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:: ‘Destaque1’

Ataque a tiros em bar deixa adolescente morta em Araci

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Por g1 BA

Foto: Reprodução/Redes Sociais/g1 BA

Uma adolescente de 16 anos morreu e duas pessoas ficaram feridas após dois homens atirarem contra um grupo que estava em um bar na cidade de Araci, na região sisaleira da Bahia. O caso aconteceu na noite de sábado (30), no bairro do Riacho.

A jovem foi identificada como Geovana Garcia Barreto de Pinho. Segundo informações da Polícia Civil, a dupla chegou em uma motocicleta e efetuou vários disparos no estabelecimento.

A garota morreu no local. As outras duas pessoas feridas foram levadas a hospitais na região e não há informações sobre o atual estado de saúde delas.

A polícia não detalhou se as pessoas atingidas eram os alvos dos suspeito ou se os homens buscavam outras pessoas que estavam no bar. O caso foi registrado na delegacia territorial da cidade, que apura a autoria e o que pode ter motivado a ação criminosa.

A prefeitura publicou uma nota de pesar pela morte da garota. De acordo com familiares, o corpo de Geovana será velado nesta segunda-feira (2) e será sepultado durante a tarde no Cemitério São João Batista, em Araci.

Gente do campo: conheça as comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto

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Por g1

Foto: Acervo ISPN/Raisa Pina

Diferentes famílias que criam animais em áreas coletivas, vivendo da agricultura de subsistência e da coleta de frutos e plantas medicinais do Cerrado e da Caatinga.

Essas são as chamadas comunidades de fundo e fecho de pasto, tradicionais da região Nordeste, principalmente do sertão baiano. Enquanto no Cerrado é mais comum a criação de bovinos, na Caatinga se faz mais presente a de caprinos e ovinos.

O termo “fundo” caracteriza os povos que criam animais em áreas fixas. Já no “fecho”, por falta de espaço em seus territórios, as famílias levam o rebanho para pastos distantes. Em muitos casos, chegam a se deslocar até 100 quilômetros de distância.

“A área de terra que a gente tem é pequena, não dá conta para criar o gado para a manutenção da família. Por isso, usamos o fecho de pasto”, conta Élia Sodré do Nascimento, da comunidade de fecho Pedra Branca, que fica município baiano de Correntina, a 655 km de Salvador, já na divisa com Goiás.

O coletivo é formado por 40 famílias, que utilizam um fecho em comum chamado de “Boi A Rib Abaixo”, que fica a 42 km de suas casas, no próprio município de Correntina. “Nossa viagem chega a durar um dia”, diz Élia, explicando que os vaqueiros fazem este trajeto a cavalo.

Tanto no fecho, como no fundo, os locais de pastagem dos animais são coletivos, ou seja, não pertencem a uma única pessoa ou família.

Comunidades centenárias

Os povos de fundo e fecho de pasto surgiram por volta de 1750 com a ocupação de sesmarias, terras que eram concedidas pela coroa portuguesa a alguns beneficiários, explica Samuel Brito, educador social da Comissão Pastoral da Terra (CPT) da Bahia.

“Tem lugar no centro-oeste baiano de comunidades com 300 anos de história”, diz ele.

“Os sesmeiros que, obviamente, eram latifundiários, não davam conta de ocupar toda a sesmaria. Então, parte dessas terras foi sendo ocupada por outras pessoas que não necessariamente eram ligadas à família dos sesmeiros”.

A maioria das comunidades de fundo e fecho foi formada por indígenas e negros que foram escravizados. “Mas existiu um processo de miscigenação com descendentes de portugueses e outros povos europeus”, destaca o educador.

Luta por terra

Foto: Arquivo pessoal

Assim como os indígenas, quilombolas, geraizeiros e outros povos tradicionais, as comunidades de fecho e fundo lutam pela preservação e manutenção de suas terras, que são foco de conflitos por causa do avanço de grileiros, processo que começou a ocorrer com mais força a partir da década de 1980, conta Brito.

“Essas terras vêm sendo expropriadas pelo agronegócio, empresas de mineração e, mais recentemente, por eólicas”, diz ele.

