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Uma aposta feita em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, levou R$ 3,4 milhões no sorteio 3460 da Lotofácil, na segunda-feira (4). Uma outra pessoa em Anápolis, em Goiás, também acertou os 15 números e receberá o mesmo valor.
Segundo o g1, a dupla acertou as 15 dezenas sorteadas: 01, 02, 03, 04, 06, 08, 11, 12, 16, 17, 18, 19, 22, 23 e 25. Em Camaçari, a aposta foi realizada na casa lotérica Boulevard da Sorte, que fica no shopping da cidade.
Entre os ganhadores na categoria de 14 acertos, outros 18 baianos se deram bem no concurso e ganharam entre R$ 4,4 mil e R$ 2,2 mil. Eles fizeram as apostas nas cidades de Caetité (1), Camaçari (2), Cícero Dantas (1), Feira de Santana (1), Ilhéus (1), Jequié (1), João Dourado (1), Luís Eduardo Magalhães (1), Piraí do Norte (1), Piripá (1), Salvador (4), São José do Jacuípe (1), Teixeira de Freitas (1) e Vera Cruz (1).
Carro bate em poste após mulher puxar freio de mão durante discussão com companheiro na BahiaFoto: Reprodução/TV Oeste</span>
Um casal sofreu um acidente após o carro em que estavam bater em um poste de energia na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O caso aconteceu no último sábado (2). O veículo colidiu com o poste após a mulher puxar o freio de mão do carro durante uma discussão com o companheiro.
Segundo informações confirmadas pela Superintendência de Transportes e Trânsito (Sutrans) ao g1, o casal trafegava em alta velocidade pela avenida. No meio da discussão, a mulher puxou o freio de mão do veículo e fez com que o condutor perdesse o controle da direção. O carro derrapou e colidiu com um poste de energia.
A parte frontal do carro ficou destruída com o impacto da batida, mas o casal saiu com ferimentos leves do acidente. Eles foram socorridos pelo Serviço Móvel de Atendimento Urgência (Samu) no local.
Ainda segundo a Sutrans, o homem se recusou a fazer teste do bafômetro, mas apresentava sinais claros de embriaguez. Por isso, ele foi detido e apresentado à Polícia Civil. O veículo foi recolhido pela Sutrans e estava com a documentação atrasada.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo informações da TV Globo, Moraes justificou que descumpriu as medidas cautelares impostas a ele, por ter veiculado conteúdo nas redes sociais dos filhos.
Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.
“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes. Para o ministro, a atuação do ex-presidente, mesmo sem o uso direto de seus perfis, burlou de forma deliberada a restrição imposta anteriormente.
Com isso, Moraes determinou que Bolsonaro cumpra prisão domiciliar em seu endereço residencial. A decisão inclui: uso de tornozeleira eletrônica; proibição de visitas, salvo por familiares próximos e advogados; recolhimento de todos os celulares disponíveis no local.
O despacho ressalta que as condutas de Bolsonaro demonstram “a necessidade e adequação de medidas mais gravosas de modo a evitar a contínua reiteração delitiva do réu”.
Segundo Moraes, as medidas cautelares em vigor foram desrespeitadas “mesmo com a imposição anterior de restrições menos severas”, como a proibição de uso das redes sociais e de contato com outros investigados.
Além disso, o ministro destaca que o ex-presidente produziu material destinado à publicação por terceiros, driblando a censura direta aos seus canais e mantendo “influência ativa” no debate político digital.
A Polícia Militar apreendeu 843 porções de cocaína e R$ 10 mil em cédulas falsas durante uma operação realizada no domingo (3), no município de Monte Santo, na região sisaleira da Bahia.
Segundo o Calila Notícias, a ação foi realizada por uma guarnição da 3ª Companhia do 5º Batalhão, que fazia rondas ostensivas na Rua Monsenhor José Dias. Os policiais receberam uma denúncia apontando que um casal estaria comercializando entorpecentes na área. Durante a verificação, os agentes localizaram uma grande quantidade de drogas e dinheiro falso.
O dinheiro falso era composto por notas de R$ 100. Além disso, foram apreendidos quatro celulares e uma motocicleta Honda/CG 125 Titan com placa de Itabaiana, no estado de Sergipe.
Os suspeitos e todo o material recolhido foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Euclides da Cunha, onde o caso foi registrado. As investigações seguem em andamento.
