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Conjunto penal de Jequié tem surto de Covid; 51 detentos testaram positivo

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Foto: Seap/Divulgação

Um surto de Covid-19 atingiu detentos do Conjunto Penal de Jequié, cidade do sudoeste da Bahia. Ao todo, 51 internos testaram positivo para doença. De acordo com o G1, o primeiro caso na unidade foi detectado em 14 de fevereiro e, a partir daí, outros internos foram sendo sendo testados, e a quantidade de infectados aumentou. Entre os detentos que testaram positivo, está um idoso de 71 anos, que precisou ser internado no hospital da cidade. Ele está com 20% do pulmão comprometido. Segundo informações do major João Henrique, diretor da unidade prisional, os detentos com Covid-19 estão em ala separada dos demais, recebendo acompanhamento médico e sendo monitorados.

Minutos antes de jogo na Bahia, atletas deixam o gramado para chegada de helicóptero com vacinas contra Covid

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Foto: Renan Pinheiro / TV Bahia

Faltando pouco menos de 30 minutos para a bola rolar em Alagoinhas, em partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Baiano, os jogadores de Atlético e Vitória precisaram deixar o gramado para que um helicóptero da Polícia Militar transportando vacinas contra o coronavírus pousasse no local. De acordo com informações do ge.com, a operação foi rápida: durou cerca de cerca de cinco minutos. Entretanto, a 10 minutos do início do confronto, o helicóptero seguia no campo. Na manhã desta quarta-feira, um avião com 129,5 mil doses da vacina de Oxford/AstraZeneca chegou ao aeroporto de Salvador, por volta das 11h20. As doses chegaram em um voo comercial.

Bolsonaro entrega ao Congresso MP para destravar privatização da Eletrobras

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Por G1

Foto: Alan Santos/PR

O governo federal entregou nesta terça-feira (23) ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) que busca acelerar a privatização da Eletrobras. A entrega foi feita pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, entre outros membros do governo. Na última semana, Bolsonaro causou quedas expressivas nas ações da Petrobras e da Eletrobras ao sugerir e anunciar interferências no comando das duas estatais. No caso da Eletrobras, Bolsonaro disse que o governo ia “meter o dedo na energia elétrica, que é outro problema também”, sem esclarecer o que faria. “Então, a Câmara e o Senado vão dar a devida urgência à matéria, até por ser uma medida provisória. E a nossa agenda de privatização, essa MP não trata disso hoje em dia, mas nossa agenda de privatização continua a todo vapor. E nós queremos, sim, enxugar o Estado, diminuir o tamanho do mesmo, para que nossa economia possa dar a satisfação, dar a resposta que a sociedade precisa”, declarou Bolsonaro nesta terça. O documento foi entregue aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Lira afirmou que pretende pautar o texto no plenário da Câmara já na próxima semana. Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas no “Diário Oficial da União”. Precisam, contudo, ser aprovadas pelo Congresso para se tornar leis em definitivo.

Vacina da Pfizer contra Covid-19 é a 1ª a obter registro definitivo no Brasil

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Por G1

Foto: Freepik

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. O registro definitivo autoriza a importação da vacina para o Brasil. A vacina é a primeira a obter o registro sanitário definitivo no país, mas ela ainda não está disponível em solo brasileiro. O G1 disse que questionou o Ministério da Saúde sobre uma previsão de compra da vacina, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia recebido resposta. As duas vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a de Oxford e a CoronaVac, mas ambas têm autorização de uso emergencial, e não o registro definitivo. A vacina da Pfizer foi uma das quatro testadas no Brasil. No início do ano, a farmacêutica disse ter oferecido 70 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro para entrega ainda em dezembro, mas a oferta foi recusada. O Ministério da Saúde disse que as doses propostas pela Pfizer causariam “frustração” aos brasileiros. O governo também afirmou que não comprou a vacina devido a uma cláusula no contrato segundo a qual a Pfizer não se responsabiliza por efeitos adversos graves do imunizante. No domingo (21), a pasta afirmou em nota que esperava até a próxima sexta-feira (26) uma orientação do Palácio do Planalto sobre como solucionar o impasse nas negociações das vacinas da Pfizer e da Johnson – que também pediu isenção de responsabilidade por eventuais efeitos adversos graves.

Doria afirma que São Paulo está socorrendo o Brasil: ‘Onde estão as outras vacinas?’

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Foto: Divulgação/Governo de SP

Responsável por viabilizar o acordo entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirma que a cada 10 vacinadas contra a Covid-19 no país, nove receberam a Coronavac. Ele defende que isso se deve ao esforço de seu governo e do instituto, uma vez que o governo federal trabalhou contra o imunizante.

