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Comunicado oficial: Calçados Pegada

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AVISO AOS NOSSOS COLABORADORES, CLIENTES, CONSUMIDORES E FORNECEDORES

A Calçados Pegada informa que suspendeu suas atividades de: 23.03.2020 a 05.04.2020. Nas unidades: (Ruy Barbosa/BA, Sapeaçu/BA, Esplanada/BA, Castro Alves/BA e Santaluz/BA) . Essa medida foi tomada visando preservar a segurança e a saúde de nossos colaboradores, seus familiares e de toda a comunidade, tendo em vista a situação atual de pandemia do COVID-19. Do período de 23.03.2020 a 27.03.2020 será considerado como banco de horas Cfe. Medida Provisória 927 de 22.03.2020 Capítulo VI Artigo 14 e parágrafos 1 e 2; Período 30.03.2020 a 05.04.2020 será considerado como Férias Cfe Medida Provisória 927 de 22.03.2020 Capítulo IV Artigo 11 e 12 .

Agradecemos a compreensão!

Conteúdo de responsabilidade da Calçados Pegada.

Coronavírus: Frente Nacional de Prefeitos diz que fim da ‘contenção social’ pode levar a colapso do SUS

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Por G1 Campinas e Região

Máscara N95, usada por Bolsonaro, é uma das mais avançadas, mas não protege os olhos | Foto: Ueslei Marcelino/ Reuters

Foto: Ueslei Marcelino/ Reuters

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) voltou a criticar, nesta sexta-feira (27), a postura do presidente Jair Bolsonaro em relação ao combate ao novo coronavírus e alertou que o fim da “contenção social” pode levar ao colapso no Sistema Único de Saúde (SUS). Em ofício enviado a Brasília (DF), a entidade promete que governantes municipais vão à Justiça para transferir responsabilidades cíveis e criminais ao governo federal em relação às ações adotadas e suas consequências. Durante a manhã, secretarias estaduais de Saúde contabilizam 3.036 infectados em todos os estados do Brasil, e 77 mortes provocadas por Covid-19. No texto da FNP, presidida pelo prefeito de Campinas (SP) Jonas Donizette, a entidade lista um cronograma das ações adotadas pelo governo federal desde o início da pandemia. Pontua que, desde que o governo federal afirmou que a quarentena foi “precipitada e feita de forma desorganizada”, houve insegurança na população. O governo federal chegou a lançar em suas redes sociais a campanha #brasilnaopodeparar. Por esses motivos, a Frente Nacional cobra medidas oficiais sobre a suspensão das restrições nos municípios. A FNP informou que a carta foi encaminhada também para presidentes do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal, ao procurador-geral Ministério Público Federal e ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Itália bate novo recorde com 919 mortes em 24h, e total vai a 9.134

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Por G1

Na Itália, caixões são levados ao interior de uma igreja | Foto: Claudio Furlan/LaPresse via AP

Na Itália, caixões são levados ao interior de uma igreja | Foto: Claudio Furlan/LaPresse via AP

O número de mortes na Itália por causa do Covid-19, a doença causada pelo coronavírus aumentou em 919, disse a agência de proteção civil nesta sexta-feira (27). Até agora, 9.143 pessoas morreram por conta da epidemia no país. É o recorde para um único dia. Antes, havia sido o 21 de março, quando 793 pessoas haviam morrido. No entanto, 50 delas são referentes à mortes de quinta-feira, na região do Piemonte, que foram contabilizadas nesta sexta-feira. Nos últimos dias, os números foram os seguintes: 23 de março: 602; 24 de março: 743; 25 de março: 683; 26 de março: 712; 27 de março: 919. As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27). “Não atingimos o pico e não passamos dele”.

Cubana que trabalha de garçonete em BH vai voltar a atuar como médica

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Foto: Yaime Perez Acuna/Arquivo pessoal

Foto: Yaime Perez Acuna/Arquivo pessoal

Há mais de um ano, a cubana Yaime Perez Acuna deixou de atuar como médica em dois postos de saúde de Crucilândia, na Região Central de Minas Gerais. Com o fim da parceria entre seu país e o Brasil no Programa Mais Médicos, em 2018, ela se tornou garçonete em Belo Horizonte. Mas com a crise provocada pelo novo coronavírus, Yaime será convocada para a linha de frente nos hospitais.

“É um alívio. Voltar a clinicar depois de todo este tempo é um alívio. Estou muito feliz também. Feliz em poder ajudar”, disse a médica de 30 anos que costumava atender cerca de 20 pessoas por dia no interior do estado.

