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Datafolha: Lula tem 47%; Bolsonaro, 29%; Ciro, 8%; e Tebet, 2%

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Por Estadão

Fotos: Getty Images/Bolsonaro: Andressa Anholete / Lula: Minas/Bloomberg

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 18 pontos de vantagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 28. O petista tem 47% das intenções de voto. O chefe do Executivo tem 29% e oscilou um ponto para cima em comparação com o último levantamento.

Esta é a primeira amostra realizada após as convenções nacionais das siglas, que podem ocorrer até o dia 5 de agosto. Seis candidatos à Presidência já tiveram o nome homologado. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia 16 de agosto.

Entre o eleitorado feminino, Bolsonaro subiu seis pontos porcentuais em comparação com o levantamento do final de junho. Ele subiu de 21% para 27%. Lula caiu de 36% para 32% no mesmo período. Como mostrou o Estadão, a campanha do presidente investe em diminuir a rejeição deste público.

O candidato do PDT, Ciro Gomes, aparece em terceiro lugar, com os mesmos 8% que a última pesquisa, e é seguido por Simone Tebet (MDB), com 2%; André Janones (Avante), Pablo Marçal (PROS) e Vera Lúcia (PSTU) fizeram 1%. Votos brancos e nulos totalizam 6%. Luciano Bivar (União Brasil), General Santos Cruz (Podemos), Leonardo Péricles (UP), Felipe d’Ávila (Novo), Eymael (DC) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado não recebe uma lista com os nomes dos candidatos, Lula foi escolhido por 38% dos eleitores, ante 26% que preferem Bolsonaro – o petista oscilou um ponto para cima enquanto o presidente oscilou um ponto para baixo em comparação ao levantamento anterior. Ciro manteve os 3% e Tebet aparece com 1%.

O instituto entrevistou 2566 eleitores nos dias 27 e 28 de julho em 183 municípios. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no protocolo sob o número BR-01192/2022.

Prefeitura anuncia suspensão da micareta de Feira de Santana; ‘precisamos colocar o bem estar das pessoas em primeiro lugar’

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Por g1 BA

Micareta de Feira em 2019, antes da pandemia da Covid | Foto: Sara Silva/Prefeitura de Feira de Santana

A prefeitura de Feira de Santana anunciou, na tarde desta quinta-feira (28), a suspensão da micareta de 2022. Em nota publicada no site do órgão, o prefeito Colbert Martins afirmou que decisão levou em conta o número de casos da Covid-19 ativos no estado e os casos confirmados, além dos casos suspeitos de varíola dos macacos.

“O lazer, a diversão é importante, a Micareta gera renda pra muita gente, mas nada disso adianta se não tivermos saúde. É uma difícil decisão, mas como disse no início, é uma questão de prioridade”, argumentou o prefeito.

Com mais de 80 anos de realização, a micareta de Feira de Santana é a mais tradicional do interior da Bahia, mas não acontece desde 2020, quando começou a pandemia da Covid-19.

O prefeito havia confirmado a realização do evento no dia 6 de julho e a festa estava marcada para acontecer entre os dias 16 e 18 de setembro.

Veja a íntegra do anúncio do prefeito:

A vida da gente é feita de decisões. Ser prefeito requer acima de tudo pensar na coletividade e principalmente estabelecer prioridades sempre que vamos tomar uma decisão que afeta a nossa gente.

Prioridades. Nesse momento com limite de gastos e ainda vivendo uma recuperação econômica, precisamos colocar o bem estar das pessoas em primeiro lugar.

Mesmo com sintomas leves, para ao vacinados, estamos vivendo uma nova onda da covid. Somente neste mês de julho, tivemos oficialmente quase 6 mil casos em Feira de Santana. Um crescimento de 370 por cento em relação a junho.