“Todos acompanharam o esforço do governo federal contra a vacina, com uma série de impropérios. (…) Hoje nós temos aqui em solo brasileiro 27.100.000 doses do Instituto Butantan, amanhã estamos entregando mais 3.400.000 doses ao ministério. (…) Aí eu pergunto: onde estão as outras vacinas? Não pode ficar apenas o Butantan com a responsabilidade de prover vacinas para o país, o que fazemos com alegria”, apontou o governador. A declaração foi dada em entrevista concedida, por telefone, ao programa Isso é Bahia, parceria da rádio A Tarde FM com o Bahia Notícias.

Doria lembrou que a capacidade de produção prometida pelo instituto paulista e pelo laboratório chinês foi entregar 100 milhões de doses ao Brasil – 46 milhões até abril e mais 54 milhões até agosto. Sendo assim, de acordo com o governador de São Paulo, o cronograma está sendo cumprido.

O governo federal, no entanto, acusou o Butantan de atrasar a remessa que deveria ser entregue em fevereiro. Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou um cronograma de vacinação, com a previsão de receber 9,3 milhões de doses da Coronavac neste mês, porém, horas antes, o Butantan indicou que entregaria 2,6 milhões de doses. Em nota de resposta, o instituto paulista pontuou que foi afetado com o atraso na chegada da matéria-prima, culpando o governo brasileiro e sua relação desgastada com a China por isso.

Visitas sociais e religiosas são suspensas temporariamente em presídios da Bahia

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Foto: Camila Souza/GOVBA

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap) anunciou nesta sexta-feira (19) a suspensão temporária das visitas sociais e religiosas nas unidades prisionais do estado a partir da próxima segunda-feira (22).

Em nota, a Seap informou que a decisão atende aos protocolos e medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde dos servidores penitenciários e da comunidade carcerária.

“Essa medida preventiva, conforme já mencionado, visa minimizar os impactos causados por uma possível transmissibilidade da covid-19 no Sistema Penitenciário, como também, forçar a diminuição de possíveis vetores de contaminação em circulação nas ruas”, explicou a Seap.

Ainda de acordo com a nota, o aumento de contaminação e da taxa de ocupação dos leitos de UTIs nas unidades hospitalares contribuiu para a tomada de decisão.

Nesta sexta-feira, o governador Rui Costa anunciou que a ocupação dos leitos de UTI exclusivos para tratar o coronavírus nos hospitais baianos atingiu a marca de 77%.

“Hoje [sexta, 19] já subimos para 77% de ocupação de leitos e já com 16 mil casos ativos. Então continuamos crescendo os números, tanto de [ocupação de] leitos, quanto de casos ativos. É preciso que as pessoas colaborem, usem máscara, higienizem as mãos e mantenham distanciamento. Caso contrário, se os números continuarem crescendo, nós vamos ter que tomar outras medidas”, disse o governador.

Notícias de Santaluz

Nando Reis critica governo Bolsonaro: ‘Estamos à mercê de incompetentes’

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Foto: Carol Siqueira

O cantor Nando Reis mostrou indignação com o governo Bolsonaro pela lentidão e incertezas na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil. Ele lamentou não ter perspectiva de quando a vida da população poderá retomar o mínimo de normalidade e disse que o país está “à mercê de incompetentes”. A declaração foi feita durante entrevista ao “Isso é Bahia”, programa da rádio A Tarde FM em parceria com o Bahia Notícias. Questionado sobre se tinha alguma estimativa para retomada dos shows, Nando respondeu: “Infelizmente, nós temos um caos nesse governo na vacinação, o que retarda e impossibilita qualquer um de nós de fazer qualquer prognóstico. Se não sabemos nem quantas vacinas temos, nem quando vacinaremos, como saber quando eu vou fazer show? Estamos à mercê desses incompetentes, não só eu, como o Brasil inteiro. Não tenho o que dizer”, criticou o artista. O cantor lembrou que, quando a pandemia começou, tinha uma agenda de shows marcados até março deste ano. “Tem shows que as pessoas já tinham comprado ingressos. É uma situação muito confusa. Eu tinha muitos compromissos que eu tive que reagendar. Eu costumava viajar todo fim de semana, fazer uma média de 100 shows por ano. Ano passado, eu fiz quatro”, contou.