Élia conta que o fecho de sua comunidade, o “Boi A Rib Abaixo”, vem sendo tomado aos poucos. “Um grileiro entrou e derrubou nossas cercas e nossos ranchos. E, quando vamos para lá, em poucos minutos, chega a polícia com arma”, relata.

“Não é de hoje que estamos buscando a titulação desse território junto ao estado baiano. Como é que agora chega um fazendeiro chega e toma conta e o estado garante?”, questiona.
“Nós estamos nessas terras há anos, somos os donos tradicionais. Tem, inclusive, um senhor de 105 anos que vive nessa área, onde seu bisavô já era dono”, diz.

Élia conta que, mesmo diante da situação de conflito, a sua comunidade continua se deslocando até o “Boi A Rib Abaixo”. “É isso ou ir para cidade para passar fome”.

Foto: Arquivo pessoal

Atividades no fecho

A família de Élia sempre pertenceu ao campo, ao fecho e à “luta para manter o Cerrado de pé”.

Na infância, sua diversão preferida era brincar de cavalo de pau para pastorear o gado com outras crianças. “Meu pai só que não deixava, porque falava que isso não era coisa de menina, mas a gente brincava escondido”, rememora, que hoje é casada e tem três filhos.

Dentre as diferentes atividades do fecho, Élia trabalha com a horticultura e no cuidado com as vacas. “Quando os homens levam o gado para os gerais [região de Cerrado, onde está a pastagem], as vacas paridas ficam para poder tirar leite, né? Então tem que cuidar, dar água…e as mulheres fazem isso”, conta.

“Mas, quando é para ir para o embate, vai mulher, vai todo mundo. Não tem jeito”, diz.

Élia explica que os animais são levados para os pastos comunitários em torno do mês de abril. E, um pouco antes da época das chuvas, por volta de setembro, os criadores retornam com o gado para perto de suas casas.
Esse revezamento é necessário para que as pastagens se renovem. As chuvas, por exemplo, ajudam o capim a brotar novamente. E, assim que a vegetação é recuperada, o rebanho é levado novamente para o fecho.

“Os vaqueiros costumam se revezar [para supervisionar os animais]. Em uma semana, vai três, na outra, um outro grupo, e assim por diante”, explica o educador social da CPT Samuel Brito.

Foto: Sertão Agroecológico/Univasf/Estudo FPP

Vida no fecho

Quando se deslocam para áreas coletivas, os integrantes da comunidade de Élia costumam fazer ranchos de palha. “Mas já tem casa com bloco para poder ter um aconchego e segurança…à noite tem que acender fogo para evitar as onças”, conta.

Nessa viagem, os criadores levam agasalhos, cobertas e comidas que as mulheres preparam, como feijão, arroz, farofa e carne. “A gente deixa tudo pronto para eles poderem cozinhar lá”.

Os animais cumprem diferentes funções nessas comunidades, como a de ser um auxílio em momentos de necessidade. “Pobre não faz poupança, né? Então, o futuro que a gente tem é um gado. Quando alguém adoece, a gente vende o gado para poder cuidar do tratamento”, relata.

Além disso, quando uma família abate um animal, é comum compartilhá-lo com algum vizinho para fins de alimentação.

Foto: Arquivo pessoal

‘Manter o Cerrado em pé’

Hoje, Élia trabalha a maior parte do tempo em sua horta, que fornece alimentos tanto para a subsistência de sua família, como para a venda em feiras da agricultura familiar e ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE, merenda escolar).

“Eu que produzo a minha alimentação. Aqui, eu planto feijão, arroz, milho, mandioca, tudo orgânico, nada de agrotóxico”, conta.

É da própria terra que essas comunidades retiram até mesmo o “remédio” para combater pragas na plantação, como o timbó, que Élia usa para matar insetos.

E tudo é feito respeitando a sazonalidade de cada vegetal. “Nós não desmatamos nada. Coletamos os frutos e as plantas na época certa”, diz.

