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:: ‘Destaque3’

Prefeito de NY pede a Michelle que mande Bolsonaro se vacinar contra Covid “para que ele deixe de ser um perigo para outras pessoas”

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Por g1

Prefeito Bill de Blasio durante coletiva de imprensa | Foto: Ed Reed/Mayoral Photography Office/Arquivo

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, pediu nesta quarta-feira (29) à primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, que mande o presidente Jair Bolsonaro se vacinar contra a Covid-19.

De Blasio compartilhou em uma rede social a notícia que a primeira-dama brasileira se imunizou nos Estados Unidos, quando foi para Nova York na comitiva brasileira para a Assembleia Geral da ONU. “Mande seu marido se vacinar também para que ele deixe de ser um perigo para outras pessoas”, escreveu o prefeito nova-iorquino.

De Blasio já havia criticado o presidente brasileiro outras duas vezes recentemente, porque Bolsonaro foi à Assembleia Geral da ONU, cuja sede fica em Nova York, sem ter se vacinado.

“Se você não quer se vacinar, nem precisa vir”, afirmou o político americano no dia 20. “Com os protocolos em vigor, precisamos enviar uma mensagem a todos os líderes mundiais, principalmente Bolsonaro, do Brasil, que se você pretende vir aqui, você precisa estar vacinado”.

Bolsonaro foi o único líder do G20 (grupo que reúne as maiores economias do planeta) a ir à ONU que publicamente diz que não se imunizou contra a Covid-19.

O presidente do Brasil participou do evento na ONU mesmo sem estar vacinado, mas não conseguiu frequentar outros locais fechados na cidade, pois Nova York exige que as pessoas apresentem um comprovante de imunização.

Eleições 2022: Tasso Jereissati anuncia desistência das prévias do PSDB e manifesta apoio a Eduardo Leite

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Eduardo Leite e Tasso Jereissati | Foto: Reprodução

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) anunciou, na tarde desta terça-feira (28), a desistência das prévias do PSDB e apoio ao governador Eduardo Leite para a Presidência da República nas eleições do próximo ano. As informações são do g1. “O governador do Rio Grande do Sul tem todas as qualidades que um homem público tem para nos representar neste momento. Esse cara pensa igual a mim. Temos uma afinidade também de postura ética, de compromisso com a democracia. Por essa razão, estou aqui hoje dizendo que não sou candidato nas prévias, mas isso não quer dizer que eu não estou na luta”, destacou Jereissati. Tasso disse ainda que na quarta-feira (29) fará uma visita ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), que havia declarado apoio ao governador de São Paulo, João Dória. As prévias do PSDB estão marcadas para acontecer no dia 21 de novembro. Além de Leite e Doria, o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, também disputa a preferência do partido.

Brasil tem em agosto recorde de geração de energia térmica, solar e eólica, diz ONS

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Foto: ManuDias/GOVBA

Em meio ao agravamento da situação nos reservatórios de hidrelétricas devido à falta de chuvas, o Brasil registrou, em agosto, recorde de geração de energia térmica, solar e eólica (por meio do vento), aponta levantamento feito pelo g1 com base em dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Já a produção de energia por hidrelétricas no país voltou a cair no mês passado e permanece no menor patamar desde 2002.

Apesar da redução, a energia hidráulica continua atendendo à maior parte da demanda no país. Em agosto, respondeu por 50%, seguida pela termelétrica (28,8%), eólica (16,8%), nuclear (3%) e solar (1,3%).

Ao diminuir a participação das hidrelétricas no fornecimento de energia o objetivo do governo é poupar água dos reservatórios e reduzir as chances de que o país enfrente apagões ou um novo racionamento nos próximos meses.

Entretanto, essa redução precisa ser compensada pelo aumento da geração via outras fontes. E é o maior uso das termelétricas, especialmente, que vem sendo responsável pelo encarecimento das contas de luz.

De acordo com o levantamento feito pelo g1 com base em números do ONS, a geração termelétrica em agosto foi de 19.009 megawatts-médios (MWmed). Foi o segundo mês seguido de recorde na produção por essas usinas, que funcionam por meio da queima de combustíveis como óleo diesel e gás natural.