A proposta é adotar um modelo híbrido, onde parte da produção será comercializadaFoto: Arquivo Pessoal</span>
Um projeto desenvolvido por alunas do curso técnico em Análises Clínicas do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) Araci, na região sisaleira da Bahia, ganhou repercussão nacional por aliar inovação, sustentabilidade e impacto social. As luvas biodegradáveis feitas a partir de fibras de sisal — planta símbolo da região — surgiram como resposta a problemas ambientais, de saúde e de valorização dos recursos locais.
Sob orientação da professora Pachiele Cabral, o projeto nasceu em abril de 2022 com o propósito de auxiliar no combate à poluição causada pelos resíduos plásticos descartáveis, em especial os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) utilizados em larga escala durante a pandemia de Covid-19. As luvas de látex, comuns em ambientes laboratoriais e hospitalares, provocam reações alérgicas.
🌿 Além disso, o uso do material biodegradável valoriza o sisal, conhecido como “ouro verde” do semiárido.
De acordo com a professora, além do caráter sustentável, o projeto também explora os potenciais antimicrobianos e terapêuticos do sisal e sua capacidade antialérgica já que, a cada 10 profissionais da saúde, seis estão propensos a obter alergia por conta do látex. Assim, o modelo de luvas biodegradáveis amplia a proteção do usuário.
O projeto oferece uma alternativa segura, acessível e ecológica para uso em laboratórios escolares, clínicas e hospitais, especialmente em regiões onde o descarte correto de resíduos ainda é um desafio.
Mais do que uma solução técnica, as luvas de bioplástico de sisal representam uma inovação social que valoriza os recursos naturais da região, promove a ciência na escola pública e posiciona o semiárido baiano como protagonista na produção de tecnologias verdes e sustentáveis.
🧤 As luvas são feitas com um bioplástico produzido a partir da Agave sisalana, e apresentam características promissoras: resistem a temperaturas de até 160 °C, possuem propriedades antialérgicas e antimicrobianas, e se decompõem em apenas três semanas. Em comparação, uma luva convencional de látex pode levar até 400 anos para se degradar.
Impacto social e transformação de histórias
As estudantes envolvidas, Sarah Moura Cruz, de 18 anos, e Isabel Silva Oliveira, 19, contam que a ideia surgiu logo após o período mais crítico da pandemia, quando observaram a grande quantidade de resíduos sendo descartados, inclusive no próprio laboratório do curso. Com o sisal disponível em abundância na região, elas decidiram investigar seu potencial como alternativa ecológica.
“Além do benefício ecológico, entra a questão econômica. Em Araci, produzimos muito sisal, mas ele é transportado para outros municípios. Nosso projeto visa dar visibilidade ao trabalhador do sisal, que muitas vezes enfrenta condições análogas à escravidão. Poder ressignificar a história do sisal na minha família, já que minha mãe trabalhou no motor de sisal ainda criança, é um privilégio gigantesco” , explica Sarah.
As luvas ainda estão em fase de desenvolvimento, com apoio técnico da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), polo de Feira de Santana. A parceria tem permitido testes mais avançados e validações científicas.
Além disso, o pedido de patente do projeto já foi protocolado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Segundo a professora Pachiele, por se tratar de uma patente verde — classificação destinada a tecnologias com potencial de impacto ambiental positivo —, o processo segue em tramitação prioritária, o que pode reduzir significativamente o tempo de análise em comparação aos pedidos convencionais.
A docente estima que esse tenha sido o primeiro pedido de patente originado na educação básica, com parceria direta com uma universidade pública, o que marca não apenas a trajetória do projeto, mas também um avanço significativo para o estímulo à ciência e à inovação dentro das escolas públicas brasileiras.
Estudantes de Araci criam luvas biodegradáveisFoto: Arquivo Pessoal</span>
Reconhecimento nacional
O projeto já rendeu importantes conquistas. As alunas receberam três prêmios na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada na Universidade de São Paulo (USP), considerada a maior feira científica da América Latina. Também venceram a etapa nacional do Prêmio Solve for Tomorrow, da Samsung e conquistaram o primeiro lugar pelo júri popular, mesmo concorrendo com mais de 2 mil projetos de todo o Brasil.
“Ver que nosso projeto foi além da sala de aula e conquistou prêmios é extremamente gratificante. Esse reconhecimento também nos incentiva a continuar inovando e buscando novas soluções, além de abrir portas para futuras oportunidades acadêmicas e profissionais”, celebra Isabel.
Próximos passos
Como escola pública, o Cetep Araci ainda enfrenta desafios para viabilizar a comercialização das luvas. A proposta é adotar um modelo híbrido, no qual, segundo a professora Pachiele, parte da produção será comercializada para garantir a sustentabilidade do projeto e atrair investidores; e outra parte será destinada à doação para escolas técnicas, unidades básicas de saúde e hospitais públicos, especialmente em comunidades vulneráveis.