Dentre as frutas tradicionais, estão, por exemplo, o pequi, caju, puçá, cagaita e cascudo. Já entre as plantas medicinais, Élia cita o barbatimão e o carapiá, que ajuda, segundo ela, a combater o calor durante a fase da menopausa.

“O Cerrado é rico em plantas medicinais, mas, para elas continuarem vivas, o Cerrado precisa se manter em pé, ter água. E é por isso que nós o preservamos”, diz.

 

Cinco crianças coreanas saem para brincar e são encontradas mortas em vala no oeste da Bahia

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Por g1 BA

Foto: Divulgação/Polícia Militar

Cinco crianças coreanas saíram para brincar e foram encontradas mortas após serem soterradas em uma vala, na cidade de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia. O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (29).

Inicialmente a Polícia Civil informou que uma construção de silo para armazenamento de grãos havia desmoronado. No entanto, na noite de sexta-feira, a polícia corrigiu a informação e disse que as crianças tinham saído para brincar e foram encontradas soterradas em uma vala.

De acordo com a prefeitura do município, duas vítimas tinham 11 anos, outras duas tinham 7 e a mais nova, tinha 6. Elas brincavam quando foram atingidas pela terra.

O caso aconteceu por volta das 12h, na fazenda Paraíso, conhecida como a “Vila dos Coreanos”, no povoado de São Marcelo, a 40 km do centro da cidade. Os pais das vítimas sentiram falta das crianças por volta das 15h.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além de policiais civis e militares e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram para o local.

Advogado questiona valor de indenização oferecido pela Prefeitura de Santaluz para desapropriar imóvel de comerciantes

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Máquinas da prefeitura derrubam muro de imóvel | Foto: Redes Sociais/Reprodução

A prefeitura de Santaluz iniciou nesta sexta-feira (29) a desapropriação de um terreno que fica na Rua Pedro Evangelista, área central da cidade. O lugar deve dar espaço a uma unidade de saúde e uma praça.

O imóvel pertence aos comerciantes Joselito Carneiro de Araújo, conhecido como Júnior do Max, e Quitéria Carneiro de Araújo, ambos ex-prefeitos do município.

O advogado Henre Evangelista Alves Hermelino, que representa os donos do terreno, disse que em nenhum momento Júnior e Quitéria foram contrários à desapropriação. O advogado, no entanto, reclama que o valor da indenização oferecido pela prefeitura está muito abaixo do preço praticado pelo mercado imobiliário.

“Júnior do Max e Quitéria nunca foram contrários a realização de qualquer benfeitoria em prol da população de Santaluz. O programa de requalificação que ambos executaram na área da saúde enquanto gestores públicos, como a construção do primeiro hospital da região especializado em atendimento a mulheres, entre outras obras de impacto social, é prova da preocupação deles com o bem estar dos luzenses. O nosso desejo é que haja justiça no valor pago pelo terreno, que mede mais de dois mil metros quadrados e já foi avaliado em cerca de R$ 950 mil pela própria prefeitura para efeito de pagamento de IPTU. Agora, reduziram o preço do mesmo imóvel para cerca de R$ 72 mil, valor depositado judicialmente como correspondente a indenização. Um valor que não corresponde à realidade do mercado imobiliário, nem à avaliação feita anteriormente pelo próprio poder público”, explicou o advogado.

Henre disse ainda que vai recorrer na Justiça para que o terreno passe por nova vistoria técnica, para verificar o real valor do imóvel. “Nosso interesse é que a Justiça estipule um valor de indenização que corresponda à realidade”, completou.

O Notícias de Santaluz não conseguiu contato com a prefeitura até a publicação desta matéria.

Duas pessoas morrem após batida entre caminhão e carro na Serra do Tombador, em Jacobina

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Por g1 BA e TV Bahia

Foto: Reprodução/TV Bahia

Duas pessoas morreram após uma batida entre um caminhão e um carro, na tarde desta quinta-feira (28), na BR-324, na altura da Serra do Tombador, em Jacobina, na região da Chapada Diamantina.