Além disso, mesmo sendo casos isolados, precisamos ficar atentos para outro problema: a popular varíola dos macacos. A Organização Mundial de Saúde, inclusive, já declarou emergência mundial

Além de prefeito, sou médico e, portanto, minha responsabilidade em proteger, cuidar de nossa gente é ainda maior. Sendo assim, decidimos suspender a nossa Micareta programada para setembro.

Entendo que o lazer, a diversão é importante. Sei que a Micareta gera renda pra muita gente, compreendo. É uma difícil decisão, mas como disse no início, é uma questão de prioridade. Muito obrigado.

Médico é encontrado morto em sala de descanso em hospital no interior da Bahia

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Por g1 BA e TV São Francisco

Médico é encontrado morto em sala de descanso em hospital municipal na Bahia | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um médico foi encontrado morto na sala de descanso do Hospital Municipal Josefa Monteiro, em Caém, cidade do norte da Bahia, na noite de quarta-feira (27). Nesta quinta (28), as causas da morte ainda são desconhecidas.

José Mauro Badaró Cardoso, de 37 anos, estava de plantão quando morreu. Segundo a delegacia da cidade, não havia marcas de violência no corpo dele, que será periciado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). O procedimento poderá identificar o que provocou o óbito.

O caso é investigado e a polícia detalhou que analisa detalhes e circunstâncias da vida pessoal e social de José Mauro, que podem ajudar a entender o que aconteceu. Os detalhes sobre o sepultamento ainda não foram divulgados.

O g1 disse que tentou contato com a direção do hospital por telefone, mas não conseguiu falar. A reportagem também buscou a Prefeitura de Caém, mas não foi atendida.

Segundo caso em 10 dias

Um outro médico também foi encontrado morto durante o plantão, 10 dias antes de José Mauro. Este primeiro caso aconteceu no dia 17 de julho, no Hospital Municipal de Brotas de Macaúbas, que fica na região oeste do estado.

O médico foi identificado como Heitor Wagner Silva Oliveira, e a suspeita inicial da polícia é de que a morte tenha sido causada por overdose medicamentosa. O corpo foi periciado pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), mas o laudo ainda não foi divulgado.

Homem é curado do HIV após transplante de medula óssea

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Foto: Freepik

Um homem norte-americano, de 66 anos, que vivia com HIV recebeu a notícia que foi considerado curado depois de conviver quase 30 anos com o vírus. O paciente passou por um transplante de medula óssea para o tratamento de leucemia e, segundo os especialistas, o doador da medula era naturalmente resistente ao HIV.

De acordo com o portal Metrópoles, o homem relatou em entrevista que muitos de seus amigos morreram com o vírus no passado, em um período em que não existiam medicamentos que permitissem melhor qualidade de vida a pessoas com HIV. “Nunca imaginei que eu viveria para ver o dia em que não tivesse mais HIV”, disse o paciente.

O homem recebeu o transplante de medula óssea para substituir as células doentes por células sadias como tratamento para leucemia. No entanto, o doador é resistente ao HIV, apresentando mutações na proteína CCR5, que impede a entrada do vírus nos glóbulos brancos do corpo humano.

“Ficamos empolgados ao comunicar a ele que o HIV está em remissão, e que ele não precisa mais da terapia antirretroviral que tomava há mais de 30 anos”, afirmou a médica Jana Dickter, especialista em doenças infecciosas e responsável pelo caso, que foi divulgado na conferência Aids 2022, em Montreal, no Canadá.

Para a presidente da Sociedade Internacional da Aids, Sharon Lewin, o aumento de casos de cura da Aids são “esperança contínua para quem vive com HIV e servem de inspiração para a comunidade científica”.