“Mais do que vender um produto, queremos mostrar que a inovação nascida dentro de uma escola pública do sertão baiano pode transformar realidades, gerar renda e, ao mesmo tempo, cuidar do meio ambiente e da saúde das pessoas. Como somos uma escola pública, nossa motivação principal é o impacto social”.
No momento, a equipe segue na expectativa de que o pedido seja aceito e oficialmente registrado pelo INPI, o que permitirá a busca por investimentos e viabilidade para a produção em escala industrial.
Um homem é investigado por suspeita de matar um gato no município de Serrinha, na região sisaleira da Bahia. Segundo a Polícia Civil, ele utilizou um pedaço de madeira para golpear o animal. As informações são do g1.
O caso aconteceu no mês de junho deste ano. Na última quinta-feira (31), o vídeo que mostra o momento que o homem agride o animal repercutiu nas redes sociais.
Nas imagens, é possível ver que o homem se aproxima do gato, que está parado e desfere golpes contra ele.
No sábado (2), policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito. Ele não estava no local e nenhum material foi apreendido.
Ainda conforme a polícia, que ouviu a tutora do animal, o homem também é suspeito de matar ao menos outros cinco gatos na região.
Ao g1, o secretário Municipal de Meio Ambiente de Serrinha, Diego Tomaz, explicou que tomou conhecimento do caso e que a denúncia sobre a agressão foi registrada ao Ministério Público (MP-BA).
“Tivemos ciência de um crime bárbaro na zona rural de Serrinha. O felino foi covardemente atacado por um suspeito. Fizemos o acionamento da Polícia Militar, Polícia Civil e Ministério Público para fazer com que esse crime não passe despercebido. Repudiamos qualquer tipo de maus-tratos a animais e que possamos fazer justiça pelo animal”.
A ação aconteceu através da Delegacia Territorial (DT/ Serrinha) com apoio de equipes da Polícia Militar (PM/CATTI-SISAL) e da 15ª Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Coorpin). Apesar da instalação de um inquérito policial, não houve a autorização, por parte do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), da prisão preventiva do suspeito.
Olire, medicamento contra a obesidade lançado pela farmacêutica EMSFoto: Divulgação/EMS</span>
A primeira caneta contra obesidade com fabricação própria no Brasil estará disponível nas farmácias a partir desta segunda-feira (4). O medicamento injetável chamado de Olire tem como princípio ativo a liraglutida e foi desenvolvido pela farmacêutica brasileira EMS.
Além da caneta voltada para o tratamento da obesidade, a fabricante também lançou uma caneta indicada para o controle do diabetes tipo 2, chamada Lirux.
Segundo a EMS, os produtos devem ser comercializados com preços a partir de R$ 307,26.
Esses são os primeiros análogos de GLP-1 desenvolvidos e produzidos no Brasil que irão atender a população brasileira.
A empresa ainda ressalta que o produto não é classificado como um medicamento genérico.
“Diferentemente de um genérico, a liraglutida da EMS foi aprovada pela Anvisa como um novo medicamento de ingrediente ativo já registrado no Brasil, pois é fruto de uma inovação tecnológica exclusiva no país”, afirma a EMS em nota.
A aprovação foi concedida pela Anvisa no final de dezembro e fez com que a farmacêutica se tornasse a primeira fabricante 100% brasileira a ingressar no mercado global de análogos de GLP-1.
A previsão da EMS é produzir 200 mil canetas de ambos os lançamentos ainda em 2025. Em 12 meses, deverão ser disponibilizadas mais de 500 mil unidades no Brasil.
A farmacêutica também já prevê o lançamento de canetas de semaglutida em 2026, quando a patente do medicamento vai expirar no país.
Olire e Lirux
Segundo a fabricante, o Olire age na regulação do apetite, além de melhorar marcadores de risco cardiovascular. É indicado para o tratamento da obesidade.
Já o Lirux é recomendado para o tratamento do diabetes tipo 2. Ambos são marcas de liraglutida da EMS.
Tanto o Olire quanto o Lirux devem ser administrados uma vez ao dia, a qualquer horário e independentemente das refeições. Devem ser injetados por via subcutânea no abdômen, coxa ou parte superior do braço.
Em nota, a empresa afirmou que as canetas serão comercializadas com preço de tabela entre 10% e 20% abaixo das marcas de referência do mercado, “garantindo maior disponibilidade para os milhões de pacientes que necessitam dessas terapias”.
Semaglutida e liraglutida
A semaglutida e a liraglutida ainda são as principais substâncias de canetas injetáveis utilizadas para os tratamentos de diabetes 2 e obesidade.
