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:: ‘Destaque3’

Eleito presidente do Senado, Rodrigo Pacheco defende assistência aos mais pobres, mas dentro do teto de gastos

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Por G1 e TV Globo

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Eleito presidente do Senado nesta segunda-feira (1º), Rodrigo Pacheco (DEM-MG) disse estar comprometido a buscar, junto com a equipe econômica do governo, “caminhos possíveis” para dar assistência aos mais pobres, mas com “observância do teto de gastos”.

O senador por Minas Gerais recebeu 57 votos e superou Simone Tebet (21 votos) e será o sucessor de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no comando do Senado.

Em pronunciamento à imprensa após o discurso de posse, Pacheco listou as medidas que pretende implementar na sua gestão à frente da Casa.

“Há uma camada social de pobreza, de pessoas vulneráveis, necessitadas, decorrentes da pandemia ou não, mas que precisam ser assistidas pelo estado brasileiro. De modo que me comprometo desde agora a um trato com o Poder Executivo, com a equipe econômica, para encontrarmos caminhos possíveis de responsabilidade fiscal, de observância de teto de gastos, mas sem deixar de assistir as pessoas que mais precisam”, disse o novo presidente do Senado.

Há uma pressão política para que o governo federal volte a pagar o auxílio emergencial para pessoas de baixa renda que sofrem com os reflexos da pandemia da Covid-19 na economia.

O benefício, que começou com R$ 600 e terminou com R$ 300, deixou de ser pago pelo governo em dezembro do ano passado.

Integrantes da equipe econômica relutam em fazer novas rodadas do auxílio. Argumentam que não há espaço fiscal para novas concessões, sob pena de rompimento do teto de gastos – mecanismo que impede aumento de despesas além da inflação de um ano para o outro.

Covid-19: Enfermeira é flagrada vacinando homem fora de grupo prioritário na Bahia; suspeita é que seja namorado dela

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Por TV Bahia e G1 BA

Foto: Reprodução/TV Bahia

Foto: Reprodução/TV Bahia

Uma enfermeira foi flagrada por uma câmera de segurança vacinando um homem, que não pertence ao grupo prioritário da primeira fase de vacinação contra a Covid-19, em um asilo de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano. A suspeita é de que o homem seja namorado da funcionária. A dose que ele recebeu seria aplicada em uma idosa, residente de um asilo da cidade. Entretanto, no relatório de vacinação do município consta que a idosa, que tinha se recusado ser vacinada, foi imunizada. O caso aconteceu no dia 20 de janeiro deste ano. As imagens da câmera de segurança mostram que uma funcionária abre a porta do asilo, o homem chega e suspende uma das mangas da camisa. A enfermeira passa um algodão no braço dele e aplica a vacina. Em nota, a prefeitura afirma que abriu um processo administrativo para apurar a denúncia contra a servidora da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e que também vai pedir para a enfermeira ser afastada das funções até a que as investigações sejam concluídas. A prefeitura também disse repudia atos de “fura fila” e que esse é um “momento de humanidade, respeito e união pelo bem comum”.

Policial Militar canta em bar de Salvador ao final do expediente e imagens viralizam na internet

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Por TV Bahia e G1 BA

Foto: Reprodução/TV Bahia

Foto: Reprodução/TV Bahia

Um policial militar viralizou na internet após um vídeo flagrar ele cantando em um bar, na noite de sexta-feira (29), no bairro de Itapuã, em Salvador. Ele foi identificado como soldado Wellington Ferreira, também conhecido como o cantor Amado Cigano. Segundo a Polícia Militar, Wellington e os colegas estavam em fim de expediente quando entraram em um bar para comprar uma água. Na ocasião, o público do bar teria reconhecido que ele era o cantor Amado Cigano e pediu para que desse uma palinha. O soldado então atendeu ao pedido do público, pegou o microfone e cantou. Em entrevista à TV Bahia por telefone, Wellington Ferreira contou que terá uma reunião com a corporação da PM nesta segunda-feira (1º) para falar sobre o ocorrido da noite de sexta. Segundo a PM, esse teria sido um momento espontâneo, pois o soldado e os colegas pararam no bar para comprar água. Porém, disse que vai apurar o caso, para poder se posicionar.