Bolsonaro afirma que aceita debate ‘mano a mano’ com Lula no primeiro turno

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Foto Bolsonaro: Bloomberg | Foto Lula: Europa Press News/Getty Images

O candidato e atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), afirmou a aliados que aceitaria um debate “mano a mano” contra seu principal rival nas eleições deste ano, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações foram divulgadas pela Folha de S.Paulo. Durante a convenção nacional do PL no último domingo (24), Bolsonaro teria dado indício de que aceitaria um debate com Lula. O atual presidente também rejeita a presença de diversos candidatos. “Não teria aqui adjetivos para qualificá-lo [Lula] neste momento. Quem sabe num debate, caso ele esteja presente”, afirmou Bolsonaro em convenção. A CNN iria promover um debate com todos os presidenciáveis no dia 6 de agosto, porém a emissora cancelou o encontro pois Bolsonaro e Lula não confirmaram presença.

‘Não temos que nos envolver na eleição’, diz presidente de tribunal militar

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Por TV Globo

General Luís Carlos Gomes Mattos em sessão do Superior Tribunal Militar, em 2021 | Foto: STM/Divulgação

O presidente do Superior Tribunal Militar, general Luís Carlos Gomes Mattos, afirmou na quarta-feira (27) que a instância responsável pelo funcionamento das eleições é a Justiça Eleitoral.

Segundo Mattos, a missão das Forças Armadas é diferente: garantir que o processo seja legítimo e tenha respaldo popular.

“Nós temos uma Justiça Eleitoral, e ela é a responsável pelo funcionamento real daquilo [eleições]. Nossa missão é diferente, não temos que nos envolver. Temos que garantir que o processo seja legítimo e tudo. Essa é a missão das Forças Armadas”, afirmou Gomes Mattos a jornalistas na cerimônia em que se despediu do tribunal.

Nos últimos meses, o presidente Jair Bolsonaro tem usado o Ministério da Defesa – convidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a comissão de transparência das eleições – para encampar suspeitas infundadas sobre as urnas eletrônicas e propor alterações, já incorporadas ou rejeitadas, ao sistema eleitoral.

Questionado sobre a preocupação com a violência política durante o período eleitoral, Gomes Mattos afirmou que o fenômeno “é do nosso país, é do mundo”.

O general reforçou ainda que os militares “vão atuar dentro daquilo que está previsto para garantir que aquele processo [eleitoral] seja legítimo, e realmente que tenha respaldo popular”.

Gomes Mattos conversou com jornalistas após a solenidade de despedida do STM. O general vai se aposentar compulsoriamente ao completar 75 anos – idade máxima permitida para o cargo.

Luís Carlos Gomes Mattos ingressou no Superior Tribunal Militar em 19 de outubro de 2011 e estava na presidência da Corte desde 17 de março de 2021. O ministro citou como legado o maior reconhecimento da Justiça Militar.

Ciro Gomes propõe novo código trabalhista e fala em taxar fortunas para bancar renda mínima

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Por g1 e GloboNews

Ciro Gomes na GloboNews | Foto: Reprodução

O candidato do PDT à Presidência da República e ex-governador do Ceará Ciro Gomes defendeu na quarta-feira (27), em entrevista à GloboNews, modernizar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por meio da elaboração de um novo código trabalhista, e taxar grandes fortunas a fim de financiar um benefício de renda mínima.

Segundo Ciro, a CLT publicada em 1943 – e atualizada por sucessivas leis desde então – “envelheceu” e não alcança novas modalidades, como o trabalho remoto e as empresas que atendem por aplicativos.

A declaração foi dada na sabatina da “Central das Eleições”, da GloboNews. O programa entrevistou a candidata Simone Tebet (MDB) nesta segunda (25) e André Janones (Avante) nesta terça (26). Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) também foram convidados, mas não confirmaram presença no prazo estipulado em reunião.

“Com as centrais, nós estamos discutindo a ideia de amadurecer o Novo Código Brasileiro do Trabalho. A CLT envelheceu. Ela cumpriu um papel muito relevante, mas ela não entende a disruptiva do home office, nem as expressões em português nós temos. […] Então, a ideia não é ser reativo, não é ser reacionário, no sentido de uma saudade impraticável, de voltar à velha CLT. A ideia é de um novo código brasileiro do trabalho”, disse Ciro.