As usinas eólicas produziram, em agosto, 11.111 MWmed. Já as solares, 870 MWmed. Em ambos os casos, a geração no mês passado também foi recorde.

Ministério vai mudar recomendação e dispensar intervalo entre vacina da gripe e da Covid

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Foto: Divulgação/Sesab

Depois de meses recomendando um intervalo entre a vacina conta gripe e a da Covid-19, o Ministério da Saúde vai mudar o entendimento. O secretário executivo da pasta, Rodrigo Otávio da Cruz, sinalizou nesta segunda-feira (27) que está em elaboração no Ministério uma nota técnica para informar aos gestores estaduais e municipais que não será mais necessário o intervalo entre os imunizantes. Até então, a recomendação era de um espaço de tempo de pelo menos 14 dias entre a vacina contra a Influenza (gripe) e a da Covid. Conforme reportagem do G1, Rodrigo Cruz afirmou que a mudança na recomendação partiu da Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai), que assessora o Plano Nacional de Imunizações (PNI). Ele ressaltou que a decisão foi baseada em estudos. “Não só pra vacina da gripe mas para todas as vacinas. Sim, há uma segurança não ter esse intervalo mínimo de aplicação entre doses”, disse Cruz. O secretário afirmou que os detalhes da determinação serão apresentados em nota técnica que deve ser publicada ainda nesta semana.

Em 1º dia de retorno presencial em Salvador, APLB se opõe às aulas presenciais e diz que vai acionar o MP

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Por g1

Foto: Reprodução/TV Bahia

Esta segunda-feira (27) seria o primeiro dia de retorno das aulas 100% presenciais em Salvador. No entanto, os professores se opuseram e não aderiram ao retorno. O Sindicato dos Trabalhadores da Educação da Bahia (APLB) informou que vai acionar o Ministério Público da Bahia (MP-BA).

De acordo com o presidente da APLB, Rui Oliveira, a categoria não foi consultada para que a decisão fosse tomada e por isso não aderiu à medida. Insatisfeitos, os professores fizeram uma assembleia virtual nesta segunda e criticaram a decisão da prefeitura de Salvador.

“Não é hora de ter aula 100% presencial, as escolas não têm estrutura. Queremos cumprir os protocolos de segurança. A [variante] delta esta aí provocando mortes no Brasil. Vamos chamar o Ministério Público, porque queremos preservar vidas”, disse Rui Oliveira.

O g1 entrou em contato com o Ministério Público da Bahia, e o órgão informou que ainda não foi acionado pela APLB. Além de cobrar mais estrutura nas escolas, como janelas e pias, os trabalhadores também reivindicaram mais profissionais de limpeza para garantir a higienização das unidades de ensino.

As aulas presenciais foram suspensas em março do ano passado, no início da pandemia da Covid-19 em toda a Bahia. Em julho deste ano, as aulas voltaram a acontecer em formato híbrido – metade presencial, metade virtual – na rede estadual, mas a adesão foi baixa.

Em Salvador, as aulas semipresenciais retornaram no final de agosto. Com aproximadamente 160 mil estudantes na rede municipal, a capital baiana tem 400 escolas e oito mil professores.

Preço médio da gasolina sobe pela 8ª semana seguida nos postos, mostra ANP

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Por g1

Foto: Marcelo Brandt/G1

O preço médio da gasolina subiu pela 8ª semana nos postos de combustíveis do Brasil e permanece acima da marca de R$ 6 por litro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A cotação média da gasolina comum nas bombas atingiu R$ 6,092 por litro nesta semana, ante R$ 6,076 na semana anterior. A pesquisa também mostrou alta nos valores do etanol, que chegou a R$ 4,715 por litro, versus R$ 4,704 na última semana. O óleo diesel teve leve recuo e foi cotado a R$ 4,707 por litro, pouco abaixo dos R$ 4,709 registrados na semana passada. Em 2021, o combustível se transformou num dos vilões da inflação, responsável por afetar duramente o orçamento das famílias brasileiras – já prejudicadas pela alta dos alimentos e da energia elétrica. Segundo o IBGE, a gasolina acumula no ano uma alta de 31,09%. Os preços de venda dos combustíveis seguem o valor do petróleo no mercado internacional e a variação cambial. Dessa forma, uma cotação mais elevada da commodity e/ou uma desvalorização do real têm potencial para contribuir com uma alta de preços no Brasil, por exemplo.