Testemunhas informaram que o caminhão descia a serra quando bateu de frente com um carro, onde estavam as duas pessoas. Com o impacto, os veículos desceram a ribanceira.

Como havia óleo espalhado na pista, a suspeita é que essa tenha sido a causa da batida. O acidente causou um grande engarrafamento no local.

Mulher é morta a tiros em Conceição do Coité

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Foto: Reprodução/Calila Notícias

Uma mulher de 40 anos foi assassinada a tiros, no fim da noite de quarta-feira (27), em Conceição do Coité, região sisaleira da Bahia. O crime ocorreu por volta das 23h30, na principal via de ligação entre a BA-409 e o conjunto habitacional Cidade Jardim, próximo a uma unidade de saúde e a base do Samu. De acordo com informações do Calila Notícias, testemunhas disseram que a vítima saiu de casa e, momentos depois, foram ouvidos disparos de arma de fogo. Ainda segundo a publicação, o crime teria sido cometido por um indivíduo encapuzado, que estava em um carro e não foi identificado. A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso é investigado pela Polícia Civil. Conforme o Calila, a mulher era natural de Araci, também na região sisaleira da Bahia, mas morava há quase 20 anos em Conceição do Coité.

Covid: Nenhuma criança ou adolescente morreu por conta da vacina, diz Saúde

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Fotos: Myke Sena/MS

Nenhuma criança ou adolescente morreu em decorrência do efeito adverso da vacina, indicam os dados do boletim epidemiológico especial do Ministério da Saúde, que investigou 38 mortes notificados por estados e municípios. Todas foram descartadas.

O documento, divulgado na terça-feira (26), mostra que desde o início da vacinação até o dia 12 de março, o ministério recebeu a notificação de 3.463 casos de eventos adversos na faixa etária abaixo de 18 anos.

Segundo o UOL, destes, 419 (ou 12,1% do total) foram graves e 38 resultaram em morte, segundo classificação das vigilâncias epidemiológicas municipais e estaduais.

A média de idade das pessoas que morreram foi de 13 anos e teve a mesma proporção entre os sexos. Uma das revelações do documento é que alguns dos óbitos notificados nem sequer estavam dentro do intervalo possível entre a aplicação da dose e o óbito.

“Quatro eventos ocorreram com mais de 30 dias após a vacinação, evidenciando uma relação temporal inconsistente de acordo com a classificação de evento adverso”, aponta.

Trinta e oito dos comunicados foram feitos ao ministério terminaram em morte. Deste número, 36 foram relacionados à Pfizer e dois com a Coronavac.

“O boletim confirma o perfil de segurança demonstrado nos estudos de fase 3 e que propiciaram o licenciamento da vacina no público de crianças e adolescentes. Portanto, vacinar continua como a melhor forma de prevenção para esse público, sem dúvidas”, afirma a pediatra Melissa Palmieri, diretora da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações) em São Paulo.

“A gente já esperava esse resultado [da Pfizer]; e no caso da CoronaVac é uma vacina de vírus inativado, igual a outras usadas há muita décadas e nada reatogênica”, avalia Mônica Levi, diretora da SBIm. A dose liberada da vacina Pfizer é de apenas 1/3 da vacina para adultos e adolescentes.

Nova subvariante do coronavírus é identificada em São Paulo

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Foto microscópica 3D do coronavírus | Imagem: Freepik

Um sequenciamento genômico identificou uma variante , até então inédita, do Sars-CoV-2, vírus causador da Covid-19 em uma criança de 3 anos na cidade de São Paulo. Trata-se de uma recombinação da variante ômicron.

O levantamento feito pela Rede Dasa identificou que o vírus tinha informações da variante ômicron, mas com pedaços de uma segunda mutação.

“A diferença de variante para recombinante, é que as variantes são novas linhagens. Aqui, não. Houve uma mudança de pedaços de RNA viral. Isso quer dizer que uma pessoa foi infectada por BA.1 e BA.2 simultaneamente e em algumas das células infectadas, ao fazer a replicação, houve a mistura dos dois genomas”, disse José Eduardo Levi, virologista da Dasa, ao jornal O Globo.