Renda mínima e imposto sobre fortunas

A proposta de renda mínima, segundo o candidato, entrará como um direito social e será uma das bases do projeto de previdência social que Ciro pretende implantar, se eleito. Ela é inspirada em um projeto idealizado e defendido pelo vereador Eduardo Suplicy (SP).

“Quero criar um programa de renda mínima de cidadania, como uma das três pernas de um projeto de Previdência Social novo. Então, tenho um projeto, entrará como um direito social, de status constitucional. É um elemento previdenciário, é um programa de renda mínima, como uma das três pernas do modelo previdenciário. A ideia básica é que seja de status constitucional. Grande diferença da minha proposta para qualquer outra promessa que tem circulado no Brasil: estou avançando para o ‘funding’ [financiamento], disse.”

De acordo com o pré-candidato do PDT, se implementada, a proposta reuniria Auxílio Brasil, seguro-desemprego, aposentadoria rural, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros auxílios já pagos atualmente – e restabeleceria o monitoramento de indicadores sociais que acompanhava o Bolsa Família.

Ainda segundo Ciro, a renda mínima seria financiada com um imposto sobre grandes fortunas.

“E eu proponho uma tributação, que está prevista na Constituição, sobre grandes fortunas, que estou especializando: 0,5% sobre patrimônios a R$ 20 milhões, arrecadaria o suficiente para financiar essa renda com mais essas outras fontes, R$ 60, R$ 70 bilhões por ano. Isso atinge 58 mil de contribuintes no Brasil, num país de 212 milhões, tal é a selvageria da concentração de renda no nosso país.”

Críticas a Lula e Bolsonaro

Ao longo da entrevista, Ciro fez repetidas críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – que lideram, até agora, as pesquisas de intenção de voto.

O candidato do PDT disse que gostaria de enfrentar Lula em um eventual segundo turno e que aceitaria o apoio do ex-presidente em um segundo turno contra Bolsonaro – mas não faria campanha junto com o petista em outros cenários.

Ciro minimizou o cenário atual das pesquisas, que o colocam em terceiro lugar com cerca de 10% dos votos válidos.

“Pesquisa, mesmo científica, é um retrato, e a vida é um filme. Você veja o que aconteceu na Colômbia agora. O que aconteceu na Colômbia agora? O terceiro lugar, 30 dias antes, não era nada. 30 dias depois, estava no segundo turno. Perdeu a eleição por dois pontos. Veja o Rio de Janeiro, onde estamos nesse momento”, citou.

“Quem era o Witzel dez dias antes da eleição? Ninguém. Vamos a Minas Gerais, quem era o Zema dez, 15 dias antes da eleição? Ninguém. O meu candidato agora, há um aninho, em Fortaleza, um ano e meio atrás, dormiu sábado com 21 pontos de vantagem e ganhou com 3,5 no dia seguinte”, prosseguiu Ciro.

Idoso de 78 anos é eletrocutado enquanto trabalhava como pedreiro

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Por g1 BA

Estrutura de metal atingiu os fios da rede elétrica | Foto: Boca do Rio Magazine

Um idoso de 78 anos foi eletrocutado no bairro da Boca do Rio, em Salvador, na tarde desta quarta-feira (27). De acordo com a Polícia Civil, ele trabalhava como pedreiro em uma casa, quando se desequilibrou e tocou nos fios de alta tensão. A vítima, que morreu no local, foi identificada como João Batista dos Santos. Em nota, a Neoenergia Coelba, responsável pelo serviço de energia elétrica, afirmou que equipes da empresa foram até o local e identificaram que a provável causa do acidente foi o toque de um vergalhão de metal na fiação. A empresa de energia também informou que a rede elétrica está regular e em condições adequadas.