Os medicamentos reduzem o apetite e dão saciedade. Eles precisam estar inseridos em uma estratégia de tratamento e ser administrados junto ao acompanhamento de um médico.
De acordo com os estudos, a perda de peso alegada é de 6% ao longo de 12 semanas. Mas, enquanto a liraglutida é de uso diário, a semaglutida é semanal.
Entre os principais remédios à base de liraglutida estão o Victoza e o Saxenda. Já o Ozempic e o Wegovy têm como princípio ativo a semaglutida.
Idoso é obrigado a fazer PIX de R$ 40 mil durante sequestro em SalvadorFoto: Reprodução/Redes Sociais</span>
Um idoso foi obrigado a fazer uma transferência de R$ 40 mil via PIX após ser sequestrado na noite de domingo (3), no bairro de Itapuã, em Salvador. As informações são do g1 e TV Bahia.
Segundo a Polícia Militar, a vítima foi resgatada dentro do porta-malas de um carro, na manhã desta segunda-feira (4), em uma localidade conhecida como “Baixada do Mirantes”, em Mirantes de Periperi, no subúrbio da capital baiana.
De acordo com a PM, equipes da 18ª Companhia Independente (CIPM) foram comunicadas sobre o sequestro da noite de domingo. Também foram avisados que o carro usado na ação tinha sido abandonado na Rua Ambrosina Arruda.
Ao chegarem no local, os policiais encontraram um grupo de homens armados no local. Os suspeitos tentavam incendiar o veículo. A Polícia Militar informou que os suspeitos conseguiram fugir em direção a uma área de mata.
As buscas pela vítima continuaram e, no início da manhã desta segunda, o idoso foi encontrado pelos policiais, com sinais de desorientação e sob forte abalo emocional, no porta-malas de um segundo veículo, também em Baixada de Mirantes.
A PM informou que buscas pelos suspeitos do crime continuam e a vítima foi encaminhada para a delegacia, onde foi ouvida e o caso foi registrado.
Ato pró Bolsonaro é realizado em SalvadorFoto: Reprodução/Assessoria Leandro de Jesus</span>
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fizeram manifestação contra o governo Lula no domingo (3), na orla da Barra, um dos principais pontos turísticos de Salvador. O ato do movimento intitulado “Reaja Brasil” começou por volta das 9h e terminou às 14h.
O grupo usou um trio elétrico para pedir anistia aos acusados do atentado de 8 de janeiro, em Brasília (DF), e o apoio do governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ao ex-presidente, réu por tentativa de golpe de Estado em processo do Supremo Tribunal Federal (STF). Para o órgão, Bolsonaro confessou uma tentativa de extorsão contra a Justiça brasileira ao condicionar o fim do tarifaço de Donald Trump à própria anistia.
O ministro e o STF também foram alvos da manifestação, que teve, ainda, cartazes e faixas pedindo a saída do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes, pessoas vestidas de verde e amarelo, muitas bandeiras do Brasil, algumas dos Estados Unidos e de Israel.
Alguns políticos e representantes do Partido Liberal (PL), entre outros partidos de direita, participaram do ato.
No início do protesto, no Farol da Barra, além dos discursos, os manifestantes cantaram o hino nacional e fizeram orações. Puxado pelo trio elétrico, o grupo saiu do local em direção ao Cristo da Barra, em um percurso de 1 km, onde o ato foi dispersado.
A Polícia Militar da Bahia acompanhou a movimentação, que transcorreu de forma pacífica, mas não informou o número de participantes.
Narciso Gomes da Silva, de 69 anos, estava desaparecido desde domingo (27) e foi encontrado morto nesta sexta-feira (1º), em SantaluzFoto: Arquivo da família</span>
O agricultor Narciso Gomes da Silva, conhecido como “Veinho”, de 69 anos, foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (1º), no povoado Mucambinho, na zona rural de Santaluz. Ele estava desaparecido desde o último domingo (27), quando saiu de casa para trabalhar na roça e não voltou mais.
A bicicleta que ele usava foi achada no primeiro dia de busca, dentro da propriedade da família, mas só nesta sexta o corpo foi localizado. Ele estava pendurado em uma árvore, em uma área de mata, e foi encontrado com a ajuda de um drone que sobrevoou o local.
Durante a semana, familiares, moradores da comunidade e voluntários se uniram para procurar pelo idoso em toda a região. O corpo será encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), para necropsia. A Polícia Civil deve apurar as circunstâncias da morte.
Ainda não há informações sobre o velório ou o sepultamento.