Nesta quinta-feira (26), o Ministério da Saúde publicou um chamamento público de “médicos intercambistas, oriundos da cooperação internacional, para reincorporação ao Projeto Mais Médicos para o Brasil”.

Como vários outros profissionais cubanos, Yaime decidiu ficar no Brasil após o fim do acordo em novembro de 2018, na esperança de fazer o Revalida (Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras). O último havia sido aplicado em 2017.

Para sobreviver, ela passou a servir mesas em um restaurante de Belo Horizonte. A cubana, especialista em saúde da família e em doenças tropicais, como a dengue, chegou ao Brasil em março de 2017.

Yaime era a única médica no posto que trabalhava em Crucilândia, cidade com pouco mais de seis mil habitantes, cujo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH) é 0,651, pouco menor que o do Iraque, 0,654, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Ela trabalhava no Programa Saúde da Família (PSF), atendendo pacientes com doenças crônicas, crianças e grávidas. A médica também fazia consultas domiciliares no interior do estado.

Yaime ainda não sabe em qual hospital atuará na crise do novo coronavírus. Mas isso não importa para ela. “Estou muito ansiosa em poder voltar a atuar como médica. A doença está avançando por aqui e quero ajudar”, disse a cubana.

Câmara aprova dispensa de atestado médico para trabalhador infectado pelo novo coronavírus

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Foto: Reprodução/Pixabay

Foto: Reprodução/Pixabay

A Câmara aprovou nesta quinta-feira (27) projeto que dispensa atestado médico ao trabalhador que tenha sido infectado pelo novo coronavírus (Covid-Sars-2) ou que tenha tido contato com pessoa infectada. A proposta ainda precisa passar pelo Senado antes de ir à sanção presidencial e entrar em vigor. Apesar de garantir o afastamento sem atestado médico por sete dias, o texto obriga o funcionário a informar ao empregador sobre a doença imediatamente, segundo a Agência Câmara. A medida vale pelo período de duração da emergência pública em saúde causada pela pandemia do novo coronavírus. O texto também estabelece, segundo a agência, que nos casos de quarentena imposta, o trabalhador poderá apresentar, a partir do oitavo dia, alguma das seguintes opções: justificativa válida, atestado médico, documento de unidade de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) ou documento eletrônico regulamentado pelo Ministério da Saúde.

PM prende 2 e apreende 156 kg de maconha na BR-116, em Teofilândia e Serrinha

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Foto: Divulgação/PM

Foto: Divulgação/PM

Dois homens foram presos por tráfico de drogas, na noite desta quinta-feira (26), em ação da Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto) do 16º Batalhão de Polícia Militar, na BR-116. De acordo com a corporação, os militares abordavam um veículo Mitsubishi Outlander, em Serrinha, na região sisaleira da Bahia, quando uma picape Strada passou pelo local e os policiais também deram ordem de parada, porém o condutor, identificado como Rodrigo Souza Santos, não obedeceu e fugiu em alta velocidade, no sentindo Feira de Santana. Houve perseguição e o veículo foi interceptado. No carro, conforme a PM, foram encontrados cerca de 156 kg de maconha que estavam em 12 sacos. Questionado pelos policiais, Rodrigo contou que a droga pertencia ao homem que estava sendo abordado no momento em que ele desobedeceu a ordem de parada. Os militares fizeram nova diligência e encontraram Nefferson da Mota no trecho da BR-116 em Teofilândia, na saída para a cidade de Araci. Segundo a PM, ele tentou subornar os policiais oferecendo a quantia de R$ 300 mil para não ser preso. O homem não tinha o dinheiro, mas disse que iria mandar a esposa dele levar até o local. Nefferson e Rodrigo foram presos e encaminhados à Polícia Civil em Serrinha, onde foram autuados em flagrante.

Notícias de Santaluz

Organização Mundial da Saúde reforça proposta de isolamento social contra coronavírus

Por Estadão Conteúdo

Foto: Reprodução/Pixabay

Foto: Reprodução/Pixabay

Em discurso na cúpula extraordinária e virtual do G20, grupo dos países mais ricos do mundo, do qual o Brasil faz parte, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, reforçou a tese de que o isolamento social é uma ferramenta de combate ao coronavírus, mas ressaltou que é preciso “fazer mais” para vencer a doença.