Como lidar com a ansiedade causada pela pandemia: Sete ajudas práticas do site JW.ORG

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Reprodução

Reprodução

A pandemia de covid-19 abalou o mundo de uma forma nunca antes vista e afetou muito o bem-estar emocional das pessoas em vários países. A ameaça de contrair e transmitir um vírus que pode matar, bem como a ansiedade e o isolamento social tiveram um profundo impacto em pessoas de diferentes formações.

Para ajudar as pessoas a lidar com essa situação, o site oficial das Testemunhas de Jeová, jw.org, apresenta o vídeo ‘Epidemias – O que você pode fazer?’. Essa animação de três minutos fornece ajuda prática, emocional e espiritual para as famílias enfrentarem os efeitos da pandemia.

Desde o começo da pandemia, o site jw.org tem publicado informações que ajudam pessoas de todas as idades e formações a ficarem calmas, bem informadas e saudáveis. Com conteúdo disponível em 1.028 idiomas, o site responde a perguntas feitas com frequência e mostra a garantia da Bíblia de que teremos um futuro maravilhoso.

Links para 7 ajudas práticas no jw.org:

Epidemias – O que você pode fazer?;

Como vencer a fadiga da pandemia;

Como lidar com o isolamento social;

A Bíblia pode me ajudar se estou com depressão?;

Homens com ansiedade – Será que a Bíblia pode ajudar;

Ajuda para as vítimas de violência doméstica;

O que a Bíblia diz sobre pandemias?

Robeilton de Jesus Ferreira, porta-voz local das Testemunhas de Jeová, diz: “Desde o início da pandemia, muitos sentem que suas vidas estão fugindo do controle. Os artigos do jw.org ajudam pessoas de todas as idades e formações a lidar com seus sentimentos por confiar na sabedoria sempre atual encontrada na Bíblia.”

Os que não têm uma Bíblia podem baixar ou ler gratuitamente a Palavra de Deus no jw.org — não é necessário se cadastrar ou dar informações pessoais.

Santaluz registra 20 novos casos de Covid-19; total de ativos aumenta e chega a 340

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Foto: Freepik

Foto: Freepik

Santaluz registrou 20 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 1.627 pessoas infectadas pelo coronavírus desde o começo da pandemia, segundo boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde na noite desta sexta-feira (29). A cidade não registrou nenhuma nova cura, segundo o boletim, e permanece com 1.267 pessoas recuperadas. Já o total de pacientes com o vírus ativo subiu de 320 para 340. Há ainda 118 suspeitas em investigação no município.

Notícias de Santaluz

Calor no RJ: Funcionário de lanchonete encontra ovos já cozidos dentro da caixa

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Por Bom Dia Rio

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Um funcionário de uma lanchonete de Bangu, na Zona Oeste do Rio, disse ter encontrado ovos cozidos dentro da embalagem, no estoque, à sombra. O forte calor na cidade nos últimos dias, segundo ele, endureceu até as gemas.

“A cartela que estava por cima da caixa ficou praticamente toda cozida”, afirmou o comerciante Leonardo Ramos.

“Já tomei providências. Agora eu coloquei no escritório, onde tem ar, porque é complicado”, emendou.

Físicos dizem que sim, um ovo pode ficar cozido em “temperatura ambiente”.

O professor de pré-vestibular Rafael Vilaça afirmou que existe uma pesquisa que mostrou que dá para cozinhar um ovo a 55 graus por uma hora.

Já o professor de física da Uerj Alberto Santoro disse que essas condições podem se repetir numa cozinha industrial — se tiver perto do fogão, por exemplo, é possível chegar a essa temperatura.

Calor crescente

Na quinta-feira, o Rio de Janeiro foi o estado mais quente do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A capital, por exemplo, registrou, pelo segundo dia seguido, a tarde mais quente do ano com termômetros marcando 39,3°C. Em Niterói, na Região Metropolitana, a temperatura chegou a 39,8°C.

E a previsão para esta sexta-feira é de ainda mais calor. Segundo o Sistema Alerta Rio, da prefeitura, as condições atmosféricas propiciam temperaturas elevadas e sem previsão de chuva. A máxima prevista é de 41°C.

