastradas. O número já tinha superado o total de armas registradas anteriormente no Sigma, sistema mantido pelo Exército (933.233).
A partir de agora, o governo trabalha com um único registro – o do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), sob controle da Polícia Federal.
O balanço definitivo deve ser divulgado pelo ministério ainda nesta quinta. O governo federal centralizou os cadastros que, antes, se dividiam entre sistemas da Polícia Federal e do Exército.
O recadastramento das armas não extingue a necessidade de que o dono atenda a requisitos específicos para comprar, manter armas em casa, transportar essas armas ou andar com elas em área pública, por exemplo.
“Uma vez que a existência de mandado de prisão quebra o requisito da idoneidade para obtenção do porte de arma de fogo, estão sendo adotadas medidas de apreensão cautelar de armamentos e documentos encontrados, para posterior processo de cassação de porte ou registro de arma de fogo, por parte da PF, além de comunicação ao Exército Brasileiro, para cassação das autorizações concedidas aos CAC’s”, diz material divulgado pela Polícia Federal.
A TV Globo apurou que a PF também deve focar, com prioridade, cadastros não renovados de pessoas com grandes arsenais e armas de grosso calibre.
Segundo o ministro da Justiça, Flávio Dino, a partir de agora a Polícia Federal irá atrás de todos que não cumpriram a determinação de recadastrar as armas. As operações, no entanto, devem ser divididas para atender a prioridades (como os mandados em aberto e os grandes arsenais, por exemplo).