Bolsonaro diz que Michelle se vacinou contra a Covid nos EUA; infectologistas veem ‘absurdo’ e ‘desprezo’ ao SUS

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Por g1

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou em entrevista à revista “Veja”, publicada nesta sexta-feira (24), que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, se vacinou nesta semana nos Estados Unidos. Michelle integrou a comitiva presidencial que foi a Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Para políticos e infectologistas, a opção da primeira-dama de se vacinar nos Estados Unidos, e não no Brasil, é um “absurdo” e um “desprezo” ao SUS e ao Programa Nacional de Imunizações (PNI).

À revista, Bolsonaro foi questionado se é um mau exemplo o fato de ele ter feito declarações contra vacinas e ter demorado para comprar imunizantes para o Brasil. Foi quando o presidente contou que Michelle quis se vacinar na viagem ao exterior. Bolsonaro reforçou que ele ainda não se vacinou.

“Tomar vacina é uma decisão pessoal. Minha mulher, por exemplo, decidiu tomar nos Estados Unidos. Eu não tomei”, revelou o presidente para a “Veja”.

Michelle poderia, se quisesse, ter tomado a vacina no Brasil. Em Brasília, cidade onde a primeira-dama mora, a vacinação para a idade dela (39 anos) está aberta desde o dia 23 de julho.

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse que a primeira-dama poderia ter se vacinado no Brasil, para dar exemplo aos brasileiros. Isso, segundo ele, seria patriotismo de verdade, e não patriotismo “da boca para fora”.

“Primeiro, ela está de parabéns por ter se vacinado. A vacina salva. Fez a coisa correta. Isso é nota 10. [Por outro lado] Nota zero, porque a vacina que é aplicada nos Estados Unidos é a mesma que é aplicada aqui no Brasil. Então, ela poderia aqui ter se vacinado, mostrado aos brasileiros ela se vacinando, para dar um bom exemplo aos brasileiros e aí, sim, veríamos o patriotismo de verdade, não patriotismo da boca pra fora”, disse Omar.

O epidemiologista Pedro Hallal, que coordena o Epicovid, estudo epidemiológico sobre coronavírus no Brasil, disse que a atitude da primeira-dama de preferir se vacinar no exterior mostra desprezo ao SUS.

“Se confirmada, é uma notícia que mostra desprezo com o SUS e com os brasileiros. Demonstra falta de confiança no sistema universal de saúde, acessível a todos os brasileiros”, afirmou.

Eduardo Bolsonaro e ministra Tereza Cristina testam positivo para Covid-19

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Por Bahia Notícias

Fotos: Agência Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e a ministra da Agricultura Tereza Cristina (DEM-MS) anunciaram que tiveram o diagnóstico positivo para a Covid-19.

O parlamentar disse que testou negativo em um exame em Nova York, quando participava da comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na abertura 76ª edição da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

“Em NY deu negativo, aqui no Brasil 2 dias depois positivou. O meu caso e do Queiroga são exemplos que descredibilizam o passaporte sanitário. Sinto-me melhor do que ontem e nem te conto o que tomei”, disse Eduardo para o site Poder 360.

Já a ministra usou as redes sociais para informar que foi infectada pela doença. “Estou bem. Cancelei meus compromissos presenciais e permanecerei em isolamento durante o período de orientação médica”, escreveu Tereza em seu perfil no Twitter.

3 irmãos que recusaram vacina morrem por Covid em intervalo de 8 dias

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Por g1 SC

Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro, de 48, 51 e 53 anos | Foto: Funerária Menino Deus/Divulgação

A família dos irmãos Valdir, Deneci e Denilde Carboni Pedro, de 48, 51 e 53 anos está em luto depois que os três morreram de Covid-19 em um intervalo de oito dias.

Moradores de São João do Sul, no Sul catarinense, os agricultores não estavam imunizados contra a doença. Altair, um dos seis irmãos, disse que não tinha conhecimento que as vítimas não tinham se vacinado.