O laboratório já identificou, ao todo, três amostras que sofreram uma recombinação em seu trabalho de sequenciamento genômico. Além desta, que ainda não tem nome, a chamada Ômicron XE foi identificada por eles e pelo Instituto Butantan.

Apelidado como ‘morto-vivo’ em cidade da Bahia, lavrador tenta provar que não morreu após nome aparecer no cadastro de óbitos

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Por g1 BA e TV Bahia

Foto: Reprodução/TV Bahia

O lavrador José Raimundo Costa, de 60 anos, ficou conhecido como “morto-vivo”, em Pedrão, cidade onde mora, a cerca de 142 km de Salvador. O homem ganhou esse apelido depois de uma descoberta inusitada: aos 55 anos, cheio de saúde, descobriu que estava morto após uma consulta no cartório do município.

Na pequena cidade de pouco mais de 7.300 habitantes, é difícil encontrar alguém que não conheça essa história. O “morto-vivo” de Pedrão não é nenhuma lenda ou “causo” do município que fica no interior baiano.

A “morte” do idoso não tem causa e nem registro nos cartórios, mas tem data: 19 de agosto de 2011. O nome de José Raimundo consta no Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi), mas para a Receita Federal, o documento Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) está válido.

No entanto, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), os bancos e o Sistema Único de Saúde (SUS) usam os dados ofertados pelo Sisobi. Com isso, a vida do lavrador virou um pesadelo.

É da terra que José Raimundo tira o sustento da família. Na roça, ele planta milho, feijão, mandioca e cria alguns animais.

Para o trabalho duro no campo, que dá conta sozinho, ele está bem vivo. A experiência de mais de 40 anos como lavrador rendeu a ele a habilidade de reconhecer, de longe, uma safra perdida, mas quando isso acontece, o fato de estar oficialmente morto impede que ele tenha acesso ao Seguro Safra ou a empréstimos em bancos.

José Raimundo sempre dependeu dessas soluções para enfrentar os períodos de má colheita. Atualmente, o idoso teme não conseguir se aposentar.

Além disso, não conseguiu receber o auxílio emergencial oferecido durante a pandemia da Covid-19 e tem dificuldade para ter acesso a remédios e atendimento médico na rede pública de saúde.

A única coisa que conseguiu fazer durante a vida “pós-morte” foi renovar a carteira de identidade.

Divanêre Batista virou esposa de José Raimundo e ficou viúva ao mesmo tempo. A aposentada conta que se casou com o “morto” sem saber da situação que ele enfrentava.

Em 2020, o INSS disse que o erro aconteceu porque o CPF do lavrador foi colocado na certidão de óbito da mãe dele e orientou que o idoso procurasse o cartório para alterar os dados. José Raimundo cumpriu a orientação, mas a medida não foi suficiente para “trazê-lo a vida novamente”.

O lavrador tenta através da Justiça a tão sonhada “ressurreição”. Fora do cemitério, onde devia estar enterrado se realmente estivesse morto, o lavrador aproveita para fazer uma oração: não passar pela “porta do céu” tão cedo.

Preço da gasolina bate novo recorde após segunda alta consecutiva

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Por g1

Foto: Rafael Neddermeyer

O preço da gasolina subiu pela segunda semana seguida e atingiu novo recorde nos postos de combustíveis, mostram os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço médio do litro da gasolina no país ficou em R$ 7,270 na semana entre os dias 17 e 23 de abril, o que representa uma alta de 0,70% em relação a semana anterior. Trata-se do maior valor nominal pago pelos consumidores desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.

O pico até então tinha sido registrado na semana entre os dias 13 e 19 de março (R$ 7,267 o litro), após o forte reajuste de preços anunciado pela Petrobras.

O maior preço encontrado nos mais de 5 mil postos pesquisados foi de R$ 8,599 o litro. Até então, a máxima encontrada pela pesquisa tinha sido de R$ 8,499 o litro. O menor valor encontrado foi R$ 6,190.

O etanol e o diesel também subiram nas bombas.

A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.

Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira.

Pela política de preços atual, os valores cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.



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