Lula diz que se receber de volta os direitos políticos pode ser candidato em 2022 ‘para derrotar o tal bolsonarismo’

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Foto: Reprodução

Condenado na Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (18), que pode disputar as eleições em 2022 caso o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro e devolva seus direitos políticos. “Para que eu seja candidato a presidente da República é preciso uma razão maior. Se for necessário para derrotar o tal do bolsonarismo, não tenha dúvida nenhuma que eu me colocaria à disposição. Mas isso ainda tem tempo para decidir”, afirmou em entrevista ao colunista Kennedy Alencar, do portal UOL. Lula disse ainda que uma eventual candidatura dependeria das ‘circunstâncias políticas’ no próximo ano, mas deixou claro que será cabo eleitoral no campo da esquerda caso não entre oficialmente na disputa. “Vai depender do PT, das candidaturas dentro do partido, das alianças políticas”, explicou. A declaração é dada dias após o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, confirmar que recebeu orientação para ‘rodar o País’ e se apresentar como potencial candidato do PT em 2022, caso ex-presidente continue vetado nas eleições. O petista também voltou a criticar Sérgio Moro e a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba – chamados de ‘quadrilha’. Também reafirmou a inocência e falou sobre as expectativas para o julgamento que pode derrubar sua condenação. “Não sei qual será a decisão da Suprema Corte. O que eu sei é que eu sou refém da maior mentira jurídico-política contada nesse País para evitar que eu pudesse ser candidato à Presidência da República”, disse.

Belo é preso por show em escola no Complexo da Maré durante a pandemia

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Show de Belo na Maré | Foto: Reprodução/TV Globo

O cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo foi preso nesta quarta-feira (17) pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O artista é investigado pela realização de um show no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio, apesar das proibições devido à pandemia. Segundo informações da TV Globo, ele foi preso em Angra dos Reis, na Costa Verde. Em uma produtora na cidade, foram apreendidos equipamentos e veículos. Como o evento no interior da Escola Municipal do Parque União, no último dia 13, não teve autorização da Secretaria Municipal de Saúde, a polícia também investiga a invasão ao colégio. A DCOD abriu um inquérito e, nesta quarta, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão. Uma das buscas foi na sede da empresa que organizou o evento, a produtora Série Gold. Os quatro mandados de prisão preventiva são contra Marcelo Pires Vieira, o Belo, cantor; Célio Caetano, sócio da produtora; Henriques Marques, o Rick, sócio da produtora; Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, chefe do tráfico no Parque União. Nas redes sociais, fãs postaram vídeos em cima do palco na hora do show, onde é possível ver uma grande aglomeração. O G1 informou que tenta contato com Belo nesta quarta. Na época da abertura da investigação, o cantor disse à TV Globo: “Fizemos o show seguindo todos os protocolos. Não temos controle do geral. Isso nem os governantes têm. As praias estão lotadas, transportes públicos, e só quem sofre as consequências são os artistas. Que foi o primeiro segmento a parar, e até agora não temos apoio de ninguém sobre a nossa retomada. Sustentamos mais de 50 famílias.”

Confederação de municípios pede demissão de ministro da Saúde ‘para o bem dos brasileiros’

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Por G1

Foto: Carolina Antunes/PR

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou nota nesta terça-feira (16) em que diz ser “necessária, urgente e inevitável” a troca do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Segundo o texto, Pazuello não tem condições de conduzir a superação da pandemia e deve ser substituído “para o bem dos brasileiros”.

O documento é assinado pelo presidente da CNM, Glademir Aroldi, e diz que a entidade tem recebido relatos de prefeitos indicando a suspensão da vacinação contra a Covid-19 para grupos prioritários, motivada pela falta de doses e de previsão de reabastecimento dos estoques.

No texto, a CNM também afirma que tem tentado dialogar com a atual gestão do Ministério da Saúde – entre pedidos de agendas e de informação. A pasta, diz a entidade, tem “reiteradamente” ignorado os prefeitos do Brasil.

“Por considerar que a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social e por não acreditar que a atual gestão reúna as condições para conduzir este processo, o movimento municipalista entende necessária, urgente e inevitável a troca de comando da pasta para o bem dos brasileiros”, diz o documento divulgado.

A CNM – que reúne 5.200 dos 5.565 municípios do país, incluindo 19 capitais – afirma que o comando do Ministério da Saúde “não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário” para a compra de vacinas. Para a entidade, Pazuello adotou “postura passiva”.

“Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para estados e municípios”, afirma a confederação.

Questionado, o Ministério da Saúde disse que não comentaria o tema porque a carta “não lhe foi endereçada”. “O Ministério da Saúde e todos os seus dirigentes e corpo técnico estão trabalhando diuturnamente para dar a melhor resposta à sociedade”, diz a pasta.



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