Altair disse que as irmãs tinham diabete e teriam falado que estavam com medo da reação da vacina. Já Valdir, não teria ido se imunizar pois estava trabalhando muito e não teve tempo, de acordo com o irmão.

Secretária de Saúde do município, Rejane Elíbio de Borba disse que os irmãos foram procurados diversas vezes para serem imunizados contra a doença. Altair, no entanto, negou essa informação.

“Eu não sabia que eles não tomaram. Foi uma tragédia. Os meus pais tomaram a injeção. Eles [os irmãos] eram novos e negligenciaram”, disse Altair.

Denilde, que era a mais velha, e Valdir, o mais novo do trio, morreram no dia 13 de setembro. Na terça-feira (21), Deneci faleceu. Os três foram sepultados no cemitério do município. Conforme o cronograma estadual de vacinação, os irmãos poderiam estar completamente imunizados quando faleceram.

Vacinado com as duas doses, Altair Carboni, de 55 anos, mora no Rio Grande do Sul e disse que em todos os enterros fez apelos para que amigos e parentes tomassem a vacina.

“Isso salva vidas. A gente não quer que outras famílias passem por isso”, disse.

A mãe e o pai de Valdir, Deneci e Denilde, de 81 e 86 anos, e um irmão mais velho, de 58, também contraíram a doença, mas estavam vacinados e tiveram sintomas mais leves.

De acordo com a prefeitura, outros familiares que também tinham negado a imunização procuraram o posto de saúde após as mortes.

Na cidade, 17 pessoas morreram e 1.074 tiveram diagnostico positivo para a Covid-19 até quarta-feira (22). Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde (SES). No estado, há 1.184.733 pacientes com teste positivo para a doença. Desde o início da pandemia, 19.146 óbitos foram registrados.

Dados do Painel de Vacinação estadual mostram que 5.069.743 pessoas foram imunizadas com a primeira dose e 2.762.498 com a segunda.

Comissão do Senado aprova a PEC da reforma eleitoral sem a volta das coligações; proposta vai ao plenário

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Por TV Globo

A relatora da PEC da reforma eleitoral, Simone Tebet | Foto: Roque de Sá/Agência Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma eleitoral. A relatora da matéria, senadora Simone Tebet (MDB-MS), rejeitou um dos pontos mais polêmicos aprovado pelos deputados no mês passado, a volta das coligações.

O parecer dá aval a outros pontos do texto, como mudança na data da posse de prefeitos, governadores e presidente a partir de 2026 e o “peso dois” aos votos dados a mulheres e negros para a Câmara dos Deputados para o cálculo de distribuição dos fundos partidário e eleitoral às siglas até 2030.

A expectativa é que o texto seja votado ainda nesta quarta-feira no plenário do Senado. Por se tratar de uma alteração na Constituição, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos por, pelo menos, 49 senadores (3/5 da composição da Casa).

A formação de coligações permite a união de partidos, muitas vezes sem a mesma ideologia partidária, em um único bloco para a disputa das eleições proporcionais. O mecanismo favorece os chamados “partidos de aluguel”, que tendem a negociar apoios na base do “toma-lá-dá-cá”.

Outro problema, segundo especialistas, são os chamados “puxadores de votos”, candidatos com votação expressiva que, pelas coligações, contribuem para a eleição de integrantes de siglas coligadas que receberam poucos votos.

A vedação das coligações, aprovada em 2017 pelo Congresso, passou a valer apenas em 2020, na eleição para vereadores – portanto, ainda não foi aplicada na escolha de deputados. Em seu relatório, Tebet afirma que ainda não foi possível, portanto, analisar os resultados práticos da mudança.

“Não é possível mudarmos as regras ano após ano, fazendo das eleições verdadeiros balões de ensaio. Com mudanças assim, sem que tenha sido possível, ao menos, analisar os resultados práticos da anterior, impossível observar a segurança jurídica tão necessária ao processo eleitoral. Vale a conveniência do momento”, diz.

O papel da CCJ é verificar se as propostas legislativas estão de acordo com a Constituição. Mudanças de mérito (conteúdo da matéria) devem ser apreciadas diretamente no plenário do Senado.

As mudanças relativas às regras eleitorais precisam ser promulgadas até o início de outubro para valerem para o pleito de 2022.



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