Corpo é encontrado dentro de carrinho de supermercado em BH

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Por TV Globo

Foto: Lucas Franco/TV Globo

Foto: Lucas Franco/TV Globo

O corpo de um homem foi encontrado dentro de um carrinho de supermercado, na Avenida Afonso Pena, no Centro, em Belo Horizonte, na manhã desta sexta-feira (29). De acordo com a Polícia Militar (PM), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e constatou a morte. O cadáver estava em frente a um ponto de ônibus, no sentido rodoviária, próximo à Igreja São José. “Nós recebemos uma ligação do 190 dando conta de que dois indivíduos, aparentemente do sexo masculino, estavam empurrando um carrinho de compras e o abandonaram aqui na Afonso Pena. A primeira viatura chegou, constatou que havia um corpo. Nós acionamos a equipe do Samu, [que] esteve no local, constatou que se trata de um corpo com sinais de violência. Aparentemente um corpo do sexo masculino. Parece que se tratam de lesões provocadas por arma branca, por faca, punhal”, disse o tenente da PM Rodrigo Fortaleza. A área foi isolada e duas pistas interditadas para os trabalhos da perícia da Polícia Civil.

Prestes a ser cremada viva, idosa é salva pela filha na Argentina

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Por G1

Sanatório La Sagrada Familia, unidade de saúde onde idosa foi dada como morta ainda viva em Resistencia, na Argentina | Foto: Google Street View

Sanatório La Sagrada Familia, unidade de saúde onde idosa foi dada como morta ainda viva em Resistencia, na Argentina | Foto: Google Street View

Uma idosa de 84 anos quase foi cremada viva após um erro em um hospital em Resistencia, na Argentina, no domingo (24). Somente durante o velório, com o caixão já prestes a ser levado ao forno crematório, uma filha descobriu que a mulher não estava morta.

Em entrevista ao jornal argentino “Clarín”, o chefe de comunicação da polícia local disse que a idosa foi levada no sábado a um hospital após relatar que não se sentia bem. Por precaução e pela idade avançada da mulher, os médicos decidiram que a paciente ficaria internada em uma unidade de tratamento intensivo (UTI).

No dia seguinte, ao visitar a mãe no hospital, a filha foi informada que a mulher sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu. Em seguida, a família preparou a cremação da idosa, ainda acreditando que ela realmente havia falecido.

Por causa do coronavírus, os corpos na Argentina são colocados em um caixão lacrado, com apenas um vidro permitindo que os parentes e amigos vejam o morto. Além disso, uma máscara é colocada sobre o rosto da vítima. Os funerais também ficam restritos a apenas uma hora, com presença somente das pessoas mais próximas.

E foi durante o velório, pouco antes da cremação, que a filha percebeu que a máscara sobre o rosto da mãe se movia.

A família, então, chamou uma ambulância e ligou para o hospital, que rapidamente constatou que a mulher ainda estava com os sinais vitais — fracos, mas ainda vivos. De acordo com o “Clarín”, com informações mais recentes das autoridades regionais, a idosa seguia internada em estado grave na terça-feira. O caso, agora, será investigado na Justiça local.

Negligência ou falta de rigor

Em entrevista ao “Clarín”, o presidente da Associação de Clínicas e Sanatórios do Chaco, Armando Frangioli, disse que problemas como esses costumavam ocorrer no século passado, quando havia menos recursos e, por isso, era preciso esperar 24 horas até que se autorizasse a cremação.

“Não creio que isso tenha ocorrido por más práticas. Pode ser negligência ou falta de rigor no controle médico”, apontou o especialista.

Datafolha: 69% dos brasileiros que receberam Auxílio Emergencial não encontraram outra fonte de renda para substituir benefício

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Por G1

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (25) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra que 69% dos brasileiros que receberam o Auxílio Emergencial do governo não encontraram outra fonte de renda para substituir o benefício, que acabou ao final do ano passado.

A pesquisa também questionou se os entrevistados pediram o benefício. As respostas foram: 40% sim; 60% não. Entre os entrevistados que pediram o Auxílio Emergencial: 1% receberam 1 parcela; 2% receberam 2 parcelas; 6% receberam 3 parcelas; 8% receberam 4 parcelas; 19% receberam 5 parcelas; 12% receberam 6 parcelas; 8% receberam 7 parcelas; 16% receberam 8 parcelas; 18% não receberam nenhuma parcela; 10% disseram não saber.

Os entrevistados também foram perguntados se economizaram dinheiro para quando o Auxílio acabasse. Veja as respostas: 38% sim; 62% não.