Criminosos criam conta fake do senador Otto Alencar e tentam aplicar golpe financeiro em políticos na Bahia

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Por g1 BA

Senador Otto Alencar divulgou na internet a tentativa de golpe | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O senador baiano Otto Alencar (PSD) usou as redes sociais para dizer que, mais uma vez, alguém se passa por ele para tentar aplicar golpes financeiros por meio de um aplicativo de mensagens e ligações telefônicas.

Na noite de terça-feira (26), a equipe do político informou que criminosos usaram as contas do senador para “convidar” prefeitos e vice-prefeitos a integrarem uma suposta associação que representa a Bahia e depois solicitar dinheiro.

“Por favor, pedimos que fiquem atentos a ligações e mensagens recebidas do número celular (61) 9961-8733. Reforçamos que esse número não é o do senador”, diz trecho da publicação feita em uma rede social.

A equipe de Otto reforçou o pedido para que as pessoas não repassem dados pessoais ou façam qualquer depósito financeiro.

O caso foi registrado pela Polícia Legislativa do Senado Federal para a adoção das medidas necessárias.

Lula diz que militares são mais responsáveis do que Bolsonaro e não permitirão golpe

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Por g1

O ex-presidente Lula durante visita a Garanhuns, Pernambuco, em 20 de julho | Foto: Rafael Vieira/Código 19/Estadão Conteúdo

O ex-presidente Lula, candidato do PT à Presidência da República disse nesta quarta-feira (27) não acreditar em um possível golpe caso Jair Bolsonaro (PL) perca as eleições.

“Como podemos pensar em golpe? Não acredito que as Forças Armadas aceitem isso, não acredito que a sociedade brasileira permita. Não acredito. Esse cidadão (Bolsonaro), se ele começar a brincar com a democracia, ele vai pagar um preço muito caro”, disse Lula, em entrevista ao UOL.

O petista citou o período em que esteve no poder e sua relação com as Forças Armadas. Para ele, as Forças Armadas são “mais responsáveis” em relação a manter democracia no país.

“Eu acho que nós temos que ter em conta que os militares são mais responsáveis do que o Bolsonaro”, afirmou.

Durante a entrevista, Lula prometeu mudar a política de reajuste do salário mínimo caso seja eleito em outubro. Hoje, a inflação determina a variação de um ano para o outro, enquanto Lula pretende retomar a variação do PIB (Produto Interno Bruto) como outro fator incidente para aumentar o salário.

Em 2007, o governo do petista criou uma política de valorização do salário mínimo até 2023 – a ser revisada anualmente pela LDO. A regra valeu até 2019, quando o governo de Jair Bolsonaro retirou da LDO o reajuste com base no PIB.

Ele também disse que irá recriar ministérios que foram fechados pelos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) – os dois pós-PT. Lula citou como exemplos os ministérios da Cultura e da Pesca. “Nós vamos criar aqueles ministérios que forem necessários”, disse.

Promessa de não tentar a reeleição

Lula disse na entrevista que não pretende concorrer à reeleição caso seja eleito em outubro deste ano, fato tentado por todos os presidentes eleitos depois da redemocratização (Collor renunciou durante o processo de impeachment e não concorreu em 1994).

“É uma decisão minha, eu estou dizendo isso agora, da minha livre e espontânea vontade: eu quero cumprir o melhor mandato que eu já fiz na vida. E quero trabalhar em 4 anos por 40”, disse, ao mencionar os 81 anos que terá em 2026 como um dos fatores. “Eu sinceramente não penso em reeleição”.

Questionado sobre se contaria com o apoio do ex-presidente Michel Temer, que assumiu o comando do governo com o impeachment de Dilma Rousseff, Lula disse que não. “Eu acho que o Temer não vai votar em nós, mesmo”, afirmou e, posteriormente, definiu o emedebista como “um equívoco” ao resumir ex-presidentes do Brasil em poucas palavras.



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