“A melhor e única maneira de proteger a vida, os meios de subsistência e as economias é parar o vírus. Sem desculpas, sem arrependimentos. Obrigado pelos sacrifícios que seus governos e pessoas já fizeram”, afirmou Tedros aos líderes mundiais. “Essas medidas tiram um pouco do calor da epidemia, mas não a extinguirá. É preciso fazer mais”, completou.

A estratégia de restrição social, recomendada pela OMS e adotada por diferentes países do globo para “achatar a curva” de contaminação pelo novo coronavírus, é criticada pelo presidente Jair Bolsonaro em razão de suas consequências econômicas. Bolsonaro participou da reunião virtual do G20 junto ao chanceler Ernesto Araújo e, aos líderes, mostrou uma caixa de hidroxicloroquina, medicamento ainda sem eficácia comprovada para tratamento do Covid-19.

Tedros voltou a pedir união entre os líderes para que a doença seja vencida globalmente. “A pandemia está se acelerando a uma taxa exponencial”, afirmou o diretor-geral, para quem, “sem uma ação agressiva em todos os países”, milhões podem morrer infectados pelo novo coronavírus. De acordo com a OMS, mais de 20 mil pessoas já foram a óbito pela doença em todo o mundo.

Queimadas registra 2º caso suspeito de Covid-19 e monitora 66 pessoas

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Foto: Reprodução/Pixabay

Foto: Reprodução/Pixabay

A Secretaria de Saúde de Queimadas, na região sisaleira da Bahia, divulgou na manhã desta quinta-feira (26) que investiga mais um caso suspeito de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). O paciente possui histórico de viagem recente para Salvador, cidade com o maior número de casos confirmados no estado. De acordo com a prefeitura municipal, o paciente chegou da viagem no último sábado (21) apresentando sintomas relativos à doença respiratória e, desde então, permanece isolado. Conforme a prefeitura, a vigilância epidemiológica municipal ainda aguarda o resultado de exame do primeiro caso suspeito de coronavírus na cidade (lembrar) e está fazendo o monitoramento de 66 pessoas. A Bahia soma 104 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus até o momento.

Notícias de Santaluz

Secretaria de Saúde descarta terceiro caso suspeito de Covid-19 em Santaluz

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Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A Secretaria de Saúde de Santaluz, na região sisaleira da Bahia descartou, nesta quinta-feira (26) a terceira suspeita de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Os casos passaram pela avaliação do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA). A pasta continua investigando quatro casos, já que uma nova suspeita foi registrada no último boletim epidemiológico divulgado. Nenhum caso foi confirmado até o momento. De acordo com a secretaria, todos os pacientes suspeitos se encontram em isolamento domiciliar e são monitorados diariamente pela vigilância epidemiológica municipal. A Bahia soma 104 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus até o momento.

Notícias de Santaluz

Coronavírus: Ministério vai permitir que médicos usem remédio da malária em pacientes graves

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Por O Globo

Governo vai permitir uso de cloroquina em pacientes com Covid-19 Foto: CRAIG LASSIG / REUTERS

Governo vai permitir uso de cloroquina em pacientes com Covid-19 Foto: CRAIG LASSIG / REUTERS

O Ministério da Saúde anunciou que vai liberar a partir de sexta-feira 3,4 milhões de unidades do medicamento cloroquina para que os médicos possam avaliar seu uso em pacientes graves do novo coronavírus, que já matou 57 pessoas no Brasil.

Foi elaborado um protocolo, que prevê cinco dias de tratamento, sempre dentro do hospital e monitorado por um médico, em razão de seus efeitos colaterais. O remédio já é utilizado no tratamento de malária, lúpus e artrite.

“O que o Ministério da Saúde está fazendo é deixar no arsenal, deixar à mão do profissional médico. Se ele entender que o paciente grave pode se beneficiar, o que vamos fazer é deixar esse remédio ao alcance dele”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Denizar Viana, destacou que o uso será restrito. Ele disse que, no caso dos pacientes graves, os benefícios podem superar os riscos.

“Esse medicamento não é indicado para prevenção. Não é indicado para os sintomas leves”, disse Denizar.

Segundo o Ministério da Saúde, a cloroquina demonstrou ter ação contra o vírus em laboratório. Também há indicação de melhora nos pacientes graves. Por outro lado, o Ministério da Saúde ressaltou que ainda é preciso evidências clínicas mais robustas.

“A única evidência mostra aparente redução da carga de vírus em secreções respiratórias”, informou a pasta.



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