Foi perguntado ainda se o entrevistado ja parou de receber as parcelas. Confira: 89% sim; 11% não.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 20 e 21 de janeiro de 2021, com 2.030 pessoas, por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

48% reprovam desempenho de Bolsonaro na pandemia; 26% aprovam, mostra Datafolha

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Por G1

Foto: Alan Santos/PR

Foto: Alan Santos/PR

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste domingo (24), no site da “Folha de S.Paulo”, aponta que 48% dos entrevistados avaliam como ruim ou péssimo o desempenho do presidente Jair Bolsonaro na gestão da crise provocada pelo novo coronavírus. Na pesquisa anterior, realizada em dezembro, esse índice era de 42%.

Segundo o levantamento, 26% consideram ótima ou boa a performance de Bolsonaro na condução do enfrentamento à pandemia. O índice anterior era de 30%.

A pesquisa nacional do instituto foi realizada por telefone nos dias 20 e 21 de janeiro e ouviu 2.030 pessoas. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os percentuais são (em parênteses, os índices das pesquisas passadas):

48% avaliam como ruim ou péssima a atuação de Bolsonaro na pandemia (dezembro: 42%; agosto: 43%; junho: 49%; maio: 50%; 27 de abril: 45%; 17 de abril: 38%; 03 de abril: 39%; março: 33%);

26% avaliam como ótima ou boa a atuação de Bolsonaro na pandemia (dezembro: 30%; agosto: 30%; junho: 27%; maio: 27%; 27 de abril: 27%; 17 de abril: 36%; 3 de abril: 33%; março: 35%);

25% avaliam como regular a atuação de Bolsonaro na pandemia (dezembro: 27% agosto: 25%; junho: 23%; maio: 22%; 27 de abril: 25%; 17 de abril: 23%; 3 de abril: 25%; março: 26%).

De acordo com a pesquisa, 47% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro não tem culpa nenhuma pelas quase 220 mil mortes provocadas pela Covid-19 no Brasil.

Em resumo:

47% consideram que Bolsonaro não tem culpa nenhuma (em dezembro, índice era de 52%);

39% consideram que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal (em dezembro, índice era de 38%);

11% consideram que Bolsonaro é o principal culpado (em dezembro, índice era de 8%);

2% não sabem responder (mesmo índice de dezembro).

Atuação dos governadores

O Datafolha também perguntou sobre o desempenho dos governadores na pandemia. Segundo a pesquisa:

42% consideram ótimo ou bom o desempenho dos governadores (dezembro: 41%; junho: 44%; maio: 50%; 17 de abril: 54%; início de abril: 58%; março: 54%);

30% consideram regular (dezembro: 28%; junho: 26%; maio: 24%; 17 de abril: 24%; início de abril: 23%; março: 28%);

26% consideram ruim ou péssimo (dezembro: 30%; junho: 29%; maio: 25%; 17 de abril: 20%; início de abril: 16%; março: 16%).

Doria x Bolsonaro

Para 46% dos entrevistados, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez mais no enfrentamento à pandemia da Covid-19 que o presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o levantamento, 28% dos entrevistados disseram que o presidente da República se empenhou mais no enfrentamento à Covid-19 do que o tucano.

Em resumo:

Doria fez mais na pandemia: 46%;

Bolsonaro fez mais na pandemia: 28%;

Não souberam responder quem fez mais: 13%;

Nenhum dos dois: 11%.

Atuação do Ministério da Saúde

O levantamento também apontou que 35% dos entrevistados aprovam o desempenho do Ministério da Saúde, enquanto 30% reprovam a atuação da pasta em meio à pandemia da Covid-19.

De acordo com o instituto, o pico de aprovação da pasta foi registrado em abril de 2020, ainda na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. À época, 76% dos entrevistados consideravam o desempenho do Ministério da Saúde ótimo e bom.

Os índices começaram a cair após a saída de Mandetta, seguiram diminuindo durante o período de Nelson Teich à frente da pasta até chegar ao patamar atual. Desde a saída de Teich, em maio do ano passado, o ministério é chefiado pelo general de Exército Eduardo Pazuello.

Veja os percentuais e a evolução:

35% consideram ótimo ou bom (dezembro: 35%; agosto: 37%; junho: 33%; maio: 45%; 27 de abril: 55%; 3 de abril: 76%; março: 55%);

34% consideram regular (dezembro: 36%; agosto: 30%; junho: 31%; maio: 32%; 27 de abril: 26%; 3 de abril: 18%; março: 31%);

30% consideram ruim ou péssimo (dezembro: 27%; agosto: 31%; junho: 34%; maio: 21%; 27 de abril: 13%; 3 de abril: 5%; março: 12%).



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